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Todo ano, 50 mil mulheres, em média, são diagnosticadas com câncer de mama no Brasil, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Mastologia. O autoexame das mamas e a mamografia são práticas conhecidas das mulheres para a detecção precoce da doença, mas alguns testes genéticos também podem ajudar na prevenção, visto que parte da doença tem influência da herança familiar.

Os testes de genética preventiva, ou de medicina personalizada, são feitos a partir da coleta de células da mucosa bucal ou de sangue, e podem indicar as chances que a pessoa tem em desenvolver diferentes doenças, como o câncer de mama, a partir das mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.

No entanto, os exames genéticos não podem dar certeza se o paciente terá ou não a doença. “Pessoas que se descobrem mais predispostas podem adotar medidas preventivas simples, como mudança de hábitos de vida, ou assumir procedimentos mais rígidos na prevenção, de acordo com orientações do médico responsável”, explica Marcos Kozlowski, bioquímico e responsável técnico do LANAC – Laboratório de Análises Clínicas.

Conheça o tumor

Um dos exames indicados para quem descobriu o câncer de mama é o FISH HER2. Ele verifica se as células cancerígenas apresentam ou não um número anormal da proteína que ajuda no crescimento do tumor e na multiplicação celular, o HER2. Quem apresenta um exame com HER2 positivo pode usar uma medicação conhecida como Herceptin, com poucos efeitos colaterais imediatos e que responde melhor a este tipo específico de tumor, segundo Kozlowski. O exame, porém, deve ser indicado por um especialista.

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