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Cinco mitos e verdades das dores crônicas
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Dores de cabeça não são as únicas dores crônicas mais comuns (Foto: Bigstock)

Seja dor de cabeça, muscular ou em algum lugar específico do corpo, se a dor aparecer com frequência na rotina, fique atento. Dores crônicas são responsáveis por prejuízos físicos e emocionais, e nunca podem ser consideradas “normais”. Confira os mitos e verdades das dores crônicas, de acordo com Fabiola Peixoto Minson, médica da equipe de dor do hospital Albert Einstein, e autora do livro Ufa! Chega de Dor (Editora Da Boa Prosa, R$ 29,90).

Dores de cabeça são as mais comuns. Mito. As dores de cabeça não estão sozinhas na lista de dores crônicas mais frequentes. Ao lado estão as dores nas costas e as dores musculares, como as faciais.

Só há um tipo de dor de cabeça. Mito. Existem mais de 150 tipos de dor de cabeça. Toda dor de cabeça que ultrapasse seis meses precisa de tratamento. O uso constante de analgésico pode, inclusive, ser a causa de uma nova dor de cabeça.

Dor só se resolve com remédio. Mito. Os tratamentos que antes eram chamados de “alternativos”, hoje são conhecidos como “complementares”. A acupuntura é, atualmente, uma medida reconhecida para atuar na dor de cabeça. Da mesma forma, ioga, massagem e meditação são tratamentos bem vindos, visto que o estresse é um dos grandes colaboradores das dores crônicas.

Ficar em uma postura errada pode desencadear dores. Verdade. Uma das principais causas de dores nas costas e nos músculos são problemas posturais, muito uso de celular, computadores e televisores. Há também dores desencadeadas por um processo degenerativo, envelhecimento da coluna, que começa a partir dos 30 anos, normalmente. Existem também causas genéticas e o sedentarismo.

Atividade física pode ajudar no tratamento da dor. Verdade. Quando se é sedentário, muitos músculos podem não estar fortalecidos o suficiente, como os das costas. Isso pode gerar dores crônicas, e o tratamento é, entre outros, exercícios físicos.

 

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