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Saúde e Bem-Estar

Pesquisadores descobrem novo subtipo do HIV, fruto de mutação

A descoberta não é motivo para pânico, pois o novo subtipo é raro e, provavelmente, restrito à República Democrática do Congo, onde a epidemia surgiu

  • PorEstadão Conteúdo
  • 09/11/2019 10:00
A descoberta não é motivo para pânico. O novo subtipo é raro e, provavelmente, restrito à República Democrática do Congo, onde a epidemia surgiu. Foto: Bigstock.
A descoberta não é motivo para pânico. O novo subtipo é raro e, provavelmente, restrito à República Democrática do Congo, onde a epidemia surgiu. Foto: Bigstock.| Foto:

Pela primeira vez em 19 anos, pesquisadores descobriram um novo subtipo do vírus da aids. A cepa inédita pertence ao grupo que gera mais de 90% dos casos da pandemia.

Como qualquer outro vírus, o HIV sofre mutações que, eventualmente, podem dar origem a um novo subtipo.

“Essa descoberta nos lembra que, para dar fim à pandemia do HIV, temos de acompanhar de forma contínua esse vírus em constante mutação e usar os últimos avanços da tecnologia para monitorar sua evolução”, disse a coautora do estudo Carole McArthur, da Universidade do Missouri.

Cientistas do Laboratório Abbott e da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, assinam a pesquisa, publicada na Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes.

A descoberta não é motivo para pânico. O novo subtipo é raro e, provavelmente, restrito à República Democrática do Congo, onde a epidemia surgiu.

Além disso, testes de diagnóstico são programados para reconhecer as partes mais estáveis do vírus, que geralmente não sofrem mutações.

“Em relação à epidemia global, é mais um subtipo para ficarmos alertas”, disse o coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Amílcar Tanuri.

Para descrever o novo subtipo, os cientistas tiveram de mapear o genoma de uma amostra de 2001.

Eles conseguiram fazer o sequenciamento genético completo e determinar que o vírus era idêntico ao de outras duas amostras coletadas anteriormente, em 1983 e 1990.

“Precisamos monitorá-lo para estar sempre um passo à frente do vírus”, disse Mary Rodgers, pesquisadora da Abbott e coautora do estudo. Cerca de 36,7 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo.

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