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Cristina Graeml

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"A meta de uma discussão ou debate não deveria ser a vitória, mas o progresso". Joseph Joubert.

Câmara dos Deputados

Por que discutir liberação do plantio de maconha no Brasil em plena pandemia?

  • [04/09/2020] [19:29]

Por que discutir liberação do plantio de maconha no Brasil em plena pandemia? Essa é a pergunta que todo brasileiro deveria estar se fazendo. É quase inacreditável que o tema tenha vindo à tona no momento em que as atenções se voltam para o coronavírus e estamos meio distraídos de tudo que não diga respeito às mudanças que a pandemia trouxe para as nossas vidas.

Mas tem deputado forçando a barra e levando adiante uma discussão sobre liberação do plantio da maconha no Brasil exatamente agora, como se não houvesse tantas outras coisas mais urgentes para votar. Pior: fazendo isso sem ouvir todos os lados, negando acesso à discussão a qualquer um que seja contrário e tentando fazer passar às pressas a votação da proposta, inclusive atropelando o processo natural de tramitação no Congresso.

O assunto "maconha" vinha sendo discutido na Câmara dos Deputados há cinco anos, desde que o deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE) apresentou um projeto (PL 399/2015) para modificar a lei de 2006 que instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. A ideia de Fábio Mitidieri era autorizar a comercialização no Brasil de medicamentos à base de Cannabis sativa.

Fora do Legislativo essa discussão já aconteceu e resultou em decisões que beneficiam os pacientes com prescrição para terapias à base de canabidiol. Em 2014 o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou a prescrição de remédios com canabidiol; no ano seguinte a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou a proibição do uso de canabidiol e, em 2016, autorizou remédios com tetrahidrocanabinol (THC), principal substância psicoactiva encontrada nas plantas do gênero Cannabis.

Depois, em 2017, a própria Anvisa aceitou o registro do Metavyl, à base de Cannabis e, no fim do ano passado, deu parecer favorável a uma resolução autorizando a importação do princípio ativo da maconha para a produção, aqui no Brasil, de produtos destinados ao tratamento de pessoas com algumas doenças raras, desde que os pacientes tenham prescrição e acompanhamento médico.

Ainda assim a Anvisa chamou de "produtos", alegando que não podem ser classificados como remédios, porque não existem estudos comprovando a eficácia do uso de uma parte dessa planta para tratamentos de saúde.

Na Câmara dos Deputados o projeto que propõe autorizar legalmente a comercialização de medicamentos à base de canabidiol no Brasil vinha tramitando de forma lenta, como é natural para um assunto tão polêmico. Foi criada uma Comissão Especial para analisar a proposta. Os integrantes da Comissão passaram a estudar sobre o tema e a sugerir nomes de especialistas a favor e contra a ideia para serem ouvidos em audiências públicas. Desta forma a proposta vai amadurecendo até estar pronta para ser votada.

Com a pandemia o projeto, assim como milhares de outros, foi deixado de lado não só por questão de prioridade, mas também porque as comissões pararam de funcionar. Daí a surpresa agora com a apresentação de um substitutivo que muda completamente o texto do projeto original e parece tramitar a toque de caixa.

Substitutivo prevê liberação do plantio de maconha no Brasil

O substitutivo, apresentado há duas semanas pelo deputado Luciano Ducci (PSB-PR), prevê muito mais que o projeto original. Em vez de autorizar apenas a comercialização de medicamentos à base da planta Cannabis sativa, o texto inclui autorização para "cultivo da maconha, processamento, pesquisa, armazenagem, transporte, produção, industrialização, comercialização, importação e exportação".

A justificativa é a de facilitar o acesso a quem faz uso medicinal da maconha, já que a importação exige uma série de documentos e os remédios são muito caros. Mas há enorme temor de que isso abra caminho para a legalização da droga, como já ocorreu em outros países.

E foi justamente assim que parlamentares contrários à ideia viram a proposta, especialmente porque ela foi apresentada durante a pandemia, quando está mais difícil promover discussões amplas com o engajamento da sociedade.

