Patrocínio

Hospital Pilar X-Leme Diagnóstico Por Imagem Mantis Diagnósticos Avançados

Fernanda Machado revela ter sofrido aborto espontâneo; por que isso ocorre?

Embora pouco comentados, os abortos espontâneos ocorrem em até 36% das gestações e são considerados acidentes de percurso, que normalmente não prejudicam gestações futuras

Fernanda Machado disse que abafar e esconder o caso só estava trazendo mais dor e agradeceu as mensagens de superação que foram compartilhadas. Foto: Reprodução Instagram

Fernanda Machado, 38, usou as redes sociais neste domingo (28) para agradecer as mensagens de carinho e apoio que recebeu nos últimos dias. Na sexta (26), a atriz compartilhou com seus seguidores que havia tido um aborto espontâneo.

“Fiquei muito emocionada com todas as mensagens de carinho, amor e suporte que recebi aqui. Muito obrigada! Estou lendo todas as mensagens que recebi. E uma das coisas que mais tem me feito bem nesse momento, tem sido dividir minha dor dessa perda gestacional e conhecer histórias de outras mulheres que passaram pelo mesmo problema, isso tem sido parte do meu processo de superação”, disse Fernanda, em seu perfil no Instagram.

A atriz afirmou que “abafar e esconder o que houve, no meu caso, só estava me causando mais dor”. Ela também disse que tem se surpreendido como descobriu outros amigos depois que dividiu a sua perda.

“E tem sido surpreendente pra mim, como depois que a gente se abre e divide nossa perda, descobrimos mais tantas outras amigas e conhecidas, que também viveram a mesma perda, mas que não tínhamos a menor ideia”, escreveu a atriz, que é mãe de Lucca, de três anos.

>> “O Paciente de Berlim”: a história do primeiro homem a vencer a Aids

Casada com o empresário americano Robert Riskin desde 2014, Fernanda Machado agradeceu as mensagens e histórias de superação que foram compartilhadas com elas. “Muito obrigada por dividirem suas histórias de superação e evolução comigo e com todas nós. Vocês todas são incríveis e saibam que a força e a doçura de vocês, acalentou muito meu coração e servirá de inspiração pra eu seguir em frente… Todo meu amor pra vocês!”

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Fiquei muito emocionada com todas as mensagens de carinho, amor e suporte que recebi aqui. Muito obrigada! Estou lendo todas as mensagens que recebi. E uma das coisas que mais tem me feito bem nesse momento, tem sido dividir minha dor dessa perda gestacional e conhecer histórias de outras mulheres que passaram pelo mesmo problema, isso tem sido parte do meu processo de superação. Abafar e esconder o que houve, no meu caso, só estava me causando mais dor. E tem sido surpreendente pra mim, como depois que a gente se abre e divide nossa perda, descobrimos mais tantas outras amigas e conhecidas, que também viveram a mesma perda, mas que não tínhamos a menor idéia. Muito obrigada por dividirem suas histórias de superação e evolução comigo e com todas nós. Vocês todas são incríveis e saibam que a força e a doçura de vocês, acalentou muito meu coração e servirá de inspiração pra eu seguir em frente… Todo meu amor pra vocês! ❤️🌹🙌🏻 #perdagestacional #ihadamiscarriage #miscarriage #abortoespontaneo #juntassomosmaisfortes #gratidao

Uma publicação compartilhada por Fernanda Machado (@realfemachado) em

Quais são as causas mais comuns?

Embora pouco comentados, os abortos espontâneos ocorrem em até 36% das gestações e são considerados acidentes de percurso, que normalmente não prejudicam gestações futuras.  A causa mais comum de abortos espontâneos no início da gestação são erros genéticos na divisão celular do embrião, que não podem ser previstos, prevenidos e cuja responsabilidade não pode ser atribuída a ninguém. Um acidente de percurso que não significa um sinal de que ocorrerão problemas em gestações futuras.

Se até a 12.ª semana o aborto espontâneo está normalmente relacionado a defeitos genéticos, da 13.ª a 20.ª ele pode estar relacionado a problemas anatômicos da mãe – uma alteração no útero, que não se expande, ou no colo que se abre. A partir da 17.ª semana, no entanto, a formação do coração e os batimentos cardíacos reduzem as chances de abortamento. Veja alguns casos em que o aborto espontâneo pode ocorrer:

Erros genéticos

Até a 12ª semana de gestação, os principais culpados pelo aborto espontâneo são problemas genéticos. Na formação do embrião, a combinação de dados do espermatozoide e do óvulo pode dar origem a síndromes que impedem a evolução da gravidez.

Incompatibilidade sanguínea

Se a mãe tiver sangue Rh negativo e gera um bebê Rh positivo, ela pode precisar tomar uma dose de gamaglobulina anti-Rh até 72 horas após o nascimento do filho ou aborto do primeiro feto. O corpo materno percebe uma proteína intrusa, o Rh, e produz anticorpos que atacam as hemácias do feto. Esses anticorpos não influenciam a primeira gestação, mas vão ficar preparados para a segunda gravidez.

Incompatibilidade imunológica

Vacinas produzidas com linfócitos presentes no sangue do pai podem ser indicadas para mães que tiveram falha na interação com o aloenxerto paterno, ou a porção do embrião que veio do pai. Como o sistema imunológico está sempre preparado para atacar o que não pertence ao organismo, se o corpo da mãe não souber reconhecer o feto, pode ser difícil manter a gestação.

Dificuldades anatômicas

Quando o aborto ocorre entre a 13ª e 20ª semana de gestação, pode estar relacionado a problemas anatômicos da mãe, como alterações no útero, que não se expande, ou no colo que se abre. A partir da 17ª semana, a formação do coração e os batimentos cardíacos reduzem as chances de abortamento.

Causas secundárias

Apesar de a maioria dos abortamentos decorrerem de alterações na divisão celular, algumas infecções por bactérias ou vírus também causam mudanças na formação do embrião, como é o caso do citomegalovírus, vírus da rubéola e a toxoplasmose.

LEIA TAMBÉM

8 recomendações para você

Deixe seu comentário