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João Kepler dá dicas de como fazer o básico e bem feito.| Foto: Pexels.

Você já seu deu conta de que boa parte das empresas se propõem a fazer mil e uma coisas? Elas buscam novas tecnologias e soluções para atender o seu público, investem nisso e naquilo, mas se esquecem do principal: fazer o básico e bem feito.

Não falhar no que é essencial já é um excelente começo.

Faça a coisa certa. Mas geralmente a coisa mais simples a fazer, pode ser a mais difícil. Não queira ser inquebrável ou infalível, procure ser antifrágil, para sair mais fortalecido de qualquer situação, inclusive do caos. Existe o frágil, o robusto e existe o antifrágil. Quando o frágil sofre um impacto externo ele se quebra. O robusto resiste aos impactos externos. Já o antifrágil, além de resistir ao extremo, melhora quando sofre esse impacto.

Ainda no mundo dos negócios, não é possível inovar sem que o básico esteja funcionando bem. Em um mercado desafiador como o nosso, cheio de incertezas, cuidar do básico é fundamental para evitar erros que possam inclusive comprometer o futuro da empresa. A lógica também é bem simples. Alguém que é incapaz de ter boa performance em coisas básicas, pode ser bom em coisas mais complexas?

E por mais que tenhamos vivido mudanças significativas no mercado nos últimos anos, uma coisa não mudou: clientes ainda querem se sentir especiais. E, para isso, têm demandado, mais do que nunca, um componente absolutamente essencial e que parece ter sido negligenciado por muita gente. E por tantas empresas, que entendem seus consumidores como números.

Sabe como se chama este componente? Atenção!

Fazer o básico bem feito é:

  • Buscar entender os desejos e anseios dos clientes.
  • Entregar o que prometeu e, se possível, surpreendê-lo positivamente - entregar antes do prazo, fazer um pouco mais do que foi contratado, oferecer um brinde.
  • Demostrar atitude proativa, principalmente se houver algum problema ou insatisfação por parte do cliente.
  • Fazer de uma reclamação uma oportunidade para se aproximar e se relacionar com quem consome o que você faz.
  • Investir de forma contínua no desenvolvimento para se tornar uma empresa que sabe e vive seu propósito.
  • É estudar e entender de forma profunda o mercado em que atua, os produtos e serviços que vende, as ofertas dos concorrentes, as principais tendências em seu mercado específico e acima de tudo os anseios, expectativas e sonhos dos clientes - incluindo aí as necessidades que nem sequer ainda foram identificadas por eles. E para que isso aconteça, ouça seus clientes com empatia e com o coração, alma e mente 100% focados em melhorias contínuas.
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