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Conexão Brasília

Enviado por André Gonçalves, 17/04/15 12:33:05 PM
Crédito: Hugo Harada.

Crédito: Hugo Harada.

O deputado paranaense Rubens Bueno (PPS) conseguiu as assinaturas necessárias para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades em empréstimos concedidos pelo BNDES, entre 2003 e 2015. No total, 198 deputados apoiaram a abertura das investigações (o mínimo necessário é de 171 assinaturas). Desses, 12 são paranaenses. Veja quem são:

Alfredo Kaefer (PSDB)
Christiane Yared (PTN)
Diego Garcia (PHS)
Evandro Rogério Roman (PSD)
Giacobo (PR)
Leopoldo Meyer (PSB)
Luciano Ducci (PSB)
Luiz Carlos Hauly (PSDB)
Nelson Meurer (PP)
Rossoni (PSDB)
Rubens Bueno (PPS)
Sandro Alex (PPS)

Enviado por André Gonçalves, 16/04/15 11:04:01 AM
Crédito: Romério Cunha/Vice-Presidência

Crédito: Romério Cunha/Vice-Presidência

Beto Richa (PSDB) não perdeu tempo – cinco dias após o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumir o comando da articulação política da gestão Dilma Rousseff, os dois se reuniram ontem em Brasília. Pelo jeito, a interpretação do tucano é de que o eixo de poder mudou de vez para o PMDB.

“Buscamos a tão desejada reaproximação”, disse Richa. Temer se comprometeu a agilizar a realização de uma audiência de Richa com Dilma, que foi solicitada pelo governo do estado no ano passado. “O vice-presidente é uma pessoa atenciosa, tem experiência política e nos tratou muito bem. Ficou de nos ajudar e abriu um canal de diálogo.”

Enviado por André Gonçalves, 15/04/15 3:01:25 PM
Crédito: Henry Milléo

Crédito: Henry Milléo

Texto do jornalista Diego Ribeiro:

Desde 2012, quando as Unidades Paraná Seguro (UPS) foram lançadas como carro-chefe da Segurança Pública do Paraná, o governo do estado promete ações multisetoriais nas áreas com maiores índices de criminalidade. Não é nova a ideia anunciada pelo secretário da Segurança Pública Fernando Francischini durante entrevista à Gazeta do Povo na edição desta quarta-feira. Até um termo de cooperação técnica entre secretarias estaduais, prefeitura de Curitiba e Ministério Público Estadual foi assinado para tentar tal atuação prometida em 2012. O ex-governador Roberto Requião tentou da mesma forma, com ações parecidíssimas, sem muito sucesso.
Por isso, fica uma dúvida no ar: os projetos falharam? Se a resposta for sim, a repetição do roteiro pode não ser a melhor alternativa.

É preciso atuar de forma maciça nas áreas com projetos que vão de orientação social, emprego, educação, capacitação, saúde, urbanismo, mas não da forma como tem ocorrido. A cada quatro anos, um rótulo novo para o óbvio, porém sem efetividade. Aparecem resultados de feiras de serviços, projetos esportivos esporádicos. Somente isso não vinga.

Podem argumentar que os resultados aparecerão em longo prazo. Aguardemos. Mas tentativa e erro viraram rotina ao longo dos últimos 20 anos no Paraná sob a batuta do mesmo discurso de que é necessário ações multisetoriais. Mesmo assim, homicídios sobem e descem ao longo dos anos e ninguém conseguiu engatar projetos de continuidade. O primeiro trimestre deste ano mostrou uma queda no número de assassinatos de 17% em Curitiba em relação ao mesmo período do ano passado. Mas em 2014 inteiro os homicídios aumentaram 7%. Como não há uma fórmula miraculosa pintando na área, é esperar para ver.

Enviado por André Gonçalves, 15/04/15 2:00:44 PM
Crédito: Fábio Rodrigues (Agência Brasil)

Crédito: Fábio Rodrigues (Agência Brasil)

O senador Roberto Requião (PMDB) assumiu a função de principal “cabo eleitoral” da indicação ao STF do professor da UFPR Luiz Edson Fachin entre os peemedebistas do Senado. Hoje, Fachin esteve em um almoço na casa do paranaense, onde estava previsto um encontro com o líder do PSDB no Senado, Cassio Cunha Lima (PB).

