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Combata a fome por ansiedade com sete dicas preciosas

Conheça os sinais que indicam quando o estômago precisa de alimentos, ou se é só uma pegadinha do sistema emocional

Muitas vezes as pessoas tentam apaziguar a ansiedade comendo – nem sempre algo saudável, como uma barra de chocolate ou barrinha de cereal. Foto: Bigstock.Muitas vezes as pessoas tentam apaziguar a ansiedade comendo – nem sempre algo saudável, como uma barra de chocolate ou barrinha de cereal. Foto: Bigstock.

Quando ansiosos, alguns falam demais ou muito rápido, outros não conseguem parar quietos.

O mais comum, porém, é tentar apaziguar a ansiedade comendo – nem sempre algo saudável, como uma barra de chocolate ou barrinha de cereal.

Quem desconta o nervosismo na comida não percebe que, na verdade, pode nem estar com fome, e o arrependimento da gulodice surge logo após o pacote de bolachas chegar ao fim.

Manter longe essas delícias nos momentos de estresse é a principal sugestão dos especialistas para “enganar” a ansiedade.

“Nem sempre é possível perceber que não se trata de fome, mas resultado de um sentimento de culpa, nervosismo, baixa autoestima e frustração. O açúcar é o alimento mais escolhido nessa hora pela sensação de plenitude e tranquilidade que ele dá, além de estar sempre disponível nas prateleiras”, explica a nutricionista Telma Souza Silva Gebara.

Frutas, barrinhas de cereais e castanhas são algumas sugestões para substituir brigadeiro, sonho e coxinha na hora do estresse.

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Quando o desejo por doce é desesperador, a professora do curso técnico de nutrição e dietética do TecPUC – Paraná, Silvia Spinelli, sugere trocar por geleias.

“Dar uma colherada no pote de geleia não é tão ‘criminoso’, do ponto de vista nutricional, quanto dar uma colherada no pote de doce de leite ou no creme de avelã. A dica vale principalmente para quem passa por dietas radicais ou para diabéticos, que podem optar pelas versões diet”, afirma Silvia.

Atividades físicas

Quando o cérebro recebe uma mensagem do estômago avisando que está com fome, ele nem imagina que a origem daquele sinal veio do sistema emocional ou cognitivo, fruto de uma ansiedade.

Os doces e salgados nada saudáveis se tornam, então, muletas para enfrentar a frustração do momento, mas eles podem ser evitados.

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Atividades físicas liberam endorfina, causando a mesma sensação de plenitude que os doces, segundo a nutricionista Telma Gebara.

“Se preferir, escolha uma atividade recreativa ou intelectual, que gere tanto prazer quanto o alimento. Pode ser uma massagem, uma caminhada pelo parque, aulas de dança, uma leitura que te agrade ou ir ao cinema. Busque um sistema de recompensa que funcione para você, além do docinho da padaria”, resume.

Dicas

Se você se encaixa no perfil de quem come por ansiedade ou nervosismo, adote as seguintes sugestões:

  • Em uma lancheira, coloque as frutas de que você mais gosta, de preferência lavadas e picadas, o que não dá preguiça na hora de comer.
  • Deixe os alimentos saudáveis na mesma posição que deixaria a caixa de chocolates. O mesmo movimento de levar o bombom à boca, agora será da castanha ou das frutas secas.
  • Separe alguns dias da semana para levar a comida para o trabalho, deixando de lado o almoço fora. Leve legumes e verduras lavados de casa, para uma salada fácil.
  • Reconheça qual é o momento do dia em que você recorre à comida com mais frequência: durante o trabalho ou quando chega em casa à noite e pede a pizza para compensar o estresse do dia?
  • Não deixe o estômago sentir falta do alimento e gerar a sensação de fome. Coma em intervalos regulares e repense a pausa para o lanche com os colegas.
  • Na hora do almoço, use o modelo da alimentação saudável para garantir a saciedade no começo da tarde: metade do prato com salada crua ou cozida, metade com arroz, feijão ou macarrão, peixe ou carne.
  • Não vá ao mercado com fome. A tendência de que você compre mais bobagens é maior, que estarão à disposição nos momentos de ansiedade.

 

Fontes: Silvia Spinelli, professora do curso técnico de nutrição e dietética do TecPUC – Paraná e nutricionista Telma Souza Silva Gebara.

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