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Flavio Gordon

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Neoateísmo e gnosticismo

  • Flavio GordonPor Flavio Gordon
  • 14/08/2019 17:43
Ariane Sherine e Richard Dawkins no lançamento da campanha do "ônibus ateísta", em Londres, em 2009.
Ariane Sherine e Richard Dawkins no lançamento da campanha do “ônibus ateísta”, em Londres, em 2009.| Foto: Zoe Margolis/Atheist Bus Campaign

“Even atheism, in post-Christian times, draws its strength from the Christian faith in salvation” (Karl Löwith, Meaning in History)

Terminei há pouco a leitura de um pequeno livro do bispo americano Robert Barron, um dos maiores intelectuais e apologistas católicos do nosso tempo. Em Answering the Atheists, o autor confronta os desafios à fé lançados pelo neoateísmo, o histriônico movimento intelectual e político fundado na aurora deste século pelo biólogo Richard Dawkins, pelo neurocientista Sam Harris, pelo filósofo Daniel Dennett e pelo jornalista e crítico literário Christopher Hitchens – que, desde então, ficaram conhecidos como “os quatro cavaleiros do ateísmo”.

A exemplo de outras obras dedicadas ao tema, também Barron abre o livro com uma pergunta óbvia: o que há de realmente novo no neoateísmo que justifique o uso do prefixo? Sem entrar, por ora, na resposta dada por Barron, e respondendo à queima-roupa, eu diria que substancialmente nada. Como escreveu certa vez o jornalista Damon Linker, o neoateísmo “não é particularmente novo. Ele pertence a uma genealogia intelectual que data de centenas de anos atrás, num momento em que o pensamento ateísta se bifurcou em duas tradições: uma dedicada principalmente à busca imparcial da verdade; a outra, movida por um desprezo visceral pela fé alheia”.

Linker referia-se a duas variantes do pensamento iluminista: a primeira, não literalmente ateísta (já que, entre seus expoentes, havia céticos e deístas, mas também cristãos), mas ainda assim fundamental para o imaginário secularista moderno, é propriamente filosófica ou teorética (no sentido da busca intelectual pela verdade), remetendo a pensadores como Locke, Hume e Kant. A segunda, mais dedicada à crítica cultural, à polêmica jornalística e ao ativismo anticlerical, é representada principalmente pelos Philosophes franceses (em especial Voltaire, La Mettrie, Diderot, d’Alambert, Helvétius e d’Holbach).

É a essa segunda vertente que o movimento neoateísta se vincula genealogicamente. As obras de Dawkins e companhia estão recheadas de afirmações praticamente idênticas àquelas que, por exemplo, o barão D’Holbach expressou em seu Le Système de La Nature, a exemplo desta: “Se a ignorância sobre a natureza pariu os deuses, o conhecimento da natureza tende a destruí-los. Assim que o homem se torna esclarecido, os seus poderes aumentam, bem como os seus recursos, em paralelo ao aumento do conhecimento. As ciências, as artes e a indústria fornecem-lhe auxílio, a experiência encoraja o progresso... Quando devidamente instruído, o homem deixa de ser supersticioso”.

O que há de realmente novo no neoateísmo que justifique o uso do prefixo? Muito pouco

Mas, se não chega a propor novas ideias, é certo que o neoateísmo oferece uma nova embalagem para ideias antigas, uma roupagem mais atrativa, o que explica, em parte, o sucesso editorial do movimento. O neoateísmo surge de uma decepção com o fracasso das chamadas “teorias da secularização” formuladas por nomes como Feuerbach, Marx e Freud, e que previram (equivocadamente, hoje se pode dizer) o fim do pensamento religioso na medida em que a ciência e a técnica progredissem. Entre meados do século 19 e meados do século 20, tudo parecia indicar que o “delírio” Deus (como o caracteriza Dawkins) seria definitivamente extirpado da mente humana.

