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crise política

Planalto avalia afastamento de Cunha como tardio e benéfico para Temer

Petistas dizem que decisão demonstra que presidente da Câmara não poderia ter conduzido o processo de impeachment de Dilma

    • Folhapress Web
    • 05/05/2016 09:30
    O deputado petista Paulo Teixeira: “Ele (Cunha) deveria ter saído há muito tempo e não deveria ter presidido o processo de impeachment, já que o fez motivado por vingança”. | Sonia Baiacchi/Agência Câmara
    O deputado petista Paulo Teixeira: “Ele (Cunha) deveria ter saído há muito tempo e não deveria ter presidido o processo de impeachment, já que o fez motivado por vingança”.| Foto: Sonia Baiacchi/Agência Câmara

    A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki de afastar o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi avaliada como tardia pela equipe da presidente Dilma Rousseff e pelo comando nacional do PT. A avaliação foi a de que, já que Cunha comandou todo o processo de impeachment da petista, era melhor que ele continuasse no cargo para, na opinião deles, desgastar a imagem do eventual governo do vice-presidente Michel Temer.

    Nos últimos dias, Temer disse a aliados e peemedebistas que iniciaria um processo para se afastar de Cunha, recebendo-o apenas em agendas oficiais. O receio é que a imagem do presidente da Câmara poderia contaminar a sua gestão interina.

    Para auxiliares e assessores da petista, o Supremo demorou para analisar a saída do peemedebista diante das denúncias contra ele, o que, na avaliação do Palácio do Planalto, influenciou na aprovação do processo de impeachment da presidente.

    Ministro do STF afasta Cunha da presidência da Câmara e do mandato de deputado

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    Nas palavras de um assessor da petista, a decisão poderia ter sido tomada antes e demonstra que Cunha não poderia ter conduzido o processo contra Dilma. Na avaliação da cúpula nacional do partido, o afastamento de Cunha questiona, inclusive, a validade do processo de impedimento da presidente. “Ele deveria ter saído há muito tempo e não deveria ter presidido o processo de impeachment, já que o fez motivado por vingança”, criticou o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP).

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