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Pedro Menezes

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Renda mínima

A ideia mais importante do ano – talvez, a do século

  • Pedro MenezesPor Pedro Menezes
  • 23/12/2020 07:47
A ideia mais importante do ano – talvez, a do século
| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Se, em dezembro de 2019, algum economista dissesse que o Brasil implementaria em 2020 um programa de renda mínima sem paralelo na história do país, ele seria chamado de maluco pelos colegas. Com razão. Críticas parecidas também seriam desferidas contra quem, em março de 2020, supusesse que o Brasil chegaria a níveis historicamente baixos de pobreza e desigualdade durante o ano da pandemia.

Quase todos no segundo trimestre – governo incluso - projetavam que o crescimento do PIB ao fim de 2020 seria o pior da série histórica do IBGE, iniciada em 1900. Bastaria a 2020 ter um crescimento do PIB menor do que os -4,35% registrados em 1990 e o recorde seria deste ano. Em junho, a mediana das previsões coletadas pelo Banco Central chegou a menos de -6,5%. Hoje, está -4,4%. É cada vez maior a probabilidade do PIB brasileiro crescer mais do que os -4,35% registrados em 1990.

Erros de economistas são frequentes em piadas famosas sobre a profissão. Por sinal, economistas são os principais divulgadores de erros dos seus colegas, usados como argumentos em debate. Eu vejo um problema nesta espetacularização do erro alheio. Alguns fenômenos econômicos são simplesmente impossíveis de serem previstos, mas mesmo assim as previsões geralmente são necessárias, e devem ser lidas por quem tem consciência das suas limitações. Ao invés de usar o erro como método de acusação, é mais útil observá-lo como mecanismo de aprendizado: o que os economistas foram incapazes de observar lá atrás?

Primeiramente, a pandemia não é um evento comum. Não estamos acostumados a sequer imaginar fenômenos com escala global e gravidade comparável, seja na minha geração ou nas duas anteriores. Modelos estatísticos, na prática, projetam variáveis futuras a partir da experiência passada. Em dezembro de 2019, a maioria dos economistas pensavam a política econômica de 2020 com referência nos anos imediatamente anteriores, quando auxílio emergencial e déficit público maior que R$ 800 bilhões eram hipóteses inimagináveis.

O que tornou possível aquilo que era inimaginável? A pandemia, claro. Mas também uma característica do auxílio emergencial: a rapidez e facilidade de implementação. Transferir dinheiro é mais fácil do que fazer obras ou prover serviços públicos.

A surpresa gerada pelo impacto social do auxílio emergencial é igualmente notável. Essa surpresa tem duas dimensões, uma micro e outra macroeconômica. Na dimensão microeconômica, observamos índices de pobreza sem paralelo com a história recente do país. É assustador imaginar o que pode acontecer depois do crescimento abrupto da pobreza que já começou a ocorrer e deve se aprofundar em janeiro de 2021.

Na dimensão macroeconômica, por sua vez, o auxílio parece ter tido um impacto notável no estímulo à produção. As rápidas recuperações do comércio e da indústria mostraram a capacidade de reação da economia brasileira às políticas de estímulo implementadas. A lentidão da retomada está concentrada no setor de serviços, e especialmente aos subsetores mais sensíveis às regras de distanciamento social, como o turismo.

E é por isso que, ali em cima, escrevo sobre a importância de ver os erros como mais do que uma desculpa para denunciar a incapacidade alheia. O fato de o auxílio emergencial ter sido mais fácil de implementar do que inicialmente projetado, e dos seus impactos terem sido mais profundos do que se esperava, deve ser o ponto de partida para uma nova avaliação deste tipo de política pública.

O ano de 2020 apenas serviu para consolidar, em diversos países, uma lição que o Brasil já ensinava ao mundo desde o início do século. O Bolsa Família, vale lembrar, também foi implementado com mais facilidade e rapidez do que se esperava, também com resultados que superaram as expectativas dos maiores otimistas. Nas últimas décadas, políticas de transferência se tornaram o xodó de muitos economistas. A ideia também tinha muitos defensores entre empresários do Vale do Silício, que temem a destruição de empregos por tecnologias disruptivas.