Após o 11 de setembro de 2001, com o ataque terrorista às torres gêmeas do World Trade Center, tudo mudou. Criou-se, a partir de então, a impressão de que a religião estava mais viva do que nunca, revelando ao mundo a sua pior face: o fundamentalismo. Houve quem sustentasse que o terror em Manhattan era o resultado de uma guerra religiosa: de um lado, os EUA, governados por George W. Bush (um cristão fundamentalista, segundo essa visão); de outro, o mundo islâmico, para muitos quase um sinônimo de fanatismo religioso e irracionalidade. A posição do ateísta francês Michel Onfray resume bem o estado de espírito das elites culturais e intelectuais do Ocidente no período: “Neste momento em que a batalha final – já perdida – clama pela defesa dos valores do Iluminismo contra as proposições mágicas, devemos lutar por um secularismo pós-cristão, ou seja, ateísta, militante e radicalmente oposto à escolha entre o judaico-cristianismo ocidental e o seu adversário islâmico – nem Bíblia, nem Corão. Eu insisto em preferir os filósofos aos rabinos, padres, imãs, aiatolás e mulás”.

Com efeito, de todos os órfãos de Diderot, D‘Holbach, Feuerbach, Marx, Nietzsche e Freud, os neoateístas foram os que mais acusaram o golpe, sentindo que as pretensas conquistas do século das luzes estavam longe de consolidadas, e que, portanto, seria preciso atrair mais gente para a sua visão de mundo. Surgiu daí um movimento de catequese ateísta, com o objetivo de levar a crítica à religião para além das fronteiras do universo intelectual e científico. “Este livro saiu, sim, para converter” – diz Dawkins sobre o seu best-seller Deus, um delírio. Tratava-se, em certo sentido, de um processo de “renovação carismática” ocorrendo no interior do ateísmo, e o jornalista Christopher Hitchens chegou a propor expressamente um “Iluminismo renovado”.

Para alguns analistas, tudo isso sugere que o neoateísmo seja um movimento de tipo reacionário, em busca desesperada por conter um processo que o teólogo Alister McGrath chamou de “o crepúsculo do ateísmo”. Tal é, por exemplo, a visão do filósofo canadense Charles Taylor. No último capítulo de seu monumental A Secular Age, o autor imaginava dois possíveis cenários para o desenvolvimento da religião no Ocidente. O primeiro, fruto da teoria da secularização, previa uma erosão contínua da relevância pública das tradições religiosas. O segundo, ao contrário, sugeria que as tradições religiosas fossem permanecer como um importante aspecto da eterna busca humana por sentido.

O neoateísmo oferece uma nova embalagem para ideias antigas, uma roupagem mais atrativa, o que explica, em parte, o sucesso editorial do movimento

Numa entrevista posterior ao filósofo Ronald Kuipers, Taylor viria a comentar sobre aquela sua alternativa: “Aposto as minhas fichas no segundo cenário... Os ateus estão reagindo do mesmo modo que os fundamentalistas religiosos reagiram no passado. São pessoas que, por muito tempo, estiveram confortáveis com a sua própria posição, como se nela tudo fizesse sentido. Ao serem confrontadas por algo diferente, elas simplesmente enlouquecem, e começam a recorrer aos argumentos mais inacreditavelmente estapafúrdios, num tom de indignação e raiva. E esse é o problema com toda a narrativa da secularização”.

Taylor tem razão em apontar esse aspecto reacionário do neoateísmo. Por outro lado, saindo do nível exotérico e entrando no esotérico, é possível perceber uma continuidade do neoateísmo com uma tradição revolucionária anterior ao próprio Iluminismo, e que não está fundada sobre alguma doutrina comum, mas, por assim dizer, numa certa comunhão espiritual. Um mesmo estado de espírito parece unir os Philosophes franceses e os neoateístas, passando pelos secularistas da virada do século 19 para o 20. E, por incrível que possa parecer, os seus rudimentos nascem no interior do campo religioso, já nos primeiros séculos da Era Cristã. Ali brota uma semente de revolta religiosa que, muitos séculos mais tarde, assumiria a forma de um discurso antirreligioso.

A análise de Eric Voegelin sobre o fenômeno do gnosticismo (antigo e moderno) – cujo tema perene é a revolta contra Deus e a criação – ajuda-nos a compreender todo esse processo. Voegelin procurou explicar as origens intelectuais e espirituais dos totalitarismos europeus e apreender sua significação no quadro mais amplo da experiência humana da transcendência. Para isso, ao lado de uma teoria da política moderna, desenvolveu uma antropologia filosófica baseada nas tradições platônica e judaico-cristã, que caracterizam o homem como um ser cuja essência é viver a meio caminho (metaxy, na terminologia platônica) entre a transcendência e a imanência ou, em linguagem aristotélica, entre Deus e as bestas.

