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Dia da Internet Segura: como identificar vulnerabilidades digitais
Dia da Internet Segura: como identificar vulnerabilidades digitais| Foto: Pexels, Ricardo Ortiz /Reprodução

O caminho rumo à consolidação da cibersegurança acerca de operações cotidianas não é simples, isso é fato. Como um processo complexo, que requer a atenção do gestor sobre uma série de etapas específicas, é natural que algumas dúvidas sejam levantadas por parte de empresas com pouca expertise no tema. Seguindo essa linha de raciocínio, o diagnóstico de vulnerabilidades digitais no sistema operacional utilizado surge como um ponto de partida fundamental, na medida em que ilustra, com fidelidade, a realidade de segurança informacional demonstrada pela organização, sob diversos aspectos.

Nos últimos anos, o conceito de vulnerabilidade digital tem emergido com mais recorrência, referindo-se a gargalos encontrados em softwares e hardwares. Com o aumento na utilização de equipamentos como computadores, tabletsdrones e smartphones, sob o plano de fundo da conectividade como um tópico praticamente obrigatório para as mais diversas companhias, de segmentos e portes variados, criou-se um espaço propício à ocorrência de fraudes, crimes cibernéticos, entre outras atividades ilícitas.

Se por um lado, a tecnologia continuará avançando, oferecendo novas possibilidades estratégicas para o meio corporativo, infelizmente, a tendência é de que os ataques digitais acompanhem essa onda de inovação, sempre de olho no que há de novidade a fim de se adaptar aos modelos de segurança adotados pelas empresas. De certo, os desafios são significativos e o primeiro passo para se preparar é reconhecer o que pode ser aprimorado internamente. A data de 8 de fevereiro marca o Dia da Internet Segura para nos relembrar sobre os cuidados ao se utilizar a rede.

Afinal, quais são essas vulnerabilidades digitais?

Dentro do contexto de cibersegurança, a vulnerabilidade se divide entre dois elementos: a possibilidade de o invasor acessar o ambiente digital, marcando sua presença indevida no sistema implantado; e a execução das intenções ilícitas, isto é, quando o criminoso obtém sucesso em encontrar falhas que possibilitem a conclusão de seus ataques. Para quem trabalha com métodos preventivos, geralmente, essas lacunas recebem as seguintes tipificações:

  • Vulnerabilidade em redes: quando vários equipamentos estão conectados, movimentando informações em uma rede aberta, os riscos são maximizados, apresentando muito mais vulnerabilidade em relação a uma rede privada, por exemplo;
  • Vulnerabilidade em sistemas operacionais: como citados anteriormente, os dispositivos simplificam a vida dos colaboradores, mas oferecem riscos significativos. Aparelhos de celulares, computadores, entre outras plataformas, podem apresentar falhas suscetíveis à invasão de cibercriminosos. Para evitar situações nocivas, é preciso investir em softwares e programas de antivírus legais e registrados, acompanhando uma rotina de atualização da solução instalada.
  • Vulnerabilidade em softwares e aplicativos: No enfrentamento de riscos relacionados à integridade dos aplicativos, mostra-se altamente recomendável a não utilização de programas “crackeados”, além de alternativas suspeitas, que não possuem as credenciais desejadas.  

Todos esses pontos são relevantes e podem ser conduzidos sob a tutela de quem está acostumado a lidar com o tema, fato que nos leva ao próximo tópico.

Suporte especializado traz tranquilidade para enfrentar ameaças

Frente às demandas exigidas para que uma infraestrutura segura e funcional seja construída, o gestor pode levantar a seguinte questão: sem a especialização no universo de TI, como conquistar um patamar consolidado de segurança digital? A reposta é bastante simples: ninguém está sozinho nessa jornada para que as atividades operacionais estejam resguardadas.

Por fim, concluindo o artigo, destaco que, no mercado, existem serviços voltados para a implantação de ferramentas de cibersegurança que não ignoram a importância de um suporte totalmente especializado, capaz de identificar condições críticas e apontar o uso adequado de tecnologias disruptivas. Com isso, ao se manter atenta às possíveis fontes de vulnerabilidades, junto à participação pontual de especialistas na área, a empresa contará com uma postura bem-vinda de antecipação aos ataques cibernéticos, evitando que eles aconteçam e prejudiquem a eficiência das operações.

*Luiz Penha é Founder e Head de Operações da Nextcode. O executivo possui vasta experiência em Infraestrutura de TI e segurança de dados.

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