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Garagem do vaticano

Papa Francisco ganha papamóvel antenado; saiba qual e veja os 10 mais legais

Papa Francisco muda de papamóvel e passa a usar o Nissan Leaf, o carro 100% elétrico. Relembre os 10 carros mais legais usados em visitas pelo mundo e no Vaticano

 | Roberto Candido/Divulgação
Roberto Candido/Divulgação
 
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O carro elétrico ganhou um apoio de peso para se tornar mais popular. O Papa Francisco irá usar o Nissan Leaf como seu veículo oficial durante um ano em percursos pelo Vaticano e redondezas. Neste período, ele deixará ‘estacionado’ o seu Ford Focus na função de papamóvel.

VEJA OS 10 PAPAMÓVEIS MAIS LEGAIS

Quem sabe o modelo japonês até possa representar mais uma mudança na mentalidade do pontífice em relação aos seus deslocamentos em público. Antes, ele já havia abandonado o uso de veículos blindados por acreditar que isso o afastaria dos fiéis, além dele próprio guiar os carros pela região da cidade-estado.

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Nissan/Divulgação

O exemplar foi doado pela empresa de consultoria alemã Wemuth Asset Management GmbH e faz parte de um projeto-piloto com intuito de difundir a tecnologia como um alternativa benéfica ao meio ambiente e também à economia.

A companhia apresentou quatro estudos para fazer do Vaticano um dos primeiros locais do planeta a funcionar com 100% de energias renováveis e ter a mobilidade livre de emissões de poluentes.

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O Ford Focus, da segunda geração, é o veículo que transporta Papa Francisco pela Itália.

O Nissan Leaf, lançado em 2010, é o elétrico mais bem-sucedido do mundo, com mais de 200 mil unidades comercializadas. EUA, Japão e Europa são responsáveis por 90% das vendas totais do modelo.

Ele é equipado com um motor elétrico, que gera uma potência equivalente a 108 cv e 28,5 kgfm. A bateria de íon-lítio de 30Kwh oferece 160 km de autonomia com uma carga.

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No Brasil, a Nissan fez uma parceria com as prefeituras do Rio de Janeiro e São Paulo para a utilização de alguns exemplares do Leaf na frota de táxi.

O modelo ‘zero de poluentes’ é mais um dos inúmeros carros adotados como papamóvel. Por isso, decidimos também lembrar de outros dez modelos ‘descolados’ que já transportaram ou ainda são o meio de locomoção da figura mais importante da Igreja Católica.

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1.º Nürburg 460 Pullman

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A Mercedes-Benz é uma das maiores fornecedoras de carros para o Vaticano, com mais de 80 anos de parceria.

O primei­­ro foi um Nürburg 460 Pullman, usado por Pio XI em 1930. Na década de 1960, João XXIII recebeu uma Landaulet 300d sob o disfarce de um Cabriolet com transmissão automática.

Paulo VI usou um 600 Pull­­­man Landaulet e depois um SEL 300.

2.º Mercedes-Benz Classe G

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O primeiro carro que recebeu o batismo de papamóvel foi um Classe G 230, ganho por João Paulo II. O modelo foi o primeiro com DNA off road a fazer parte da frota papal, além de ser pioneiro no uso da cúpula transparente removível

3.º Mercedes-Benz Classe M

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O último exemplar antes da nova postura do Papa Francisco de abrir de mão de carros luxuosos e blindados foi a versão Classe M 430. A lataria, também a prova de bala, resistia a tiros de grosso calibre, como dos fuzis AK 47 e das metralhadoras de 1,27mm, além de suportar ataques com granadas.

Era o veículo oficial do Papa Bento XVI, que nem chegou a estreá-lo, pois viria a renunciar pouco depois da doação dando lugar a Francisco.

4.º Renault 4

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O atual chefe da Igreja Católica tem em sua garagem alguns modelos bem modesto. Um deles é o Renault 4, ano 1984, que ele dirige pelas ruas de Roma.

O subcompacto foi um presente do padre Renzo Zocca, que costumava usar para visitar fiéis de áreas carentes de sua diocese, no norte da Itália.

5.º Renault Kangoo Z.E.

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O Nissan Leaf não é primeiro veículo totalmente elétrico a fazer parte da garagem do Vaticano. O Renault Kangoo Z.E. também integra a frota, doado a Bento XVI. Ele era conhecido pelas preocupações com o meio ambiente. Chegou a ser chamado até de ‘Papa Verde’.

