i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Aliança

PMDB de MG não tem apoio de PA e MA para vetar aliança com Dilma

Peemedebistas do Maranhão e Pará, que também têm dificuldades nas negociações com os petistas, dizem que não votarão contra a união das siglas na convenção nacional do partido

  • PorReuters
  • 04/06/2010 13:43

Um dos principais focos de tensão entre PMDB e PT, o embate entre as possíveis candidaturas ao governo de Minas Gerais do senador Hélio Costa (PMDB) e Fernando Pimentel (PT) não conseguiria sozinho atrapalhar a formação de uma aliança nacional dos dois partidos.

Peemedebistas do Maranhão e Pará, que também têm dificuldades nas negociações com os petistas, dizem que não votarão contra a união das siglas na convenção nacional do partido, no encontro agendado para o dia 12.

Os delegados peemedebistas ligados a Costa, ex-ministro das Comunicações, ameaçam votar contra a coligação entre PT e PMDB caso o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel não desista de disputar o governo de Minas Gerais. Pimentel também participa da coordenação da campanha à Presidência de Dilma Rousseff (PT).

No entanto, o movimento parece não ter eco em outros Estados. Dirigentes do PMDB do Pará e do Maranhão disseram que não pretendem aderir à iniciativa.

"O compromisso do PMDB com a Dilma Rousseff não depende em nada da questão do PT do Maranhão", afirmou à Reuters o presidente em exercício do PMDB maranhense, Remi Ribeiro Oliveira.

"Não tem nada a ver. A discussão nacional não passa pelo Estado. Não há pretensões de ameaças. Temos a consciência política aqui de como as coisas têm que ser feitas."

A maior tendência é que, durante a convenção nacional, o PMDB aprove a aliança nacional com o PT e a indicação do presidente do partido e da Câmara, deputado Michel Temer (SP), para ocupar a vaga de vice na chapa liderada por Dilma.

Remi Ribeiro Oliveira disse ainda esperar pela participação de Dilma na campanha da governadora Roseana Sarney (PMDB) à reeleição, apesar de o PT do Maranhão insistir em apoiar o deputado Flávio Dino (PCdoB).

"Toda a nossa campanha de palanque será Dilma com o PMDB", destacou.

Postura semelhante têm os peemedebistas do Pará, onde a governadora Ana Júlia Carepa (PT) e o deputado Jader Barbalho (PMDB) não chegaram a um acordo.

"A questão nacional não se mistura com a questão do Pará. O PMDB do Pará vai acompanhar o presidente Lula e a candidata do presidente Lula", sublinhou José Benedito Priante Júnior, segundo vice-presidente do PMDB paraense e cotado para ser o candidato do partido ao governo estadual.

"Estamos assinados com o presidente Temer... o problema aqui (no Pará) é de relacionamento."

Em Minas Gerais, entretanto, a situação é distinta. Para evitar um cenário extremo, PT e PMDB decidiram que definirão um candidato comum baseados em pesquisas sobre o desempenho dos dois pré-candidatos. A decisão está agendada para o domingo.

"Eles não têm porque esticar a corda, primeiro porque há um projeto nacional em jogo", argumentou o presidente do PMDB mineiro, deputado Antônio Andrade.

Com 69 dos 803 votos na convenção nacional, o PMDB mineiro tem a segunda maior bancada, atrás apenas dos delegados do Rio de Janeiro (80 votos).

Se decidirem abandonar a pré-candidatura de Dilma, os aliados de Costa poderão se juntar aos peemedebistas que já apoiam a candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência, como os representantes de São Paulo e Pernambuco. Aliados do presidente do partido, entretanto, não veem risco real nas ameaças e tampouco temem um revés na convenção nacional.

"O clima está mais calmo. Há a necessidade de um diálogo sobre Minas Gerais, mas o PT tem dito que o caminho será pelo Hélio", disse uma fonte da cúpula peemedebista.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

    Receba Nossas Notícias

    Receba nossas newsletters

    Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

    Receba nossas notícias no celular

    WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

    Comentários [ 0 ]

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.