Dar dinheiro para as pessoas é uma ideia simples, mas incrivelmente efetiva e muito inteligente. Pode ser usada para estimular a economia em recessões, diminuir pobreza e desigualdade a baixo custo, para aliviar o impacto de alguma mudança no mercado de trabalho.

Também se trata de uma política mais estrutural do que parece: cada vez mais, os especialistas entendem que não basta dar acesso a educação e outros serviços para tirar indivíduos da pobreza; é importante ajuda-los a quebrar a chamada “armadilha da pobreza”, os efeitos colaterais da falta de renda. Igualmente, não se trata de uma ideia socialista, mas liberal. Nada ajudaria tanto a expansão do liberalismo no Brasil quanto garantir que todos os brasileiros sejam proprietários e se integrem no mercado – basta ler a tradição de socialistas que já criticou este tipo de programa por seu liberalismo latente.

Dentre tantas desgraças, a pandemia serviu para acelerar mudanças que já vinham ocorrendo no planeta. Trabalho remoto, ensino à distância, lives e afins não vão virar a regra, mas serão bem menos raros do que eram até 2019, pois fomos obrigados a nos acostumar com tudo isso. O mesmo deve ocorrer no campo da política pública. E a renda mínima deve ser uma tendência nesse novo mundo, permanecendo por muitas e muitas décadas além da pandemia.

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Comentários [ 16 ]

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  • P

    Patinho

    30/12/2020 13:37:52

    Todos que tem realmente boa fé querem acabar com a pobreza. Porém, a renda/riqueza que foi transferida foi gerada por alguém, e como esses tiveram parte de sua riqueza confiscada pelo estado, vão ser menos capazes de gerar mais riqueza/empregos que antes. O dinheiro transferido foi diretamente para o consumo, e embora indiretamente estimulem a produção, não é um investimento que se auto-sustenta, ou seja, se desfaz na mesma velocidade que chegou. Se justifica num momento de crise, mas só foi possível graças o endividamento do país e apenas repassam a conta para mais adiante

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      Jorge Vallim de Medeiros

      29/12/2020 17:03:11

      De onde os esquerdopatas, tiraram a idéia, que botar o cidadão no colo e, dar-lhe um dinheirinho, é a maneira de construir uma nação próspera , pujante e, auto-suficiente. Para mim, é a receita do parasitismo e, de gerar atraso e, mais pobreza e dependência. A Gazeta nos decepciona, com tais colaboradores. Ô Rodrigo, ensina umas coisa pra esse gajo.

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      • L

        Leomax

        24/12/2020 12:25:25

        Meio confuso. A certa altura, chega a creditar à pandemia, a boa situação do PIB. Só que pandemia não é ideia. Resta o bolsa-familia. Como é possível a alguém com o mínimo de inteligência achar que um auxílio permanente e crescente a pessoas, as livrarão da pobreza. O que seria da Esquerda sem pobres? Claro que o aumento do número de pobres serve à "causa".

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          Lucio

          23/12/2020 16:13:11

          Afinal, qual é a ideia do século? distribuir dinheiro às pessoas? Detesto estas manchetes espetaculosas que servem para chamar a atenção do leitor que, normalmente, irá se decepcionar ao ler o texto. Típico de quem tem poucas ideias na cabeça. Primeiro essa ideia não é nova. Nem na forma nem na execução. Segundo, se simplesmente distribuir dinheiro às pessoas fosse uma solução bastaria colocar alguns helicópteros jogando dinheiro à vontade para as pessoas.

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          • M

            Mauricio Conde

            23/12/2020 15:31:09

            A eficácia de um programa de distribuição de rendas não se dá pelo número de pessoas que entram no programa, mas sim no número daqueles que o deixam.

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            • R

              Rodrigo Bertozzi

              23/12/2020 19:22:46

              Perfeita colocação!