A versão era a Maxi Z.E., um multiuso elétrico cedido pela própria marca francesa. Tinha uma autonomia de 170 km, mais que suficiente para transportar até quatro passageiros nas imediações da residência de verão de Bento XVI no Castelo Gandolfo, na Itália.

6.º Fiat Campagnola

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Em 1981, João Paulo II sofreu um atentado em cima de um Fiat Campagnola na praça São Pedro. Após o ocorrido, começaria uma longa linhagem de papamóveis blindados, nos quais o chefe da Igreja Católica ficava cercado por quatro paredes de vidro a prova de balas.

Mesmo com o episódio, o jipinho italiano continuaria a servir João Paulo II, e depois Bento XVI, mas em deslocamentos internos no Vaticano e em Roma. O carro, que virou peça de museu, trazia um elevador que permitia pôr e tirar o trono papal na traseira do jipe.

7.º Land Rover Range Rover

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O atentado de 1981 a João Paulo II fez o Vaticano redobrar a segurança nas viagens pelo mundo. Surgia a parti dali o papamóvel blindado. O primeiro foi um Land Rover Range Rover, que transportou Karol Wojtyla durante a visita à Inglaterra, em 1982.

O carro tinha uma cabine envidraçada bastante alta na parte de trás para que o papa pudesse viajar em pé diante dos fiéis.

8.º Leyland Popemobile

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Se o Range Rover leva a fama de ser para o primeiro papamóvel a prova de balas, é o Leyland Popemobile, fabricado pela Escócia Leyland Trucks, quem merece o reconhecimento por ser o maior e mais seguro da história.

Pesando cerca de 24 toneladas, o veículo de 1982 chamava a atenção por trazer um recinto todo envidraçado e espaçoso, de onde João Paulo poderia visualizar seus fiéis.

9.º SEAT Panda Marbella Papamóvil

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O papado de João Paulo II foi responsável pelos papamóveis mais interessantes. Em 1982, em sua visita a Espanha, a montadora local SEAT projetou um modelo sob medida ao pontífice.

O Panda Marbella Papamóvil acabou virando o menor veículo já utilizado nas visitas pelo mundo. Uma armação de ferro em volta da caçamba era a única proteção visível. De tão modesto, certamente ganharia o aval do Papa Francisco.

10.º FCS Star 660

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Um dos mais inusitados papamóveis é o FSC Star 660, um veículo que virou símbolo na luta polonesa contra o governo comunista na década de 1970. O veículo mais parecia um tanque de guerra e levou João Paulo II em uma viagem à sua terra natal, a Polônia, em 1979.

A visita acabou vistos por alguns como uma demonstração de desafio contra os soviéticos, que estavam no controle do país na época. Pouco mais tarde, o regime acabaria caindo.

O FCS Star 660, na verdade, era um caminhão de bombeiro de seis rodas que ganhou uma série de modificações para atender as exigências do Vaticano. O próprio Wojtyla ajudou no projeto.

Outras curiosidades sobre os papamóveis

■ Até 1930, os papas só andavam de carruagem. Em 1907, porém, o Papa Pio X chegou a usar um veículo motoriza, presente do arcebispo de Nova York. O Sua Santidade acabou dispensando logo depois por achá-lo barulhento demais para seus deslocamentos e preferiu continuar andando a cavalo.

■ Muitas limosines já transportaram o pontífice da igreja católica. E uma das que marcaram foi a Lincoln Continental Lehmann-Peterson, carro oficial da visita de Paulo VI à Nova York (EUA), em 1965.

A curiosa adaptação trazia um assento que se elevava para que a multidão pudesse ver o Sumo Pontífice, protegido do vento por um segundo para-brisa posicionado no meio do teto.

■ Na visita que fez ao Brasil em 1980 o papa João Paulo II foi transportado em um Ford Galaxie Landau, ano 1976, por algumas capitais, entre elas Curitiba.

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Galaxie Landau.Teresa Gago/Divulgação

João Paulo II não gostava do apelido “papamóvel” dado ao carro do papa. Ele considerava o termo desrespeitoso.

■ Para uso pessoal e nos curtos passeios pelo vaticano, os pontífices já utilizaram modelos ‘comuns’ como Ford Escort e Volkswagen Golf.

■ Durante a visita ao Brasil, em maio de 2007, Bento XVI utilizou um Mercedes-Benz ML 430.

■ Em 2013, o Papa Francisco surpreendeu ao rodar nas ruas brasileiras com um Fiat Idea, sem qualquer preparação adicional.

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Fiat Idea.

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