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Empréstimo

Sem dinheiro da União, Curitiba recorre ao Brics para obra de mobilidade

  • João FreyPor João Frey
  • 04/02/2020 15:31
Pedido de empréstimo para obra do Ligeirão Leste/Oeste está sob análise do Ministério da Economia.
Pedido de empréstimo para obra do Ligeirão Leste/Oeste está sob análise do Ministério da Economia.| Foto: Cesar Brustolin/SMCS

Há três anos a prefeitura de Curitiba espera liberação de recursos do Orçamento Geral da União para dar início às obras do Ligeirão Leste-Oeste. Ainda que a obra esteja prevista no orçamento, o governo federal não libera o dinheiro para sua execução sob a justificativa de escassez de recursos.

Como a obra é considerada prioritária pela gestão de Rafael Greca (DEM) e a equipe do prefeito acha improvável que o dinheiro seja liberado nos próximos anos, a prefeitura buscou uma alternativa e agora tentar financiar a obra com recursos do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o Banco dos Brics, grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A medida traz mais despesas ao município, que agora terá que fazer um empréstimo para pagar uma obra que antes seria paga em sua maior parte pelo governo federal. Ainda assim, a prefeitura defende o empréstimo como forma possível de tirar a obra do papel.

“Os empréstimos internacionais têm uma taxa muito mais adequada e favorável aos municípios. Então uma vez que a gente não vê perspectiva de autorização dos recursos do orçamento fomos buscar outras fontes porque é um projeto importante dentro do planejamento estratégico de qualificação do sistema de mobilidade de transporte público”, afirmou o secretário de Governo e presidente do Ippuc, Luiz Fernando Jamur.

Como há outros projetos em situação similar e a prefeitura de Curitiba ainda está distante do limite máximo de empréstimos estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, Jamur projeta que outras obras de mobilidade e macrodrenagem devem ter alternativa similar.

O pedido de empréstimo está sob análise do Ministério da Economia, que deve emitir um parecer sobre a transação até o mês de abril. No processo, a prefeitura propõe financiamento total de R$ 85 milhões para a execução da obra, sendo R$ 68 milhões do NBD e 17 milhões como contrapartida do município.

O Ligeirão Leste-Oeste deverá transportar cerca de 80 mil passageiros por dia, ligando, em um primeiro momento, a região do Campo Comprido a Pinhais. Com as intervenções, a expectativa da prefeitura é de reduzir em até 40% o tempo gasto no trajeto.

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Comentários [ 10 ]

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    Celito Medeiros

    ± 2 dias

    Curitiba poderia ter um sistema único e integrado na questão de mobilidade urbana, pensando 100 anos a frente. Pelos rios que cortam a cidade, nem pensar em metrô. Nas questões de poluição, custos, capacidade de lotação, tempo de implantação, duas possibilidades: BRT para ser transformado em VLT. Um Projeto em que as linhas integradas para um BRT já sejam dimensionadas para serem adaptadas a um futuro VLT. Usando a mesma obra para implantar trilhos e o sistema elétrico ou o VLT de imediato. Este sistema poderá existir SEM qualquer sinaleiro em cruzamentos, sabem, ao estilo de Amsterdam. Ora por cima e ora por baixo, dependendo do cruzamento.

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    Marcelo Roberto Fernandes

    ± 2 dias

    UUhhhhh...vamos ter mais sinaleiros na cidade!!!!

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  • T

    Thomas

    ± 2 dias

    Curitiba parece aquela criança que faz um desenho sem-graça no papel e sua mãe o elogia como se ele fosse um gênio. Pior de tudo é que ele cresce acreditando que é um ser especial, até ensina os coleguinhas a "desenhar". Em 1974 iniciou-se o “revolucionário” sistema brt, deixando qualquer plano de metrô suspenso. Hoje já não é possível nem pensar em implantar o metrô, pois os custos, especialmente os de desapropriações, subiram exponencialmente. As valorizações dos eixos de transportes fizeram fortunas. E o povo que se lasque nas estações tapowear. Mas não precisamos nos preocupar, pois em pouco tempo os carros voadores vão tomar conta dos céus, e não teremos mais problemas com cruzamentos.

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    Claudia Beatriz Valerio Nissel

    ± 2 dias

    Empréstimo para o metro!!! Absurdo este projeto retrógrado. Curitiba já está atrasada uns 50 anos

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    EDUARDO SABEDOTTI BREDA

    ± 2 dias

    Cidade sem futuro, 3 milhões de habitantes e a Prefeitura insistindo em transporte na superfície sobre rodas, em vez de pensar no metrô subterrâneo, onde não há chuva nem sol nem frio sobre a cabeça dos usuários, não há engarrafamentos, não há atropelamentos nem acidentes com outros veículos. E assim segue Curitiba, que um dia foi referência em transporte público. Pensando em soluções para 5, 10 anos, não para o resto da história da cidade.

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  • F

    Francisco Krupa

    ± 2 dias

    Os caras não tem nenhuma visão de futuro. Coitados dos curitibanos daqui 50..100 anos...

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    Marcos eisenschlag

    ± 2 dias

    Cade aquele metro que iam construir por aqui?? Ah sim, foi parar em Caracas - Venezuela, financiado pelo BNDES com grana do nosso FGTS.

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  • S

    Sr. Walker

    ± 2 dias

    Se o governadorzinho não tem moral, imagina o prefeitão! Gordão!

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  • S

    Sr. Walker

    ± 2 dias

    Ué? E o 'bom relacionamento com o governo federal' que o governadorzinho diz ter. Ah, vai ver era 'fake news'. Intindi!

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  • ██

    ± 3 dias

    Sem metrô...curitiba já era.

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