Também chamou atenção o que aconteceu logo depois, esta semana. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP), presidente da Comissão Especial que analisa o PL 399/2015, simplesmente passou por cima dos demais integrantes e, sem a aprovação dos colegas, agendou uma reunião virtual para discutir o novo texto apenas com convidados favoráveis à liberação do plantio da maconha no Brasil.

Deputados que pediram para participar, trazendo estudiosos do assunto que são contrários à ideia, tiveram os pedidos negados. Não à toa definiram como "malandragem" e "covardia" o que está sendo feito pela bancada que defende a liberação do plantio de maconha no Brasil.

O deputado Diego Garcia (Podemos-PR) classifica o substitutivo ao projeto de lei de 2015 como um verdadeiro facilitador da liberação da maconha no Brasil, enfatizando o perigo embutido no artigo 20, que permite uso medicinal irrestrito. "O doente pode até fazer uso recreativo da maconha", diz o deputado.

Ele destaca que, pelo texto do substitutivo, não haveria restrição nem mesmo quanto aos critérios para a prescrição de medicamentos à base de Cannabis sativa. Está escrito no substitutivo que qualquer profissional habilitado pode prescrever os remédios desde que haja anuência do paciente ou responsável legal e que os medicamentos poderão ser produzidos e comercializados “em qualquer forma farmacêutica".

O deputado Osmar Terra (MDB-RS) lembra que não é preciso autorizar a plantação da maconha no Brasil para que sejam produzidos remédios que usam o canabidiol. Já tem um laboratório de Toledo (PR,) autorizado pela Anvisa, que promete em breve produzir o canabidiol sintético, ou seja, nem vai precisar da planta. O canabidiol não é alucinógeno, não vicia, ao contrário da maconha.

A repórter Isabelle Barone publicou na Gazeta do Povo esta semana uma reportagem sobre o tema e ouviu, entre outros parlamentares, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE). No ano passado ele também apresentou um substitutivo ao projeto sugerindo que o Sistema Único de Saúde (SUS) fosse obrigado a fornecer gratuitamente remédios à base de canabidiol para pacientes que precisem da medicação, mas a sugestão não foi aceita.

"Por que nosso projeto não caminhou no Congresso, já que é questão de saúde pública? Isso esvazia o argumento de que há uma preocupação por parte dos deputados na saúde dessas crianças que precisam do medicamento. Não é esse o interesse deles."

Senador Eduardo Girão (Podemos-CE)

O senador também lembrou que em 2014, durante a Copa do Mundo no Brasil, outro momento em que o Congresso estava em recesso branco, houve uma tentativa como essa de agora. Na época a manobra foi barrada na última hora, através da Comissão de Direitos Humanos no Senado.

“Quem está por trás disso quer faturar e se utiliza de entidades e associações que têm vontade legítima e pura de ajudar crianças”, diz o senador, acrescentando que o objetivo do lobby do que ele chama de narconegócio é ganhar dinheiro. "Eles agem de forma sorrateira e para eles pouco importa quantas gerações a gente possa perder para as drogas."

Prós e contras da liberação do plantio de maconha no Brasil: vote

Médicos contrários à proposta

Quem está na linha de frente do atendimento a doentes faz críticas até à forma como o assunto é apresentado. O uso do termo “maconha medicinal” é visto como uma tentativa de nos fazer acostumar com a ideia de que a droga tem efeitos benéficos. Um pediatra citado na mesma reportagem de Isabelle Barone, o Dr. João Becker Lotufo (doutorado em pediatria pela USP), explica que a expressão é usada de forma proposital para confundir a população.

Para provar sua tese ele cita o caso de outra droga que também tem um princípio ativo usado pela medicina: a heroína. Ninguém diz “heroína medicinal” e, sim, “morfina". O médico explica que as duas vêm da mesma planta, mas a morfina, usada em todas as emergências de hospital, é uma medicação bem estudada e conhecida. A heroína é uma droga que faz mal e vicia.

Ele também lembra que a maconha provoca leões irreversíveis, como perda da memória, atraso escolar e lesão cerebral com ou sem surto psicótico, principalmente quando o usuário começa a consumir antes dos 21 anos, quando o cérebro ainda está em formação. E é considerada a porta de entrada para drogas mais pesadas e ainda mais perigosas.

