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Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 6:59:34 PM

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O deputado federal Fernando Giacobo (PR) acaba de oficializar a candidatura a 2º vice-presidente da Câmara. Há duas curiosidades na campanha do paranaense. A primeira é que o partido de Giacobo está apoiando oficialmente Arlindo Chinaglia (PT-SP) para presidente da Casa, mas o deputado faz campanha casada com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adversário do petista. A segunda está no santinho: ele preparou o material original para concorrer a 2º secretário, mas mudou de última hora porque, pela proporcionalidade das bancadas, cabe ao PR a indicação para a 2ª vice-presidência.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 6:07:58 PM
Crédito: Fábio Pozzebon/Agência Brasil

Crédito: Fábio Pozzebon/Agência Brasil

Renan Calheiros (PMDB-AL) foi reeleito nesta tarde para o quarto mandato como presidente do Senado. Ele recebeu 49 votos, contra 31 do colega de partido Luiz Henrique da Silveira (PMDB) – houve ainda um voto nulo. Apesar do esforço de parlamentares “independentes” e da nova composição da oposição na Casa, o peso da base governista foi decisivo para o resultado.

Calheiros teve o apoio de pelo menos 15 dos 21 senadores peemedebistas, além dos 13 representantes da bancada petista. Luiz Henrique teve o apoio de dissidentes do PMDB, além de sete outros partidos – PP, PDT, PSDB, DEM, PSB, PPS e PSOL.

Em discurso antes da eleição, Calheiros falou principalmente sobre os feitos de sua última gestão. “Todos os compromissos que assumimos há dois anos foram cumpridos. Estamos renovando a cada dia, administrativamente e politicamente o Senado”, disse.

Pelos cálculos do peemedebista, as medidas tomadas por ele nos últimos anos permitiram uma economia de R$ 530 milhões em dois anos, com ações como corte de funções comissionadas, restrições ao pagamento de horas extras, aplicação do teto salarial constitucional e criação do Conselho de Transparência do Senado.

Também acenou com um bom relacionamento com a oposição. “A voz da oposição é insubstituível.”

Lava Jato

O alagoano é um dos 28 parlamentares citados pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa na delação premiada à Polícia Federal, dentro da operação Lava Jato, que investiga corrupção e desvio de recursos na estatal.

Além disso, a biografia de Renan guarda uma das maiores reviravoltas políticas do Congresso. Ex-ministro da Justiça na gestão Fernando Henrique Cardoso, Renan foi eleito presidente do Senado pela primeira vez em 2005, no final do primeiro mandato de Lula. Em 2007, graças ao entrosamento com os petistas, conquistou uma reeleição tranquila. Até que, meses depois, foi pivô de um furacão de denúncias que envolviam uma filha fora do casamento com a jornalista Mônica Veloso.

Renan não conseguiu comprovar de onde vinham os recursos para pagar a pensão da menina (que eram entregues pelo lobista de uma construtora), mas escapou duas vezes da cassação em plenário. Renunciou ao cargo para encerrar a polêmica, recomeçou por baixo e, em 2013, novamente com o apoio do PT, voltou à presidência do Senado.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 4:57:09 PM
Crédito: Gustavo Frönner/Agência Brasil

Crédito: Gustavo Frönner/Agência Brasil

O dia está corrido para a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). Recém-nomeada ministra da Agricultura, ela se licenciou do cargo para tomar posse hoje (e também votar na eleição para a presidência da Casa). Kátia tem outro compromisso importante logo depois: vai se casar, às 19 horas.

Vários senadores foram convidados para a festa e chegaram ao plenário vestidos para a cerimônia. Uma das curiosidades é que Kátia se preparou para a maratona de eventos seguindo a dieta do Dr. Ravenna, a mesma adotada por Dilma Rousseff para a posse presidencial. A dieta corta alimentos como farinha branca, doces e carboidratos.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 3:26:50 PM
Requião com senadores do PMDB na reunião que definiu o apoio à candidatura de Renan Calheiros. Crédito: Jonas Pereira/Agência Senado

Requião com senadores do PMDB na reunião que definiu o apoio à candidatura de Renan Calheiros. Crédito: Jonas Pereira/Agência Senado

O Senado vai começar em instantes a votação para escolha do novo presidente da Casa. Os senadores paranaenses já definiram os votos. Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) vão de Renan Calheiros (PMDB-AL). Já Alvaro Dias (PSDB) vai votar no dissidente peemedebista Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC).

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 3:00:42 PM
Crédito: Wenderson Araújo

Crédito: Wenderson Araújo

Cerca de 20 pessoas participam de um protesto na entrada do Congresso Nacional, onde acontece hoje a posse de deputados federais e senadores e a eleição para o comando das duas Casas Legislativas. O manifestante mais famoso é o “Batman do Rio”, Eron Melo, que já foi preso em um protesto no Rio de Janeiro ano passado por se recusar a tirar a máscara.

Melo permanece calado, apenas segurando um cartaz que diz: “Dilma, seu tempo está acabando. A Lava Jato está chegando.”

