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Fraturas podem ser tratadas sem cirurgia

Métodos minimamente invasivos e tratamentos conservadores podem ser a melhor opção

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As quedas em casa ou na rua são tão preocupantes quanto as sequelas que cirurgias ortopédicas invasivas podem causar. Entre os idosos, às vezes vale mais a pena tratar fraturas e osteoartroses de forma conservadora, com recuperação em casa, do que correr o risco de desenvolver pneumonia, trombose ou escaras na pele depois da cirurgia.

Fraturas com padrão de estabilidade, sem desvios muito grandes podem ser tratados apenas com repouso, de acordo com o chefe da divisão de Trauma Ortopédico em Adultos e Idosos do Instituto Nacional de Ortopedia e Traumatologia, Leonardo Rocha. “Mesmo que o idoso tenha ossos mais frágeis, o princípio de consolidação não sofre nenhum atraso pela idade. O paciente tem uma cicatrização de forma natural”, afirma.

No caso das osteoartroses, desgastes nas articulações, especialmente do quadril e joelhos, o tratamento conservador deve sempre ser tentado, conforme explica Henrique Gurgel, médico do grupo de quadril do Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP. “Se o paciente não melhorar, e permanecer com dor e má qualidade de vida, indica-se a cirurgia. No caso das fraturas, depende ainda da localização. Geralmente fraturas de quadril são cirúrgicas, da coluna são de tratamento conservador, e do ombro e punho dependem da gravidade”, diz Gurgel.

Fortaleça!

Conferir a densidade óssea com frequência ajuda a manter a resistência dos ossos. Entre as mulheres em menopausa e homens a partir dos 70 anos, o desequilíbrio hormonal favorece a fragilidade óssea. Se houver histórico de osteoporose, os riscos aumentam. “Repor cálcio, vitamina D e mudar a alimentação ajudam a fortalecer”, diz Leonardo Rocha.

MAIS COMUNS

Veja as fraturas prevalentes:

A mais comum – Tanto embaixo do colo do fêmur, quanto o próprio colo são as fraturas mais comuns entre idosos, em quedas em casa ou na rua.

Membros superiores – As fraturas de membro superior, como o osso úmero, mais próximo do ombro, e do rádio, próximo ao punho, estão em segundo lugar, mas não causam tantos danos na locomoção do paciente.

Em vértebras – As vértebras são também preocupantes entre os idosos, principalmente entre quem tem níveis de osteoporose graves.

Desgastes – O desgaste das articulações, como a osteoartrose, também contribuem no aumento das cirurgias ortopédicas na terceira idade. Os locais mais atingidos são quadril e joelhos.

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