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Novas tecnologias usam oxigênio ativo para reduzir dor após procedimentos odontológicos

Produtos de saúde bucal usam benefícios do oxigênio na fórmula, como a cicatrização de feridas mais rapidamente e a proteção contra doenças comuns

Novas tecnologias ajudam a reduzir as dores e as lesões bucaisNovas tecnologias na odontologia ajudam a reduzir as dores e as lesões bucais (Foto: Bigstock)

Quem passou por uma cirurgia odontológica – seja a retirada de um dente ou a implantação de outro – sabe que o processo de cicatrização vem acompanhado de dor, feridas e o cuidado redobrado na limpeza.

Não à toa, portanto, que muita gente foge da cadeira do dentista. Mas especialistas e pacientes estão cada vez mais armados contra esses problemas, com novas tecnologias em equipamentos e produtos de saúde bucal voltados à facilitar os cuidados.

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Cremes dentais, enxaguatórios, espumas e gel que levam na fórmula o oxigênio ativo aceleram o processo de cicatrização das feridas, reduzindo a dor dos pacientes. Isso porque o oxigênio ativo, liberado de forma lenta, controlada e gradual, acelera o metabolismo das células, aumenta a síntese do colágeno e da atividade antibacteriana da boca, e isso se traduz em menor tempo sofrendo com uma ferida ou lesão.

“O paciente que faz uso desses produtos vê uma ferida cicatrizar muito mais rápido. Ele operou semana passada e nessa semana a sua ferida é mínima. O paciente não vai ter a sensação de que passou por um procedimento cirúrgico por muito tempo”, explica Amanda Lopes, dentista especialista em implantodontia e consultora da Blue M, marca holandesa de produtos de saúde bucal com oxigênio ativo

Os produtos com oxigênio ativo podem ser usados pelo público em geral, dentro da prevenção e manutenção da saúde bucal, independentemente da idade. No entanto, quem vai sentir mais rapidamente os benefícios são pacientes que sofrem com feridas.

Por exemplo, pacientes oncológicos, cujo tratamento quimioterápico favorece a formação de mucosites (inflamações na mucosa oral, que levam a úlceras), prejudicando a alimentação e a qualidade de vida. Ou mesmo pacientes idosos acamados, em recuperação de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), que necessitam de auxílio com o cuidado bucal.

“[Os produtos] servem a todos os públicos. Há uso na oncologia pediátrica, onde se usa a espuma com oxigênio ativo para tratar as mucosites. Em resumo, é como uma câmara hiperbárica [terapia de uso do oxigênio para tratamentos de saúde] na mão. Você pode tratar em casa, e a um custo mais acessível”, explica Eduardo Delage, dentista especialista em ortodontia e diretor da Blue M.

A marca Blue M apresentou os produtos durante o congresso de odontologia 5ª Neodent Congress, ocorrido em Curitiba (PR) entre os dias 6 a 8 de junho, na Expo Unimed Curitiba.

Futuro é 3D

O mundo é digital e isso pode ser visto não apenas nos smartphones e smartwatches por aí, mas dentro dos consultórios dos dentistas. Fazer um molde dos dentes do paciente com aquela pasta (que, em geral, gera ânsia e incômodo) é coisa do passado.

Hoje os especialistas têm à disposição equipamentos que escaneiam toda arcada dentária do paciente (sem necessidade de pasta alguma), reproduzem em um sistema computadorizado e a imprimem em uma impressora 3D.

Aparelho faz um escaneamento digital dos dentes do paciente

Aparelho faz um escaneamento digital dos dentes do paciente. Demonstração foi realizada durante o 5º Neodent Congress, realizado no início de junho em Curitiba (Foto: Divulgação / Marcelo Elias)

Em poucos minutos, o especialista tem em mãos a reprodução dos dentes do paciente, no qual verifica onde precisará atuar. Em outra máquina, de usinagem, produz em cerâmica o dente ou a restauração. Testa o novo dente na arcada em resina e, se estiver tudo certo, leva ao paciente.

“O paciente chega, recebe o implante, sai do consultório com o dente novo e pode ir para uma churrascaria comer. No passado, o paciente ia ao consultório, esperava quatro a cinco semanas para receber o provisório. Hoje você transforma o sorriso da pessoa imediatamente, e a qualidade de vida também”, explica Matthias Schupp, vice-presidente executivo na América Latina e CEO da Neodent.

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