Voegelin expôs os elementos de sua antropologia filosófica ao longo de toda sua obra, e de maneira especialmente concisa no ensaio Equivalences of Experience and Symbolization in History: “A Existência tem a estrutura do entre, da metaxy platônica, e se há algo de constante na história da humanidade é a linguagem da tensão entre vida e morte, imortalidade e mortalidade, perfeição e imperfeição, tempo e eternidade, ordem e desordem, verdade e falsidade, sentido e ausência de sentido; entre o amor Dei e o amor sui, a alma aberta e a alma fechada; entre as virtudes da abertura ao fundamento do ser, tal como a fé, o amor e a esperança, e os vícios do fechamento à transcendência, tais como a húbris e a revolta”.

O movimento neoateísta pode ser considerado como mais um capítulo de uma longa história de recusa da transcendência

Para Voegelin, a antropologia filosófica platônico-aristotélica guarda correspondência com a tradição teológica judaico-cristã, sendo que a transcendência platônica (Agathon) foi simbolizada, no contexto abraâmico, como Yahweh. O conceito grego de metaxy equivale à noção latina de participatio, sugerindo, ambos, a participação humana no divino, uma ideia que constitui o ponto nevrálgico da antropologia filosófica pré-moderna. “N'Ele vivemos, nos movemos e somos”, diz São Paulo nos Atos dos Apóstolos.

A razão (noûs) e o espírito (pneuma) são, segundo o filósofo alemão, os dois modos da constituição humana generalizados na ideia de homem. As experiências da razão e do espírito convergem no ponto em que o homem experiencia a si próprio como ente que não existe por si. A percepção humana mais básica e original é a de que existimos num mundo já dado, mundo que, em si mesmo, existe em função de um mistério. O nome desse mistério, ou da causa desse ser do mundo, do qual o homem é um componente, é Deus. Segundo a antropologia clássica, o homem é um ser teomórfico, criado à imagem de Deus (imago Dei).

O cerne do pensamento de Eric Voegelin consiste na sugestão de que os movimentos totalitários de massa se fundaram precisamente na recusa da antropologia filosófica clássica, propondo, em lugar dela, um mergulho na imanência. A antropologia filosófica moderna caracteriza-se pela rejeição de uma ordem transcendente do ser (cujo simbolismo mais conhecido é a “morte de Deus” nietzscheana), que, graças à recusa de sua participação no divino, resulta numa perda de dignidade do homem. Por sua vez, a desdivinização leva necessariamente à desumanização. Nos termos de Aristóteles, pode-se dizer que essa desumanização se dá, por assim dizer, ora para baixo, na direção das bestas (panteísmo, imanentismo, ecologismo), ora para cima, na direção de Deus (a autodivinização: o Super-Homem e seus avatares).

Tendo identificado o surgimento da experiência existencial de recusa da transcendência ou “fechamento da alma” no antigo gnosticismo, Voegelin procurou relacioná-lo à experiência política moderna. Assim como outros intelectuais de sua geração (um Thomas Mann, um Robert Musil, entre outros), notou que as ideologias totalitárias da época propunham muito mais do que uma mera revolução política. Tratava-se, em vez disso, de um amplo projeto civilizacional, visando a transformar radicalmente a natureza humana e o lugar do homem na ordem cósmica. De certa maneira, então, o movimento neoateísta pode ser considerado como mais um capítulo dessa longa história de recusa da transcendência, um caso particular de gnosticismo.

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Comentários [ 34 ]

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  • M

    MF

    ± 154 dias

    Como sempre, excelente!

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    • L

      Luiz

      ± 186 dias

      Grande Gordon! Um dos melhores artigos que já li sobre o assunto!

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      • F

        Fernando

        ± 203 dias

        É realmente gratificante encontrar textos como esse. Uma verdadeira raridade. Já estava cansado do bulling imposto pelo "culto neoateísta" dos revolucionários do saber. Parabéns!

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        • M

          Marcos

          ± 208 dias

          Outro ponto importante é confundir razão com noûs. Não são a mesma coisa e o verdadeiro sentido transcendente só pode ser "visto" pelo noûs ou intelecto e não pela razão. Confundir um com o outro é reduzir a transcendência tal como reduzir o absoluto ao relativo. É criar os meios pelos quais se dá a negação da transcendência, tal como a Metafísica foi reduzida em sua importância.

