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Curitiba e o estado do Paraná merecem futebol de melhor qualidade

  • PorCarneiro Neto
  • 25/05/2018 10:34
Curitiba e o estado do Paraná merecem futebol de melhor qualidade
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O Paraná é um dos estados mais importantes do Brasil. O nosso Produto Interno Bruto (PIB) baseado no agronegócio, comércio, indústria e serviços é considerado fundamental para o país. Curitiba, a nossa admirada capital, conta com cerca de 3 milhões de habitantes na região metropolitana.

Mesmo assim, causa espanto a dificuldade que os nossos times de futebol demonstram para ganhar destaque permanente no cenário nacional. Continuamos vivendo de pequenos espasmos de sucesso através dos anos.

Nem é preciso recordar as exceções do esporádico êxito alcançado pelos times locais que apenas serviram para confirmar a regra. A difícil decolagem do futebol paranaense tornou-se terreno fértil para todo tipo de exame e avaliação.

Para a maioria dos dirigentes o fator econômico tornou-se o foco privilegiado de todas as atenções. As expressivas verbas oferecidas pela televisão aos principais clubes do país seriam responsáveis pela dificuldade enfrentada pelos times paranaenses.

O bordão de um publicitário americano – “É a economia, estúpido” – usado na campanha presidencial de Bill Clinton ganhou foro de verdade incontroversa também entre nós nas interpretações sobre as disputas eleitorais, pretendendo significar que um bom resultado em termos de indicadores econômico-financeiros bastaria para atestar a aprovação do eleitorado a uma candidatura ao governo.

O economicismo, antes malsinado como uma perspectiva reducionista e empobrecedora na análise dos fenômenos sociais, ganhou, no curso dos últimos anos, galas acadêmicas e prestígio entre os analistas da cena pública.

Sob a inspiração discutível dessa sociologia, que, a bem da verdade, não nos veio de sociólogos, criou-se um argumento para tentar explicar a imobilidade técnica dos representantes do futebol paranaense.

Claro que não se discute as diferenças de poderio financeiro entre os clubes de maior audiência, que por isso mesmo ficam com a parte do leão do dinheiro investido pela televisão, mas é preciso cobrar mais criatividade, planejamento e ação por parte dos dirigentes da dupla Atletiba e também de Paraná, Londrina e Operário.

O Tricolor da Vila Capanema passou dez anos na Série B; o Coritiba caiu pela quinta vez em menos de trinta anos; o Londrina luta há décadas por um lugar ao sol; o Operário, graças ao trabalho bem elaborado por um grupo de empresários de Ponta Grossa, emite sinais de recuperação e o Atlético ainda não disse a que veio. Ou, por outra, o novo Atlético ainda não disse a que veio.

Apesar do espetacular salto patrimonial consolidado, o time não consegue empolgar.

Observa-se o embaraço do responsável pela grande virada atleticana – Mario Celso Petraglia – para explicar os altos e baixos da equipe, acompanhado de preocupante distanciamento da torcida na Arena da Baixada.

Faltam bons jogadores para a formação de uma equipe competitiva, que entusiasme o torcedor e que esteja a altura das realizações materiais efetivadas pelos atuais dirigentes do Furacão.

A grandeza do estado do Paraná e a riqueza de Curitiba fazem por merecer um futebol de melhor qualidade para a população que jamais negou apoio aos seus times de coração.

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