i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Saúde e Bem-Estar

Entenda a diferença entre climatério e menopausa

Climatério antecede condição própria às mulheres

  • PorMarina Mori
  • 27/11/2015 19:00
Entenda a diferença entre climatério e menopausa
| Foto:

Dos 40 aos 55 anos, toda mulher passa por uma fase de mudanças. A transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva pode vir acompanhada de alguns sintomas desagradáveis que afetam o corpo e o sistema emocional. É o climatério, seguido da menopausa. Embora se relacionem, os termos têm significados distintos e são diagnosticados através de dosagens hormonais.

O climatério pode durar de um a quatro anos e corresponde ao período em que a mulher sente na pele os efeitos da diminuição dos hormônios estrogênio e progesterona. Aos 40 anos de idade, os ciclos menstruais ficam desregulados e é comum ter hemorragias. Ao longo desse tempo, eles se tornam mais espaçados. Somente quando se passa um ano sem nenhuma menstruação é possível afirmar que a menopausa se instalou. Se isso acontecer antes dos 40 anos, ela é considerada precoce.

Pelo menos três em cada quatro mulheres sofrem os sintomas do climatério. As alterações de humor ficam mais frequentes, o ponteiro da balança sobe (a massa óssea dá lugar à gordura), a pele e o cabelo perdem o viço, a libido diminui. Junto com tudo isso, vêm os calorões. Os famosos fogachos causam crises insuportáveis de calor no tórax, pescoço e rubor no rosto. Aumentam a temperatura corporal em até 5°C e podem durar de um a cinco minutos, tempo suficiente para transpirar como se tivesse corrido uma maratona.

Tratamento
Mesmo após a menopausa, 40% a 60% das mulheres podem continuar com os sintomas do climatério. Por outro lado, há várias alternativas de tratamento para melhorar a qualidade de vida durante esse período.
Fortalecer o corpo com atividade física é um ótimo começo. Além de liberar serotonina e endorfina, hormônios que dão sensação de prazer e bem-estar, a prática regular de exercícios previne a osteoporose.

A terapia mais comum é a de reposição hormonal, conhecida como TRH. Segundo Francisco Furtado Filho, ginecologista do Hospital Vita, a melhora pode ser total em alguns casos, mas há exceções. Mulheres que apresentam problemas vasculares, antecedentes de trombose ou câncer de mama e útero na família não devem fazer a TRH. Além disso, ser fumante também contribui para uma resposta negativa ao tratamento.

Alguns fitoterápicos são usados como alternativa ao uso da pílula. É o caso do óleo de prímula, da cimicifuga e das isoflavonas (compostos ricos em fitoestrogênio presentes na soja). Para a farmacêutica Isaura Carolina Vieira, quem consome a isoflavona de 5 a 10 anos antes do climatério tem menos chances de vivenciar os sintomas. De qualquer forma, é importante receber acompanhamento médico em todos os tratamentos.

Mais folhas verdes
Não economize na ingestão de folhas verdes, peixes, frutas cítricas e oleaginosas. Esqueça os doces e refrigerantes. Uma alimentação saudável ajuda a repor nutrientes que podem amenizar os sintomas do climatério.

Fontes: Francisco Furtado Filho, ginecologista do Hospital Vita/Marcia Regina Zanello Pundek, ginecologista e professora da Universidade Positivo/ Isaura Carolina Carvalho Vieira, farmacêutica.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.