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          • M

            Marcos

            ± 208 dias

            Usar o conceito de "gnosticismo" como recusa da transcendência não revela a complexidade do gnosticismo antigo. Então essa seria uma sub-significação usada por Voegelin para suas reflexões. Não há nada de mal nisso. Mas há um posicionamento quanto ao verdadeiro gnosticismo em Clemente de Alexandria, em Evágrio Pôntico, mas mesmo os "desvios" dos vários gnosticismos antigos não necessariamente precisam afastar sua apreciação, tal como se faz relativamente aos sofistas, por exemplo.

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            • E

              Estevan Borba

              ± 209 dias

              Mais uma vez, parabéns pelo brilhante texto! Não há como não ficar mais inteligente ao ler seus artigos. Seus textos são verdadeiros tônicos para a inteligência. Parabéns!!!

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              • J

                Jesse Borges Furin

                ± 209 dias

                É interessante ver (ou ler) nesta coluna como alguns poucos Ateus, (que aparentemente se consideram seres superiores, guardiães da luz do conhecimento científico absoluto, únicos detentores das chaves do verdadeiro saber: o científico, é claro!) se dão ao trabalho de ler o texto de um autor que escreve sobre religião, para, em seguida, iniciar um ataque gratuito na tentativa de desqualificá-lo. Realmente, o Ateísmo parece ser a única religião possível de ser professada hoje em dia, caso contrário, preparem-se para o linchamento moral.

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                • L

                  Luiz Moraes

                  ± 209 dias

                  Flávio, por textos como este você está fazendo o resgate da alta cultura brasileira. Parabéns.

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                  • N

                    Nicola Souza

                    ± 209 dias

                    Parabéns, Flavio. É sempre um enorme prazer ler seus artigos. Leio-os gosto. Com certeza fazem valer a assinatura... kkk

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                    • A

                      Alexandre

                      ± 210 dias

                      Parabéns Flávio pelo texto. Os ateus ficam mais confortáveis acreditando que o nada originou o mundo manifesto do que em uma ação inteligente guiando os acontecimentos. Disso resulta que para eles o tempo e o acaso passam a ser as entidades que produzem o milagre da vida. Contudo o tempo é finito e 13, 7 bilhões de anos não seria suficiente para o surgimento de uma única proteína com 200 aminoácidos na ordem correta. E não existe vida com uma única proteína. Para encerrar deixo uma pergunta no ar: processos naturais podem produzir a complexidade?

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                        Paulo A. Guérios

                        ± 210 dias

                        Certa vez li em algum rincão da internet o seguinte texto, do qual gostei muito: "Se hoje você acredita em Deus e amanhã confirma que Ele existe, você só teve a ganhar todo esse tempo. Se porventura descobre que Ele não existe, você não perdeu nada... Agora, se hoje você não acredita em Deus e amanhã confirma que Ele não existe, você não teve nada a perder. Mas, se descobre que Ele realmente existe, você colocou TUDO a perder!" Boa tarde a todos!

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                        1 Respostas
                        • L

                          Luis Renato Queiroz

                          ± 210 dias

                          A série de afirmações levam a um sofisma. Complicado, mas sofisma.

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                      • R

                        RICARDO SARTO COSTA

                        ± 210 dias

                        O próprio Christopher Hitchens já declarou que rejeita o termo neateismo. Que de novo não tem nada... e nao precisa ter... pessoal quer vender livros? Sim.. assim como voce quer vender sua coluna... Ainda bem que temos todos estes autores repassando e acrescentando ao pensamento ateu... Os quais, via de regra, respeitam todas as religioes... Cada um acredite (ou nao) no que quiser... recusa da transcedencia?? que ridiculo... fraquinha demais a coluna...

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                        • A

                          Alexandre Souza

                          ± 210 dias

                          Flávio, seus artigos e ensaios são primorosos.

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                          • T

                            Toso

                            ± 210 dias

                            Você é um monstro! Textos como esse me dão esperança de tempo melhores na cultura nacional.

