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Saiba como escolher a coleira e guia ideais para cada cão

Há modelos específicos para ficar em casa, passeios e treinamentos, e que ainda levam em conta a personalidade de cada cachorro

Foto: Bigstock.

Sair para passear é uma atividade benéfica tanto para os cães quanto para os donos. Como muitos animais vivem em apartamentos e passam grande parte do dia sozinhos, os passeios são essenciais para a saúde física e mental. Contudo, apesar de sair de casa ser a alegria de muitos cães, alguns ficam fora de controle, o que torna fundamental saber escolher a melhor guia e coleira.

A psicóloga canina Cláudia Pizzolato, especializada em comportamento animal, dá dicas sobre o melhor acessório para cada momento. Confira:

Para ficar em casa

Pode parecer desnecessário manter uma coleira no cachorro dentro de casa, mas ela é útil para resolver problemas comportamentais (segurar o cão muito agitado quando chegar uma visita, por exemplo) e questões de segurança (as coleiras diárias podem vir com uma medalha de identificação com o nome e contato dos donos, o que ajuda em caso de fuga ou desaparecimento do animal).

Quanto ao material, as coleiras em nylon são mais duráveis e secam mais rápido do que as de algodão e couro. É preciso estar atento à qualidade do fecho e forma de regulagem. Os fechos de plástico do tipo trava de engate podem ser usados, mas devem ser checados periodicamente para verificar se não estão deformando e comprometendo a pressão.

Para treinamentos e passeios

Uma das coleiras mais recomendadas para essas situações é a Gentle Leader, desenhada para educar os cães sem correr o risco de machucá-los. Além disso, abre uma linha de comunicação livre de crueldade entre o cão e o dono. O modelo funciona como um cabresto através de uma tira de nylon para o focinho e outra para o pescoço, responsáveis por “sinalizar” aos cães que a pessoa que segura a guia tem o total controle. A coleira é especialmente indicada para cães muito fortes que arrastam os donos na rua, agitados, hiperativos, dominantes, agressivos, tímidos ou medrosos.

Outra opção de coleira de treinamento são os enforcadores, que exigem prática e orientação especial para o uso, de forma a não machucar o cão. A corrente (ou tira de nylon) única, com uma argola em cada extremidade, é usada para simular uma “mordida” no pescoço do cachorro. Se usados de forma inapropriada, os enforcadores podem manter uma pressão exagerada no pescoço do animal, causando estrangulamento. O enforcador não deve nunca ser deixado no pescoço dos cães se os donos não estiverem por perto, pelo risco de enroscamento e morte.

Enforcadores de nylon são mais indicados para filhotes, cães de pelagem longa (que poderia ser danificada com o uso constante do acessório de metal), cães com a pele muito sensível ou donos que têm dificuldade de usar corretamente o enforcador de corrente.

Há também o meio enforcador, indicado para quem está aprendendo a treinar cachorros e para quem não consegue dominar totalmente a técnica de correção com o enforcador de corrente. Também funciona para cães já bem educados, mas que exigem correção leve. A diferença entre o meio enforcador e os outros, é que nele há um limite de pressão que pode ser exercida no pescoço do cão.

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Para passeios

Guias modelo peitoral foram desenhadas para desencorajar os cães a puxar durante os passeios, sem machucá-los ou criar desconforto. Elas são fáceis de vestir, ajustar e a praticidade de uso é imediata. O modelo Easy Walk traz a guia presa em uma argola localizada logo acima do osso do peito do cão. Se ele tentar puxar com força para a frente, a guia irá virá-lo delicadamente para o dono, interrompendo a marcha. As coleiras do tipo peitoral não exercem pressão no pescoço ou na garganta, evitando engasgos ou danos às raças que possuem sensibilidade na traqueia. Também são ideais para cães com focinho muito curto.

Guias

Em geral, a melhor guia é aquela que deixa o dono mais confortável para passear com o pet. Os materiais mais usados são nylon, couro e algodão. Embora as guias de nylon ofereçam uma enorme variedade de cores e estampas, o algodão e o couro são mais apropriados para as coleiras de treinamento, pois machucam menos as mãos de donos e treinadores.

Guias de couro não podem ser guardadas molhadas, porque isso impacta sua durabilidade. As mais duráveis são os modelos sem costura e cujos arremates são feitos através de tranças.

As guias de passeio não obedecem a um padrão de tamanho, enquanto as de treinamento devem ter, no mínimo, 1,80m de comprimento, para dar à pessoa que está conduzindo o cão, folga suficiente para executar todos os exercícios. De um modo geral, guias não devem ter nenhum acessório extra, como amortecedores de puxões (molas).

Os modelos acima mencionados podem ser encontrados à venda no site www.bitcao.com.br.

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