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Hemofilia afeta mais homens que mulheres; saiba quais são os sinais e sintomas

Dia Nacional da Hemofilia é lembrado neste dia 4 de janeiro; cerca de 12 mil brasileiros são atingidos pela doença

(Foto: Bigstock)

Distúrbio sanguíneo que afeta a coagulação, a hemofilia é uma doença considerada rara, porém importante: o hemofílico não possui as proteínas responsáveis pela coagulação sanguínea, principalmente os fatores VIII e IX, no caso da hemofilia tipo A e B, respectivamente.

Isso significa que, quando sofre uma batida ou um acidente, o hemofílico sofre um risco maior de complicações do que uma pessoa comum, pois sangra mais do que deveria, provocando hemorragias.

Para chamar a atenção para a doença, o dia 4 de janeiro é lembrado como o Dia Nacional da Hemofilia. A data foi escolhida por marcar o falecimento do cartunista Henfil, que também era hemofílico. Existem, atualmente, cerca de 12 mil hemofílicos no Brasil, de acordo com informações do Ministério da Saúde.

Quando diagnosticado, o tratamento mais comum é a reposição das proteínas faltantes, através das veias. Existem, no entanto, novos tratamentos em estudos, que prometem resultados melhores e uma melhor qualidade de vida. As novidades ainda estão sendo pesquisadas e não estão disponíveis, por enquanto, ao público.

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Conheça mais sobre a doença, sinais e sintomas:

Homens x mulheres

Homens são mais predispostos a ter a doença, visto que ela está relacionada a alteração do cromossomo X. Como as mulheres apresentam dois cromossomos X, mesmo que um deles esteja modificado, o outro compensa, e o distúrbio não se manifesta.

De onde vem?

A maioria dos hemofílicos adquiriu a doença dos pais ou familiares, visto que boa parte dos quadros é hereditária. Uma pequena parcela pode ser ocasionada por uma deficiência adquirida, como depois de um câncer, por exemplo.

Sinais e sintomas

Fique atento aos hermatroses – acúmulo de sangue em uma articulação. Esse é um sinal importante da hemofilia. Da mesma forma, hematomas musculares, constantes sangramentos no nariz, gengiva, sistema digestivo e urinário, ou hemorragia intracraniana, podem ser sinais da doença.

Se tiver um quadro de sangramento anormal, em grande volume ou proveniente de um trauma, procure um médico.

Como identificar

O diagnóstico da hemofilia é feito a partir de um exame de sangue, no qual se detecta a deficiência do componente sanguíneo.

Há cura?

Infelizmente, apesar do avanço no tratamento, a doença não tem cura.

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