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                            • C

                              Cesar Tiossi

                              ± 210 dias

                              São artigos como esse que me dão esp na imprensa. Parabéns

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                                antonio sergio ferreira baptista

                                ± 210 dias

                                Pena que um homem culto e inteligente como Gordon tenha que exercitar um contorcionismo teórico mequetrefe para justificar suas crenças místicas e demonizar o ateísmo. É claro que sabe que ateísmo não é nada do que Voegelin disse ou que intelectuais místicos acham, mas parece que é difícil aceitar que há pessoas que não creem em duendes, unicornios ou espíritos. Aceite o ateismo Gordon, que dói menos.

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                                • G

                                  Geison Lucio dos Santos

                                  ± 205 dias

                                  A crença em "duendes, unicornios [sic] ou espíritos" é mais razoável que a crença de que tudo o que existe surgiu do nada, pois a crença nesses seres não viola o princípio mais básico da lógica - a existência de um ser autoexistente, acima e independente da ordem criada é a única explicação para tudo o que existe, sem o qual a relação causa-consequência cairia em um loop eterno.

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                              • A

                                All Jr

                                ± 210 dias

                                Parabéns prof Flávio! Artigo monumental!

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                                  Admar Luiz

                                  ± 210 dias

                                  Rapaz, já li "Deus um Delirio", se bobear vc vira um ideólogo ateísta, rsrsrs. A ciencia admitirá a existência de Deus quando aceitar que no universo existem dois principios: O material e o espiritual. Principio espiritual decorre do príncipio: "Todo efeito tendo uma causa, todo efeito inteligente há de ter uma causa inteligente". As açôes humanas denotam um princípio inteligente, que é corolário da existência de Deus, pois não é concebível a Soberana Inteligência a reinar eternamente sobre a matéria bruta. O Princípio Inteligente essa energia em constantes experiências e labutas milenares teria de passar por diversos caminhos das organizações da vida terrestre. ISSO É EVOLUÇÃO.

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                                    Lourenço Brasil

                                    ± 210 dias

                                    Magnífico (como sempre)!

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                                      Lucio Fermi

                                      ± 210 dias

                                      Queremos ver o verdadeiro valor dessa divinização toda para fazer a vida do ser humano melhor. Do contrário, saia da frente com esse pensamento atrasado e deixe a tecnologia e a ciência crescerem, pois elas inevitavelmente tomarão o lugar que foi da religião por tempo demais...

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                                        Geison Lucio dos Santos

                                        ± 205 dias

                                        Há espaço pra sua crítica à religião (se precisa ou não, outros quinhentos). Mas não há como desconsiderar o fato de que o desenvolvimento científico e tecnológico não fez nosso mundo melhor, fazendo, no máximo o "favor" de permitir que o homem não morra vitimado por doenças banais, tendo mais tempo para viver sua existência miserável e destruidora de si e do entorno. Se o desenvolvimento científico e tecnológico fosse causa suficiente à melhora da humanidade, as grandes guerras não teriam acontecido.

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                                      Lucio Fermi

                                      ± 210 dias

                                      Por fim, fica um desafio para Gordon. Encontrar na obra de Voegelin ou qualquer outro uma explicação baseada em Deus para os horrores que transcendem todas as épocas. Para toda a bestialidade que o ser humano é capaz. Para a dominação de uns poucos sobre muitos, sempre calcada em enorme sofrimento. Mas encontre algo que nos dê verdadeira esperança aqui e agora, pois ninguém mais consegue viver com falsas esperanças de um post mortem que não passa de ficção.

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                                        Lucio Fermi

                                        ± 210 dias

                                        O mundo existir em função de um mistério e chamar isso de Deus era o mesmo que os índios faziam chamando o trovão de Tupã ou os vikings o chamando de Thor. Nada mais que pensamento mágico, ficção que de nada mais serve. O homem não é um ser teomórfico porque somos relativos e não absolutos. O cerne do pensamento de Voegelin está errado e usá-lo de forma distorcida para atacar o ateísmo, que não é a base de nenhum pensamento de massa, pelo contrário, demonstra um contorcionismo espetaculoso, tão somente. Panteísmo aí também está erroneamente colocado, assim como autodivinização. Em suma, Gordon meteu os pés pelas mãos.

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                                        • L

                                          Lucio Fermi

                                          ± 210 dias

                                          O Vaticano apenas muito recentemente pediu desculpas por diversos horrores que provocou e ainda não resolveu coisas bizarras como pedofilia nas congregações e corrupção no seu banco. Assim, esforços como o desse texto, buscando contrapor crença e descrença como bem e mal são mais que infantis, chegam a dar pena. Ateísmo não é revolta contra Deus e a criação. É apenas reconhecimento que nenhum deus existe.