"Cada vez mais se fala em liberação da maconha sem se fazer as advertências a respeito do seu risco."

João Becker Lotufo, médico pediatra

João Becker Lotufo é representante da Sociedade Brasileira de Pediatria nas ações de combate ao álcool, tabaco e drogas. Segundo ele, o lobby da maconha não está interessado nos doentes e nem mesmo em quem usa a droga esporadicamente, de forma recreativa.

O foco está nos 30% de dependentes que consumirão 90% da maconha vendida. "A questão é financeira, como é a questão do tabaco, do álcool e agora do cigarro eletrônico. Estas indústrias não medem esforços para o aumento de venda e para viciar a população envolvida."

Outro estudioso do assunto, o médico psiquiatra Marcelo Von der Heyde, presidente da Sociedade Paranaense de Psiquiatria, diz que é desonesto o uso de exemplos de casos dramáticos de crianças com doenças crônicas e graves para defender a legalização da maconha. E revela o método dos defensores da liberação do plantio da droga no país.

Primeiro citam como exemplo crianças com síndromes raras, que tiveram indicação médica e correta para usar o canabidiol e melhoraram. Depois começam a usar os termos Cannabis medicinal, maconha medicinal e, por fim, surge a discussão da liberação da maconha.

As próprias marchas pela maconha começam a dar uma noção de que aquilo é defesa da liberação do remédio para que todos se acostumem com a ideia. Assim, quando deputados pró-maconha começam a fazer o que estão fazendo agora, há pouca contestação.

Maconha é uma droga ilícita, que é proibida, porque faz mal. Remédio de uso controlado, manipulado e vendido sob prescrição médica (e administrado com acompanhamento de um médico) é algo bem diferente.

Como manifestar sua opinião

Se você acha errado o momento e a forma como essa discussão está sendo feita e não concorda com a liberação do plantio de maconha no Brasil há sempre o caminho natural de tentar influenciar os votos dos parlamentares telefonando ou mandando e-mail para os gabinetes de deputados e senadores ou fazendo barulho nas redes sociais, marcando os perfis de quem você julga que representa suas ideias ou até daqueles contrários a você.

E é possível também votar a favor ou contra o projeto original no site da Câmara dos Deputados. Ao abrir a página, procure a janela do lado direito onde está escrito: PL 399/2015, o que você acha disso? Na tarde desta sexta (4) 52% dos que votaram eram totalmente favoráveis à liberação da comercialização de produtos medicinais à base de canabidiol contra 42% totalmente desfavoráveis.

Pelos comentários deixados lá fica claro que quem é favorável torce para que isso facilite a liberação da maconha no futuro. Quem é contra aponta exatamente essa possibilidade como o grande perigo da aprovação do projeto.

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Comentários [ 38 ]

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    Jussara delphino

    ± 0 minutos

    Excelente reportagem. Completa e esclarecedora.

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  • J

    Juliano

    ± 3 dias

    Ao contrário dos comentários preconceituosos, a maioria das pessoas que usam maconha não são ********** e esquerdistas. São milhões de pessoas que usam diariamente, de modo recreativo que estão hoje fora da lei alimentando o tráfico. Se o bolsonaro conseguir beneficiar essas pessoas com a liberação do plantio para consumo proprio, uma parcela muito grande irá conseguir fugir do tráfico pois abre-se uma outra opção, já que dificilmente eles param de usar por causa da proibição.

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  • L

    Leandro Fluzão

    ± 4 dias

    Excelente matéria! Aproveitei para deixar o meu voto contrário à mais essa impostura que pretendem legalizar no país, acessando o Portal da Câmara dos Deputados, conforme informado pela jornalista. No momento em que votei, 56% eram favoráveis à essa aprovação, enquanto 44% eram contrários, corroborando a credibilidade do texto da jornalista Graeml.

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  • N

    NH4NO3

    ± 6 dias

    Decerto a maconha é boa para matar o vírus, haja vista o tanto de maconheiros e o fim do isolamento social. O povo não pega COVID.

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  • F

    Freitas

    ± 8 dias

    Médico criador do ‘Kit Covid’ morre após 45 dias internado com a doença. Guido Céspedes ficou conhecido por criar o "Kit Covid-19", que continha medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina.