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também se manifestou hoje pela manhã sobre a indicação de Fachin. Curiosamente, lembrou sobre o único caso na história da República brasileira em que houve uma indicação negada pelo Senado.

“Esse processo é sempre um processo complexo de sabatinas que se aprimoram a cada dia. O Senado já teve um momento em que derrubou um indicado para o STF, mas fez isso no início da República, quando Floriano Peixoto mandou o nome de um médico para o Supremo Tribunal Federal, Barata Ribeiro. Mas esse não é um precedente que nessas horas possa ser lembrado”, disse.

Enviado por André Gonçalves, 15/04/15 12:08:40 PM
Crédito: André Rodrigues

Crédito: André Rodrigues

O governador Beto Richa (PSDB) viaja hoje a Brasília e vai tentar uma audiência com o vice-presidente Michel Temer. O pedido de encontro foi realizado hoje pela manhã pelo chefe da Casa Civil estadual, Eduardo Sciarra. A agenda deve ser confirmada no início da tarde.

Enviado por André Gonçalves, 15/04/15 11:15:58 AM
Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A decisão da cúpula do PT de manter João Vaccari Neto como secretário de Finanças mostrou-se como o maior erro de reação do partido à operação Lava Jato. Foram dois cálculos que deram extremamente errado – 1) Afastar o tesoureiro seria admitir culpa; 2) Os indícios contra ele não eram suficientes.

Ambas as contas eram quase nada baseadas na realidade. Tinham apenas o objetivo interno de manter o moral da tropa elevado. Mais ou menos na linha de que o bom petista não deixa ninguém para trás (o que não é 100% aplicável, vide o caso de André Vargas).

O comportamento de Vaccari colaborou para essa sensação de “equipe”. Durante depoimento à CPI da Petrobras na semana passada, ele não apanhou calado. Foi para o confronto e mostrou que todos os grandes partidos, inclusive o PSDB, também foram financiados pelas empreiteiras citadas na Lava Jato.

Eis que, para a Justiça, os indícios não pareceram tão fracotes assim e Vaccari acabou preso. Há ainda a possibilidade de argumentar internamente que trata-se apenas de “perseguição”. Para fora, no entanto, a desmoralização chega ao auge.

Não há nada mais simbólico em meio ao turbilhão das manifestações antipetistas que o responsável pela chave do cofre da legenda ir para a cadeia. No xadrez, seria algo como deixar as costas do rei desguarnecidas para proteger um cavalo.

Enquanto o PT insistir nesse jogo duplo, um para a própria torcida e outro para o país como um todo, vai continuar perdendo de goleada. Seja dentro ou fora de casa.

Enviado por André Gonçalves, 15/04/15 10:03:36 AM
Crédito: Wenderson Araújo

Crédito: Wenderson Araújo

Caso seja aprovado pelo Senado para o STF, o professor da UFPR Luiz Edson Fachin poderá fazer parte do julgamento dos atuais presidentes das duas Casas do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ambos aparecem na lista de políticos suspeitos de envolvimento na operação Lava Jato.

Isso ocorre porque o julgamento dos chefes da Câmara e do Senado é feito pelo plenário do Supremo. Por outro lado, Fachin não deverá compor o colegiado que poderá julgar os demais políticos citados nas investigações, como os deputados paranaenses Dilceu Sperafico e Nelson Meurer (ambos do PP) e a senadora Gleisi Hoffmann. Esses casos cabem à 2ª Turma de ministros do STF, que já está completa e da qual Fachin não fará parte.