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                                          • L

                                            Lucio Fermi

                                            ± 210 dias

                                            Tentar conectar o ateísmo a uma decadência da cultura humana que desembocaria em horrores políticos é outra estratégia mal sucedida do Gordon, pouco importa se apoiado em argumentos de autoridades. Ora, como se nos últimos 2 milênios houvéssemos, em algum momento, realmente transcendido a natureza de animais racionais por conta de alguma religião, especialmente do cristianismo.

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                                            • L

                                              Lucio Fermi

                                              ± 210 dias

                                              Gordon chega até mesmo a falar em crepúsculo do ateísmo, tal o paradoxo que sua mente deve enfrentar reconhecendo a consistência do mesmo racionalmente, mas emocionalmente ainda dependendo de um Deus-Pai. Ora, o ateísmo mal começou. Passamos alguns milhares de anos, muitíssimos se for contar toda a pré-história, crendo em deuses e sobrenatural. Essa estratégia cerebral não se apaga assim, em um par de milênios. Logo, natural de se esperar que mesmo as pessoas ditas ateístas, em momentos de desespero tenham recaídas na crença, tal qual um viciado recai no consumo de substância.

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                                              • L

                                                Lucio Fermi

                                                ± 210 dias

                                                No mais, o autocentrismo dessa visão toda apresentada é de dar enjôos, como se não tivéssemos acesso aos esoterismos orientais, como do Tantra Budista, bastante suprateísta até. Gordon aqui visivelmente demonstra um panfletarismo de suas crenças, numa tentativa enfadonha de defendê-la do ateísmo.

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                                                • L

                                                  Lucio Fermi

                                                  ± 210 dias

                                                  Risível contorcionismo que tenta enquadrar o ateísmo, seja o novo ou o velho, como uma religião e uma crença. Já disseram que se ateísmo for considerado assim, então teremos o dever de considerar o OFF da TV um canal. Ateísmo é, pura e simplesmente, a não-crença em deuses e, por extensão, em todo o sobrenatural. Ora, a transcendência com o Deus abraâmico também é impossível, por mais que se queira. Afinal, transcender é ir além da individualidade e YHWH, entendido em sua forma exotérica (e mesmo no esoterismo cristão), nada mais é que um ente. Nada a ver com o Absoluto do esoterismo da QBLH.

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                                                    Geison Lucio dos Santos

                                                    ± 205 dias

                                                    Comentei acima, vi o borbulhar de outros comentários, resolvi fazer outro comentário. A questão da existência ou não de Deus é objetiva. Se ele existe, sua crença em sua inexistência não terá o condão de fazê-lo sumir; se não existe, crer que ele existe não o trará a lume. Assim, crendo ou não, há uma verdade absoluta (como toda a verdade, pois quando a verdade é relativa passa a ser mera opinião), com o qual eu e você iremos nos confrontar. E do ponto de vista lógico, a existência de tudo que existe, só é possível a partir de um ser autoexistente, eterno, acima e independente da ordem criada, sem o qual a relação causa-consequência cai em loop eterno. Creia você ou não.

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                                                • C

                                                  CF

                                                  ± 210 dias

                                                  Muita viagem para pouca gênese. Ateus serem inimigos ou opositores da fé é fantasia. No máximo, se manifestam sobre as igrejas, que são instituições corrompidas, o que é senso comum, não combatidas pela submissão explorada pela fé. Esse texto parece masturbação.

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                                                  • C

                                                    Celso

                                                    ± 210 dias

                                                    Equivoco seu, as ideologias socialistas fazem um uso de amplo espectro do ateísmo para atacar os valores tradicionais de família e propriedade privada, da concepção à morte, como o aborto e a eutanásia, a eugenia é um exemplo disso, a política do desencarceramento fundamentado na ideia de uma doença pré existente, tirando do preso toda a forma de punição pelo crime. Muito da ciência humana é corrompido, mas o ateu não se manifesta sobre a ciência, apenas sobre a Igreja, quando o sacrifício no altar da ciência é o material humano os ateus ficam caladinhos... Gordon disse o óbvio.

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