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Joaquim Levy, ministro da Fazenda, voltou a defender a volta da CPMF. | Ueslei Marcelino/Reuters
Joaquim Levy, ministro da Fazenda, voltou a defender a volta da CPMF.| Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu nesta terça-feira (15) a retomada da CPMF, extinta em 2007, mas reconheceu a impopularidade da medida ao dizer que “todo mundo diz que é muito horrível”. “Todo mundo diz que [CPMF] é muito horrível, os políticos não gostam. Mas é um imposto pequenininho, de dois milésimos”, disse Levy, destacando que trata-se de um imposto que é pago por todos de maneira uniforme.

“É muito justo esse imposto e fácil de recolher. É um imposto para se enfrentar um momento especial [de dificuldades]”, afirmou, em entrevista para o canal de TV estatal NBR. Ainda segundo Levy, a CPMF não gera impactos inflacionários, ao contrário de tributos como o ICMS e a Cide.

Sobre a nova proposta orçamentária para 2016, Levy disse que as novas medidas devem ser debatidas no Congresso Nacional e espera que até o final do ano tudo esteja acertado.

“Não pode ter rombo no orçamento. País que tem rombo não é um país que cresce. Tem que ter segurança e temos que trabalhar juntos para ter segurança fiscal”, disse o ministro. Levy afirmou ainda que o governo tem procurado saber “viver com o que tem”.

“Tomamos uma medida dura mas muito importante, adiamos o início do aumento salarial para o funcionalismo público. É um gasto importante que a gente deixa de fazer”, afirmou.

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