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  • P

    Pzig

    ± 9 dias

    Terra é pra produzir alimentos, ou vão matar a fome na base do baseado?!

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  • E

    ESTORVO

    ± 9 dias

    Porque, em plena pandemia, escrever sobre a minoria que discute liberação do plantio da maconha? respostas: 1- porque a gazetinha quer tirar o foco do autoritarismo que a cada dia i ameaça as nossas instituições? 2 - porque a jornalista corre atrás de polêmicas sensacionalistas e seus respectivos likes e dislakes? Porque se deve tratar a maconha apenas como droga alucinógena, impondo um discurso moralista e religioso, desprezando a ciência e ignorando completamente que a planta tem utilidades farmacológicas ? Levantar mais uma vez esse tipo de bandeira conservadora para manter o discurso unico que encabresta uma parte de nossa população ? todas as respostas anteriores? hipócritas!

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    2 Respostas
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      IvoHM

      ± 9 dias

      Repetindo, PÉ NO S@K0 vem com a mesma conversinha esquerdista de sempre. E vamos nós a "desmistificar tabus", "iluminar o obscurantismo", "por a nu políticas retrógradas", "discutir a saúde reprodutiva da mulher", "descriminalizar o amor consentido com menores", sempre um rótulo lindo, humano, tudo de bom, mas que de forma dissimulada, vai avançando a agenda que visa a destruição do tecido social. Tudo isto acima é desculpa para liberação de drogas, aborto, incesto, pedofilia, enfim, bem no popular, regulamentação da phuth@ri@. Esse pessoal é satânico.

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      Cético

      ± 9 dias

      leia de novo a matéria, fará bem para o seu fígado.

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    Ciro Santos

    ± 9 dias

    Só o fato de ser um petista o líder da comissão é certeza de que o assunto tem ligação com o crime. Se depender desses, uma vez aprovada a lei o próximo passo será declarar inocentes os traficantes. O PT não apoia absolutamente nada que seja benéfico a sociedade. O que desejam na verdade é destruí-la.

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    Carlos Pinaffi

    ± 9 dias

    Pois é Cristina , q bom que ainda temos jornalistas honestos e conscientes como você, para chamar atenção sobre este absurdo. Aqui temos em ação a bancada do narcotráfico de mãos dadas com a esquerda imoral. Estão tentando dar o golpe na sociedade distraída e congresso em ritmo virtual E o fim da picada ... Passou da hora de acabarmos com esse papo de legalização de drogas

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    Aloísio Leoni Schmid

    ± 9 dias

    Banaliza-se a ciência (aqui, a "pesquisa") para invocá-la na defesa das causas mais diversas.

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    Claudio Gama Rahal

    ± 9 dias

    Totalmente contra!!!

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  • M

    Mauricio Coelho Duarte

    ± 9 dias

    PAU NESTA MACONHERADA GENTE IMPRESTAVEL

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  • A

    André

    ± 9 dias

    Por que discutir liberação do plantio de maconha no Brasil em plena pandemia? Resposta: porque nem tudo o que se discute durante a pandemia deve estar relacionado necessariamente com a pandemia. Definir o grau de importância dos temas a serem discutidos é algo subjetivo, mas muitas dos temas selecionados para discussão envolve uma motivo muito básico: dinheiro. E é esse o caso da maconha, não sejamos ingênuos.

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      CRISTINA GRAEML

      ± 8 dias

      André: Para isso o "estado de calamidade pública" precisa acabar, assim como as ordens de governadores e prefeitos sobre lockdowns e bandeiras de abertura e fechamento da economia... Por ora, continuamos em pandemia. Ou seja, está valendo a pergunta do título: por que discutir liberação de plantio de maconha em plena pandemia?

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    • A

      André

      ± 9 dias

      Não sabia que haviam decidido votar só as pautas da epidemia. De fato, uma excelente decisão, principalmente naquela euforia inicial. Agora, 5 ou 6 meses depois, o país tem que recomeçar a caminhar.

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      Cético

      ± 9 dias

      CRISTINA GRAEML: Obrigado por desenhar.

