i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
fisco estadual

Parente de Richa e outros 43 têm os bens bloqueados e viram réus da Publicano

Primeira ação cível contra acusados de participar de corrupção na Receita Estadual do Paraná pede ressarcimento de R$ 36,4 milhões

  • PorFábio Silveira, do JL, com agências
  • londrina
  • 20/10/2015 21:00
Luiz Abi é apontado como agente político do esquema. | Gilberto Abelha/Jornal de Londrina
Luiz Abi é apontado como agente político do esquema.| Foto: Gilberto Abelha/Jornal de Londrina

A 2.ª Vara da Fazenda Pública de Londrina bloqueou os bens de 44 pessoas, em até R$ 1,4 milhão cada uma, suspeitas de envolvimento no esquema de corrupção na Receita Estadual do Paraná investigado pela Operação Publicano. Todos os 44 – incluindo Luiz Abi Antoun, primo distante do governador Beto Richa (PSDB) – também viraram réus na primeira ação da Operação Publicano na esfera cível. Dentre outras punições, o Ministério Público Estadual (MP) pede na ação o pagamento de uma multa de R$ 36,4 milhões, por dano moral coletivo devido aos desvios da Receita.

Os réus são acusados de improbidade administrativa por terem participado do que o Ministério Público chama de “organização criminosa” supostamente formada por auditores fiscais, empresários e contadores com o objetivo de facilitar a sonegação de impostos mediante o pagamento de propina. Luiz Abi foi apontado nas investigações como o fornecedor de “lastro político” ao suposto esquema. Outro réu é o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Márcio de Albuquerque Lima, entre outros.

Para 22 auditores fiscais, o MP pede ainda a perda da função pública. Para quatro auditores aposentados, o Ministério Público pede a cassação da aposentadoria.

Os advogados de Abi e de Lima não foram localizados pela reportagem para comentar a ação. De acordo com o promotor Renato Lima Castro, a proposta é “fatiar” as ações por setores de atividade empresarial. O primeiro núcleo trata do setor têxtil. A previsão é de que sejam ofertadas mais 16 ações relativas aos demais setores atingidos pelo esquema (como moveleiro, calçados, autopeças, supermercados e frigoríficos).

A Operação Publicano foi deflagrada em março deste ano pelo Ministério Público e rendeu acusações criminais por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Os investigadores estimam que o esquema existia havia 30 anos e faturava R$ 50 milhões anualmente.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

    Receba Nossas Notícias

    Receba nossas newsletters

    Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

    Receba nossas notícias no celular

    WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

    Comentários [ 0 ]

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.