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          • E

            Edgoski

            23/12/2020 15:29:15

            Medida importante para o período da pandemia, mas é preciso que em conjunto gere aumento da produção e de empregos, senão acaba em inflação. Se as empresas mantivessem os preços estáveis até seria bom, pois o aumento do consumo geraria mais postos de trabalho. Se o mercado subir os preços sempre que houver um auxílio, então esse auxílio será ilusório. Usando um exemplo mais relevante: O valor de venda de uma casa à vista é 100 mil. O governo resolve dar 10 mil de auxílio para o cidadão. Aí a construtora sobe o preço para 110 mil (alegando alta na demanda). O auxílio foi ilusório para quem comprou. Quem ganhou de fato foi a empresa, apenas lucrou com isso e não gerou sequer um emprego a mais.

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              Patinho

              30/12/2020 19:44:06

              Com relação ao exemplo da construção civil. Eu como empresário da construção civil, "brigando de foice" com meus concorrentes , vejo como sem sentido sua análise final. Eu, na "linha de frente", na "ponta da lança", com o "bafo da realidade" todos os dias no meu rosto lhe digo: Quem define o preço é a concorrência e o próprio cliente. A margem é a maior que a concorrência e os clientes permitem, de certo modo não sou eu quem escolho. Se puser "fora de valor de mercado" não vendo nada. O lucro por unidade não muda muito em momentos de crise ou Bonanza, o que muda é a quantidade de unidades que consigo vender. Mesma margem com número muito menor de vendas= Muito menos lucro !

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            João Martins Donizete

            23/12/2020 14:51:35

            Dizer que auxílio emergencial é liberal é Chalaça. Esse buraco criado vai perdurar por anos. E que fique claro tal benefício só servirá para esse momento de emergência. Simplesmente o país não aquenta tantos beneplácitos que ao fim e ao cabo não passa de esmola e programa de governos nem é de progressistas e sim de comunistas.

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            • P

              Paulo Romero Sanches Filho

              23/12/2020 14:07:05

              Pode até ser importante, mas continua sendo uma ideia de jerico.

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              • D

                Darci Grava

                23/12/2020 14:06:21

                A única pergunta aue nao vi respondida foi: De onde tirar dinheiro para dar dinheiro?

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                • L

                  LSB

                  23/12/2020 13:54:39

                  E mais: deixe de sofismar que é feio e depõe contra. Dizer que distribuir dinheiro é liberal porque o cidadão se torna proprietário é a mesma coisa que dizer que a expropriação dos meios de produção em nomes de seus trabalhadores é liberal pq torna tais trabalhadores proprietários!!! Enfim, é o MESMO argumento do comunistas de 150 anos atrás em nova embalagem!!! E vc comprou sem pensar! Pense!

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                  • J

                    João Martins Donizete

                    23/12/2020 14:43:55

                    Eu também concordo plenamente. Esse papo de dar dinheiro é mais que progressista é comunista mesmo. Navegou na maionese disso ser liberal, principalmente se isso perdurar e simplesmente não cabe no orçamento. Cruz credo com uma ideia desta.

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                  • P

                    Paulo Romero Sanches Filho

                    23/12/2020 14:04:33

                    Concordo plenamente.

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                • M

                  MAURO FONSECA DE MACEDO

                  23/12/2020 13:50:28

                  Os caras estudam economia, falam economês bonito, mas não sabem de nada! Dar dinheiro nunca gerou riqueza e só estimula o parasitismo. Não passa de uma migalha que se dá para a pobreza não incomodar. Bolsa família, auxílio emergencial e o escambau deveriam ser medidas provisória e paliativas. Enquanto continuarem a dar o peixe nunca se aprenderá a pescar.

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                  • L

                    LSB

                    23/12/2020 13:47:12

                    Acorda, Alice! Procure no seu próprio texto a seguinte observação: qto mais o Estado dá ou intervém para acabar com a pobreza, mais ele precisa intervir porque descobre que tudo que já dá(va) não é suficiente. Um eterno enxugamento de gelo! No mais, alguma coisa em torno de (ou quase) 100 milhões de brasileiros (sem contar os do auxílio emergencial) já vivem, direta ou indiretamente, de PAGAMENTOS do Estado (prev., salários, bolsas, etc.). Vamos aumentar para qto? Ideia socialista de jerico que só irá piorar esta país que vive iludido com a solução mágica que será implantada pelo Estado.

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