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Experiência do usuário, hoje vamos falar um pouco sobre algo que vem ganhando muita força puxado tanto pelo crescimento das startups e dos negócios do mundo digital, como pela inserção cada vez maior do design em produtos da chamada economia tradicional.

Vários são os livros e metodologias utilizadas largamente pelas startups que incorporam cada vez mais as questões de design, UX, UI, na concepção de produtos, serviços ou plataformas para o mundo digital, tendência que se reforça sobremaneira a medida que vem ocorrendo uma mudança significativa no perfil do consumidor, trazendo consigo um modelo mental muito diferente, composto por um conjunto de interesses, desejos e necessidades que são satisfeitas de forma distinta.

Na verdade esse fenômeno teve início na economia tradicional, capitaneado por algumas empresas de vanguarda, que perceberam a relevância dessa aplicação e o seu potencial de promover uma significativa geração de valor para as marcas, aumentando o nível de interação dos consumidores com seus produtos e serviços levando, em última análise, a um aprofundamento do aprendizado sobre os mesmos e consequentemente a melhores e mais próximas relações com seus clientes.

No entanto, somente quando a experiência do usuário passa a permear o universo da tecnologia e inovação, tanto em hardware como software, é que pudemos ter uma visão mais abrangente sobre o potencial transformador que esse conceito oferece, seja pelo seu aspecto de inclusão sócio-digital ou seja pelas possibilidades que a combinação desse conceito com a expansão exponencial das interações entre pessoas e empresas que a difusão da internet trouxe. Em outras palavras, algumas quebras de paradigmas importantes relacionadas a mercados e modelos de negócios como Skype x Telefonia, Whatsapp x Telefonia, Uber x Táxi, Facebook, Car Sharing, entre outros, estão sendo viabilizadas em função da maior conectividade e maior atratividade da interação digital.

Portanto, podemos dizer que graças ao sucesso de empresas como Apple, Google ou Nike, ninguém mais questiona a importância do Design e da Experiência do Usuário na criação de produtos ou serviços que respondem aos desafios de hoje. Produtos passaram a se integrar de forma quase indistinguível com serviços e a conectividade explodiu, gerando novas formas de interação.

Os novos horizontes são muitíssimo aliciantes, com possibilidades de uma integração com o cotidiano dos clientes que antes era impossível, por outro lado, o nível de exigência também subiu, ao integrar num produto ou serviço conhecimentos, tecnologias e mercados distintos. Para navegar nessa complexidade, têm se usado formas de trabalhar que apostam em testes rápidos, suportados por dados concretos e equipes multidisciplinares que olham todos os lados de um problema. Dessa forma, se os novos problemas têm tantos ângulos de ataque, o que podemos utilizar como âncora? Onde podemos marcar um ponto de partida ou um objetivo? Experiência de Usuário.

Todos os ciclos econômicos têm as suas filosofias e de alguns anos para cá, temos assistido a um enfoque na Experiência de Usuário como objetivo orientador de projetos. Em teoria, uma Experiência de Usuário positiva é o que garante o sucesso de um negócio. Isto é especialmente verdade quando esse negócio tem concorrência no mercado ou tem uma natureza complexa que pode dificultar o acesso a novos clientes.

É muito raro um negócio, muito menos um negócio de base digital, operar sem concorrência. A competição por mercado obriga a que todos esgrimam suas armas da melhor forma e quando existe uma simetria entre produto oferecido e procura no mercado, quem oferece a melhor experiência simplesmente conquista mais clientes.

Experiência do Usuário é um termo abrangente, que pode confundir por parecer que não oferece respostas concretas para a crescente complexidade de problemas que mencionamos anteriormente. No entanto, a disciplina conta com vários métodos e ferramentas bem concretos que utilizamos cotidianamente e que podemos aplicar tanto a novos projetos como outros que já contam com algum histórico anterior.

Essa é exatamente uma das abordagens que usamos na HAG Consulting&Ventures para podermos avaliar o negócio do cliente junto com ele e encontrar as melhores formas de potencializar a qualidade da experiência que seus clientes têm ao utilizar os produtos ou serviços da empresa.

 

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