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Comportamento

O que os aposentados fazem na Rua Schiller? Bocha, cartas e muita conversa

O Viver Bem acompanhou uma manhã com os aposentados na Associação de Bocha do Alto da XV, localizado na rua Schiller. Confira!

  • PorRedação*
  • 15/07/2017 11:00
Aposentados se reúnem todos os fins de semana na Associação de Bocha do Alto da XV para fazer churrasco, jogar cartas e conversar (Foto: Larissa Abrão / Gazeta do Povo)
Aposentados se reúnem todos os fins de semana na Associação de Bocha do Alto da XV para fazer churrasco, jogar cartas e conversar (Foto: Larissa Abrão / Gazeta do Povo)| Foto:

Encontrar o aposentado Athos Frecceiro no Alto da XV não é difícil. Morador do bairro há 62 anos, um dos seus cantos favoritos é a Associação de Bocha Jardim Ambiental II, localizado no início da Rua Schiller, quase esquina com a rua XV de Novembro.

Lá ele se reúne religiosamente aos fins de semana com os vizinhos, também aposentados, desde a inauguração da associação, em 1984. “Sou viúvo e todos aqui são meus amigos. Tenho alguns que conheço há mais de 60 anos”, comenta o senhor, que reforça o clima brincalhão e de parceria entre os associados.

Embora a quadra de bocha esteja aberta todos os dias, aos sábados o movimento aumenta e os vizinhos se encontram. Ao todo, são 50 sócios que, além de jogarem partidas de bocha, aproveitam para preparar um churrasco, assistir jogos de futebol e jogar cartas.

Fotos dos antigos encontros relembram histórias dos aposentados na Associação de Bocha do Alto da XV (Foto: Larissa Abrão / Gazeta do Povo)
Fotos dos antigos encontros relembram histórias dos aposentados na Associação de Bocha do Alto da XV (Foto: Larissa Abrão / Gazeta do Povo)

O espaço conta com freezer, micro-ondas, panelas e, claro, a churrasqueira. Os utensílios de cozinha são doados pelos associados. Para participar, basta pagar a mensalidade de R$ 7, que se reverte em benefícios para o local e, no fim de ano, para uma festa que reúne os associados e familiares.

Delminda Pires, aposentada e moradora em frente à associação, considera o local uma segunda casa. “É um hobby, um lazer. Aqui, todos são amigos. De tarde nos reunimos eu e as meninas para comer bolinho de chuva e pipoca”, relata a associada, que lembra que o espaço é público: “Está aberto a quem quiser!” Quem tiver interesse, basta conversar com algum membro da associação para pegar a chave.

Durante o ano também são organizados campeonatos de bocha e tranca, com troféus cedidos pela prefeitura. A cada mês, os aniversariantes se reúnem e preparam um almoço aos demais colegas.

Uma das associadas mais antigas, e vice-presidente da atual gestão, Maria Helena conta que, depois de ter se aposentado, o encontro com os amigos e amigas na associação é a melhor opção para passar o dia. Em suas mãos, fotos dos antigos encontros relembram as histórias que o espaço proporcionou a eles.

Foram incontáveis almoços, reuniões, muitas conquistas e derrotas nos jogos de cartas ao longo dos últimos 30 anos. “Reunimos pessoas diferentes, de vários lugares, mas que aqui todos são iguais”, reforça Luiz Carlos, ex-presidente e sócio há mais de 10 anos.

*Com colaboração de Larissa Abrão

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