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      CRISTINA GRAEML

      ± 9 dias

      A questão é que quando o Congresso entrou em "modo virtual" e desativou a agenda as comissões foi justamente sob justificativa de que o voto seria apenas nas ações emergenciais focadas em reduzir os impactos da pandemia.

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  • J

    JOSE Z. NETO

    ± 9 dias

    Se chamarmos estes deputados de maconheiros, será que eles ficam bravos ou ficam felizes?

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  • M

    Marco Polo

    ± 9 dias

    Na realidade são pessoas más, amorais, ambiciosas, gananciosas, que se comportam como Soros que entregava judeus (seus pares) aos nazistas para benefícios próprio, inclusive afirmando algo similar a: =>"Se não fosse eu, seria outro. Que seja eu então o beneficiário dessa covardia e traição"<=

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  • C

    CSG

    ± 9 dias

    A direita hipócrita e seus discursos vazios. A vcs resta seguirem pessoas como os bolsonaros e flodeliz, aliás está última e a verdadeira cara da direita brasileira. No discurso uma coisa nas atitudes a verdadeira face dia conservadores.

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      Carlos Pinaffi

      ± 9 dias

      Pare de fumar maconha , sua vida vai melhorar muito Abraços

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  • E

    Eden Lopes Feldman

    ± 9 dias

    Existe apenas uma grande meta política no Brasil: renovarmos este congresso nas próximas eleições. O bom senso virá se escolhermos os representantes corretos e adequando ao que o país precisa. Até lá, corremos o risco de excrescências políticas como esta. Que são pautas construídas pela ideologia da esquerda. Inútil e retrógrada. Que condena a polícia (que sabemos tem suas falhas) para justificar a criminalidade. Parabéns a coragem da colunista em abordar de forma realista este tema.

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  • I

    IvoHM

    ± 9 dias

    É a mesma conversinha esquerdista de sempre. E vamos nós a "desmistificar tabus", "iluminar o obscurantismo", "por a nu políticas retrógradas", "discutir a saúde reprodutiva da mulher", "descriminalizar o amor consentido com menores", sempre um rótulo lindo, humano, tudo de bom, mas que de forma dissimulada, vai avançando a agenda que visa a destruição do tecido social. Tudo isto acima é desculpa para liberação de drogas, aborto, incesto, pedofilia, enfim, bem no popular, regulamentação da phuth@ri@. Esse pessoal é satânico.

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  • S

    Spartacus

    ± 9 dias

    Essa discussão da plantação de maconha durante a pandemia é que os deputados eleitos pelo PCC gostam de pescar em águas turvas. Na pandemia nem a polícia se mexe. Tente chamar a polícia especialmente a de Brasília. A mais bem paga do Brasil ecz mais ineficiente

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  • N

    Nm

    ± 9 dias

    Só podia ser o lixo da esquerda fazendo uma proposta dessas.

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    Antoniel Souza Ribeiro da Silva Júnior

    ± 9 dias

    Os parlamentares de esquerda, favoráveis à liberalização de uso de drogas em geral, se utilizam de pautas legítimas para facilitar a disponibilidade do canabidiol ( que n é maconha) para aumentar o tráfico. São narcoparlamentares. Querem aproveitar o momento e aprovar sem ampla discussão.

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    André R.

    ± 9 dias

    A discussao da droga não pode comecar pela droga. Droga nao é problema, é consequência do desatino dos politicos, das leis, das crises economicas. Alcool, pode. Globo pode. Renan Canalheiros pode. Stf pode... Sim, as causas se escondem na fumaca da maconha.

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    André R.

    ± 9 dias

    Drogas sao subprodutos de uma sociedade adoecida. Enquanto Renans Canalheiros e Lulas e tantos outros continuarem no colo do stfraco, continuaremos patinando , discutindo fumaça de maconha, drogados .

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    Luiz Alberto

    ± 9 dias

    É por essas e outras que antes mesmo de saber qual é o problema quero saber a posição da camarilha petista e satélites para me posicionar opostamente. São espertalhões, dissimulados e criadores de "verdades". Vamos ver estatísticas sérias sobre a criminalidade e violência nos países que admitiram a liberação da maconha para uso "recreativo". Aí sim pode-se começar a discutir seriamente. E já que a discussão vai ser séria que se afastem essas aves agourentas.