Enviado por André Gonçalves, 14/04/15 9:36:46 PM
Crédito: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

Crédito: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

O secretário de Segurança Pública concedeu extensa entrevista ao jornalista Diego Ribeiro, que será publicada na edição de amanhã da Gazeta do Povo. Dentre as perguntas falou sobre se candidatar a prefeito em 2016. “A gente nunca pode negar que tenha intenção porque uma coisa que acho muito ruim é dizer que não era candidato e vira na última hora”, disse. Veja tudo o que ele falou sobre o assunto:

O senhor é candidato a prefeito de Curitiba?
Estou entre os mais votados de Curitiba em duas eleições seguidas. É um respaldo popular de alguém que não tem estrutura política. É um orgulho ver nas últimas pesquisas empatado com o próprio prefeito, ex-prefeito, isso tem que ser no momento devido. Não estou tendo tempo de pensar em candidatura , nem mesmo reeleição pra deputado porque o foco é a segurança pública. Se o trabalho for bem feito, o resto vem, por inércia. As pessoas me cobram agora é uma atuação muito forte como secretário e gestor das penitenciárias.

Mas o senhor tem disposição para ser prefeito?
A gente nunca pode negar que tenha intenção porque uma coisa que acho muito ruim é dizer que não era candidato e vira na última hora. Vou esperar para ver a conjuntura política, do meu partido, na questão estadual. O governador Beto Richa, já que estou secretário, qual viés política dos partidos que o apoiam. Vejo Ratinho Jr. e Ducci como grandes candidatos. Pessoas com total condição de assumir. O próprio prefeito tem as dificuldades financeiras que vem passando e tem que reconhecer que é uma pessoa séria e honesta, que vem tentando fazer. A dificuldade financeira é para todos e isso infelizmente reflete na avaliação dos prefeitos, dos governadores, da presidente.

Enviado por André Gonçalves, 14/04/15 6:21:16 PM
Crédito: Wenderson Araújo

Crédito: Wenderson Araújo

Nascido em Rondinha, no interior do Rio Grande do Sul, mas criado no Paraná desde os dois anos, Luiz Edson Fachin chegou a dizer em entrevista concedida ao autor do blog, em 2010, que naquele ano tentava pela última vez chegar ao STF. Na época, Fachin disputou com Luiz Fux a vaga deixada por Eros Grau. Hoje ele é o escolhido pela presidente Dilma Rousseff para ocupar a cadeira deixada por Joaquim Barbosa.

“Na vida há momentos em que a gente abre determinados livros e fecha outros. Eu me encontro em uma fase da minha vida pessoal, familiar e profissional que me permite colocar meu nome à disposição tendo como único objetivo, de fato, prestar um serviço”, disse há cinco anos.

Sobre a representação do Paraná no STF, falou o seguinte:

“Nós, os paranaenses, sejam nascidos ou criados no estado, como é o meu caso, olhamos para a composição do Supremo e vemos que mais de 30 nomes foram ofertados por Minas Gerais e mais de 20 por São Paulo. Parece-me justo e legítimo que o Paraná, se tem nomes que preencham requisitos técnicos, associe a esse nome um critério paranista. Mas certamente esse não será o critério prioritário a ser levado em conta pelo presidente, embora eu ache que deveria ter peso. Como se sabe, o Paraná a rigor só teve Ubaldino do Amaral como ministro do STF, que ainda teve assento por poucos anos.”

Enviado por André Gonçalves, 14/04/15 4:29:52 PM
Crédito: Wenderson Araújo.

Crédito: Wenderson Araújo.

A poucas horas de a presidente Dilma Rousseff anunciar a decisão, o professor da UFPR Luiz Edson Fachin segue como favorito à indicação para preencher a vaga deixada por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal. Pesaria a favor de Fachin um novo posicionamento do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), que teria confirmado pessoalmente a Dilma que não faria objeção à escolha.

Renan já teria mudado de postura na semana passada, após apelos dos senadores Alvaro Dias (PSDB), Roberto Requião (PMDB) e da bancada peemedebista no Senado. Os dois paranaenses pediram para que Renan entrasse em contato com Dilma para tratar do assunto. A conversa ocorreu ontem, no Palácio do Planalto.

Fachin é um dos mais respeitados especialistas do país nas áreas de Direito Civil e da Família. Embora tenha nascido no Rio Grande do Sul, fez carreira no Paraná e é cidadão honorário do estado. Em 1980, graduou-se em Direito pela UFPR, depois fez mestrado e doutorado na PUC de São Paulo e pós-doutorado no Canadá. Até hoje, o único paranaense a ocupar uma vaga no Supremo foi Ubaldino do Amaral, de 1894 a 1896.

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