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Saúde e Bem-Estar

Quando devo procurar um psicólogo? E um psiquiatra?

Cada profissional de saúde age de uma forma e entender os sintomas e a causa do problema ajudam na escolha

  • PorAmanda Milléo
  • 07/04/2017 06:00
(Foto: Bigstock)
(Foto: Bigstock)| Foto:

Na hora de buscar ajuda para manter a saúde mental, é comum surgir a dúvida: procuro um psicólogo ou um psiquiatra? A escolha, porém, depende muito da situação e dos sintomas que a pessoa apresentar. Para explicar sobre essa diferença, o médico psiquiatra Edvino Krul Junior relatou duas histórias e pediu para que os leitores da Gazeta do Povo, durante o Papo Saúde desta quinta-feira (06), indicassem qual seria o caso de buscar um psicólogo e qual exigiria o atendimento do psiquiatra.

Psiquiatra ou psicólogo?

Caso A

O homem tem um bom emprego, é casado e é feliz no casamento, não tem problemas financeiros e nem de relacionamento. Porém, nos últimos anos, tem se sentido triste – e não sabe apontar qual é a razão desse sentimento negativo.

Caso B

Outro homem que está passando por uma situação de estresse, com brigas no casamento, inclusive levando ao fim do relacionamento. Nada parece dar certo no trabalho e sente-se constantemente irritado.

“O caso A parece que a vida da pessoa está toda organizada e não tem um motivador aparente para ele se sentir triste. Parece ser uma doença, de ser algo químico que está errado no organismo. Neste caso, é importante buscar um psiquiatra“, explica o médico.

“O caso B, por outro lado, tem um motivador. É o estresse no trabalho e em casa. Parece ser uma reação àquela situação vivenciada e poderia ser solucionado pensando nos relacionamentos daquela pessoa. É o caso, portanto, de buscar um psicólogo“, completa Krul Junior.

“Quem procura por um psiquiatra deveria também procurar um psicólogo, porque o resultado do tratamento em junto melhora”, diz o médico Edvino Krul Junior.

Essa é uma dúvida comum quando se fala de estresse e, principalmente, quais os sintomas, sequelas, cuidados e tratamentos do Estresse Crônico. O assunto foi o tema do Papo Saúde desta quinta-feira (06), e reuniu leitores da Gazeta do Povo no Núcleo Estilo de Vida, do espaço A Fábrika para a palestra “O stress crônico e sua relação com os sintomas de urgência e emergência médica”.

Ao lado do médico psiquiatra, o médico e diretor médico da Plus Santé Miguel Mariano Marzinek tratou dos sinais de estresse crônico e alertou: “Muitas pessoas tendem a confundir e a achar que estão enfartando, entrando em convulsão ou mesmo tendo um AVC, quando na verdade são sinais decorrentes de um estresse crônico”.

“Quando a pessoa passa por uma situação de estresse, a pupila dilata, a pele fica mais pálida, a musculatura tensiona, o coração acelera e esses são sinais comuns e até saudáveis, dependendo da situação. O problema está quando esses sintomas se prolongam e predispõem o organismo a outras doenças, como úlceras, gastrites e até mesmo problemas cardíacos”, explica Marzinek.

10 dicas de como lidar com o estresse diário e reduzir os sintomas (tente seguir pelo menos cinco delas)

1) Organize em uma lista todas as obrigações para o dia;

2) Seja mais assertivo nas tarefas;

3) Dê um zoom ao problema;

4) Aprenda a dizer ‘não’;

5) Expresse seus sentimentos ao invés de guardá-los para si;

6) Melhore a qualidade da alimentação;

7) Faça exercícios físicos regularmente;

8) Não beba, nem fume ou use drogas;

9) Diminua o consumo de café e açúcar;

10) Durma melhor.

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