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    Paulo Henrique

    ± 9 dias

    [Cont.] Notem que a insidiosa DISSIMULAÇÃO se faz presente tanto na conduta pró-maconha quanto na conduta pró-aborto. No primeiro caso tentam se aproveitar de uma demanda aparentemente legítima (o discutido efeito medicinal do canabidiol) para liberar a droga de modo irrestrito. No segundo, se valem de regulamentos administrativos para transformar a não-punibilidade do aborto em caso de estupro, prevista no Código Penal, em uma avenida para o abortamento irrestrito. O mesmo modo de agir - torpe e dissimulado - nessas duas situações tem uma explicação muito simples, que passa longe do acaso: os defensores da liberação da maconha são em enorme parte os defensores do aborto irrestrito.

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    José Vicente bittencourt

    ± 9 dias

    Tem pessoas que pensam que a maconha não faz tanto mal. Faz, sim, tanto é, que sempre houve proibição no Brasil e até no mundo. Há países que regulamentaram o uso como "recreação" e é importante que façamos uma pesquisa nestes países para saber sobre a questão da saúde pública. A maconha tem várias substâncias e a mais nociva é a substância que contém THC (Tetra Hidro Canabinol), a que mais prejudica o SNC (Sistema Nervoso Central). Usar drogas, ilícitas ou lícitas, é ideal para quem não tem amor na saúde, enfim, na vida. Trabalhei com usuários de drogas diversas ao longo do tempo. A esmagadora maioria tiveram a vida curta. Além disso, usuários ficam com o mal cheiro no hálito e nas roupas.

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    Paulo Henrique

    ± 9 dias

    Não se esconde o diabo deixando de fora o rabo. A TORPEZA DA CONDUTA fala por si só. Ser contra ou a favor da liberação da maconha, ou ser contra ou a favor à liberação do aborto, ou ainda, defender ativamente qualquer posicionamento é absolutamente legítimo e democrático. Agora, tentar aprovar leis na calada da noite, atropelando os ritos e se aproveitando que a atenção da sociedade está voltada para uma tragédia (pandemia) tem outro nome. Sem meias palavras, chama-se canalhice. O mesmo se diga daqueles que querem liberar o aborto na prática, sem alterar a legislação, mandando às favas a vontade do povo expressa na norma. Parabéns pela matéria, CRISTINA GRAEML.

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    Avlis Sotnas

    ± 9 dias

    álcool vicia e é lícito. tabaco vicia e é lícito. ansiolítico vicia e é lícito. açúcar vicia e é lícito. ninguém se pergunta pq não ocorre o contrário? e se a maconha fosse lícita e o álcool ilícito? onde fica o direito e liberdade individual à autolesão? a liberdade do indivíduo, tão cara ao liberalismo, fica aonde??

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    2 Respostas
    • M

      Marco Polo

      ± 9 dias

      Parece que o amigo Avlis vive em uma grande Bolha, onde só existem discípulos de Marx, Hengel, Zé Dirceu, FHC, Luís Barroso, Frexo, Caetano, Anita, ... a fina flor do chorume! Prezado, olhe em volta, para fora da Bolha, se dê essa oportunidade de enxergar e entender as diferentes consequências dos vícios por ti apontados.

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    • I

      IvoHM

      ± 9 dias

      Silva Sauro vem com a mesma conversinha esquerdista de sempre. E vamos nós a "desmistificar tabus", "iluminar o obscurantismo", "por a nu políticas retrógradas", "discutir a saúde reprodutiva da mulher", "descriminalizar o amor consentido com menores", sempre um rótulo lindo, humano, tudo de bom, mas que de forma dissimulada, vai avançando a agenda que visa a destruição do tecido social. Tudo isto acima é desculpa para liberação de drogas, aborto, incesto, pedofilia, enfim, bem no popular, regulamentação da phuth@ri@. Esse pessoal é satânico.

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    Dissenha

    ± 10 dias

    O Dr. Lotufo e o Senador Girão já explicaram a iniciativa e a pressa do PL. Para os que buscam a aprovação não interessa o progresso e sim a vitória (não importando o custo).

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