O curioso é que ele e a maioria dos manifestantes tem como alvo a presidente da República – e não os parlamentares que estão sendo empossados. Vários defendem uma “intervenção militar” para tirar a petista do poder.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 2:52:04 PM

Cadu Gomes

O bloco de senadores da oposição acaba de escolher o paranaense Alvaro Dias (PSDB) como líder da minoria. Na prática, o posto dá “passe livre” para o senador se posicionar no plenário.

Já o novo líder do PSDB na Casa será Cássio Cunha Lima (PB).

“É inevitável fazer a tarefa da fiscalização e controle. Com responsabilidade, mas em busca da responsabilização daqueles que cometem crime contra a coisa pública”, diz Alvaro, sobre o papel que pretende exercer.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 1:08:18 PM

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O deputado federal paranaense Alex Canziani (PTB) vai concorrer ao cargo de 4º secretário da Câmara. A principal atribuição do cargo é gerenciar a distribuição e a manutenção dos apartamentos funcionais – o que quase sempre acaba em confusão.

“Sei que é uma função que dá trabalho, mas acho que posso colaborar”, justificou. Outro paranaense que deve concorrer a uma vaga na mesa é Fernando Giacobo (PR). Ele deve pleitear a 2ª ou 3ª secretaria. Veja abaixo o que cada secretário delas faz, na Câmara e no Senado:

1º Secretário
Na Câmara e no Senado, os primeiros-secretários atuam como “prefeitos” das Casas, ou seja, têm papel de gerentes administrativos.

2º Secretário
Na Câmara, é quem cuida dos passaportes diplomáticos. No Senado, cabe a ele lavrar as atas das sessões secretas.

3º Secretário
Na Câmara, controla as requisições de passagens aéreas e as justificativas de faltas. No Senado, é responsável por fazer a “chamada” dos senadores, contar os votos em verificações de apuração e auxiliar o presidente na apuração das eleições para a Mesa.

4º Secretário
Na Câmara, gerencia os apartamentos funcionais dos deputados. No Senado, tem as mesmas funções do 3º secretário.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 12:59:54 PM
Crédito: André Gonçalves

Crédito: André Gonçalves

Logo depois tomar posse como deputado federal, hoje pela manhã, em Brasília, Valdir Rossoni (PSDB), declarou que gostaria de ter permanecido no estado, como secretário da gestão Beto Richa. A nomeação não saiu, segundo ele, porque houve boicote de ex-colegas da Assembleia Legislativa, que o tucano presidiu pelos últimos quatro anos.

“Eu não saberia dizer se foi perseguição, mas foi má vontade dos políticos do Paraná. Quando perdemos as eleições para presidente da República, eu conversei com o governador e disse que gostaria de ficar no Paraná. O que eu senti foi uma movimentação muito forte e acho que os deputados fizeram pressão para que eu não fosse secretário”, afirmou.

Rossoni promoveu uma disputa palmo a palmo pela chefia da Casa Civil de Richa com o ex-deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), que acabou sendo o escolhido de Beto. Sobre a função que pretende desempenhar no Congresso, Rossoni disse que vai ser um “carrapato que vai incomodar o governo Dilma”.

Enviado por André Gonçalves, 01/02/15 12:38:20 PM
Crédito: André Gonçalves

Crédito: André Gonçalves

A deputada federal mais votada do Paraná, Christiane Yared (PTN), disse, durante a cerimônia de posse na Câmara, que “sente um peso enorme nos ombros” pelos 200.114 votos que recebeu. “Ao mesmo tempo, acho que dá para fazer muita coisa. Dinheiro este país tem, falta saber usar”, disse a parlamentar. Ela é uma dos 11 deputados eleitos pelo estado que estreiam no Congresso.

“Temos a preocupação de juntar essa bancada de maneira diferenciada. Queremos fazer o Paraná ser reconhecido pela importância que tem”, afirmou.

Yared disse que vai priorizar duas propostas. A primeira é a instalação de uma unidade do hospital Sarah Kubitscheck em São José dos Pinhais. A outra é a modificação na legislação para que o dolo eventual seja real nos casos que define como “assassinatos” de trânsito.

O filho dela, Gilmar, morreu em um acidente que envolveu o ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho, em maio de 2009.

Enviado por André Gonçalves, 29/01/15 6:01:41 PM
Crédito: Gustavo Lima/Agência Câmara

Crédito: Gustavo Lima/Agência Câmara

O secretário-geral da Câmara dos Deputados, Mozart Vianna, 63 anos, deve ser o novo secretário do Escritório de Representação do Paraná em Brasília. Mozart é uma das figuras mais respeitadas nos bastidores do Congresso Nacional – foi braço-direito de 12 ex-presidentes da Casa. Ele se despede da Câmara no domingo, após 24 anos no cargo (o maior da Câmara, responsável por auxiliar a condução das sessões em plenário).

A sugestão do nome de Mozart foi feita pelo deputado federal Ricardo Barros (PP) ao governador Beto Richa (PSDB). O cargo é tido como estratégico na relação com o governo federal. Recentemente, Mozart, que é mineiro, também foi chefe de gabinete do senador Aécio Neves (PSDB). O atual secretário é Amauri Escudero, que deve seguir nas funções até a troca e, depois, assumir outro cargo no estado.

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