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Comportamento

Mortos-vivos de todas as idades animam a Zombie Walk 2018

Desde 2006, o Carnaval alternativo de Curitiba se consolida como tradição da cidade; veja quem costuma participar da marcha de zumbis curitibanos

  • PorMarina Mori
  • [11/02/2018] [13:56]
Fotos: Daniel Caron / Gazeta do Povo
Fotos: Daniel Caron / Gazeta do Povo| Foto:

Existe uma regra universal quando se fala em zumbis: ao ver um exército de mortos-vivos vindo em sua direção, corra. Pelo menos, esta seria a sugestão que o xerife Rick Grimes, da série norte-americana The Walking Dead, daria a qualquer pessoa. Mas, como todas as regras têm suas exceções, esta não seria diferente. Caso veja uma multidão de curitibanos com feridas, sangue e esqueletos à mostra caminhando ao longo da principal praça da cidade, junte-se a eles. Conhecida como Zombie Walk, a marcha dos zumbis de Curitiba já é tradição do Carnaval alternativo da capital paranaense.

Crianças de todas as idades, adultos e até cachorros fantasiados de mortos-vivos invadiram a Boca Maldita, no calçadão Rua XV de Novembro, no início da tarde deste domingo (11). Ao som de muito rock, famílias inteiras desfilavam interpretando grunhidos e caretas.

Os administradores Loivomar Santos dos Santos, de 46 anos, e Priscila Kaminski, 40, fizeram parte do coro. Vieram de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, para participar da Zombie Walk pela primeira vez com os dois filhos – João, de sete anos, e Pedro, de 11.

“Vale muito a pena trazer as crianças. É um evento tranquilo, superorganizado. Com certeza viremos mais vezes”, diz Priscila. Sorridente, ela exibia na testa a marca de um tiro ensanguentado, enquanto o marido exibia no rosto as marcas de garras de algum monstro. Possivelmente, um lobisomem. “Viemos porque os meninos gostam muito de filmes de zumbis, mas acabamos nos divertindo também”, confessa Santos.

A primeira vez é inesquecível. Depois desta Zombie Walk, a família tem certeza de que voltará nas próximas. Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo
A primeira vez é inesquecível. Depois desta Zombie Walk, a família tem certeza de que voltará nas próximas. Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo

De fato, diversão é mesmo uma palavra de ordem da Zombie Walk. Por mais assustadoras que algumas fantasias possam ser, o espírito de confraternização e alegria é a alma da festa, que ocorre há 12 anos na capital. Neste Carnaval, a expectativa de público do evento era de 20 mil pessoas. Saiba mais sobre o evento aqui.

> Zombie Walk 2018 vai ter parada no Paço da Liberdade; veja trajeto

Zumbis de quatro patas

A marcha dos mortos-vivos teve até cachorros fantasiados. A vira-lata Cherrie, de três anos, passeava entre múmias e monstros vestida para a ocasião: com faixas de gaze amarradas em volta do corpo e marcas de “sangue” feitas de tinta. “Sempre trago ela, porque ela adora uma festa. O mais legal desse evento é a variedade da manifestação cultural, que mostra quanta gente diferente existe em Curitiba”, afirma a tutora Letania Kolesza, 44.

Cherrie: pronta para o ataque zumbi. Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo
Cherrie: pronta para o ataque zumbi. Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo

Já Mila, uma vira-lata de um ano e meio, teve o primeiro contato com os zumbis neste Carnaval. “Imaginei que ela fosse estranhar um pouco por causa das fantasias de todos, mas ela está bem animada”, conta a tutora Louise Ferreira dos Santos, 28.

Atenção para o detalhe da fantasia de Mila, uma saia de tule rosa shock. Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo
Atenção para o detalhe da fantasia de Mila, uma saia de tule rosa shock. Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo

Mulher Maravilha versão Zombie Walk

A estudante Larissa Cristina Martins da Silva, de 19 anos, participa da Zombie Walk há quatro anos. Para ela, a preparação da fantasia é, por si só, um momento único. Presença constante no Shinobi Spirit, evento de cultura pop realizado em Curitiba desde 2009, ela já é conhecida por fazer o cosplay da Mulher Maravilha há dois anos.

Neste Carnaval, resolveu dar um toque mais sombrio à fantasia e transformou a super-heroína da DC em uma versão macabra, com direito a lentes de contato assustadoras e marcas de ferida no rosto todo. “Demorei duas semanas para fazer tudo. Ficou tão legal que estou pensando em adotar esta versão para os próximos eventos”, conta.

Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo
Foto: Daniel Caron / Gazeta do Povo

A seguir, veja outros destaques das fantasias da Zombie Walk 2028:

Mortos-vivos de todas as idades animam a Zombie Walk 2018Mortos-vivos de todas as idades animam a Zombie Walk 2018Fotos: Daniel Caron / Gazeta do Povo
Fotos: Daniel Caron / Gazeta do Povo

Veja como foi a preparação dos zumbis para a marcha, no início da tarde deste domingo (11):

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