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Enviado por Marcio Antonio Campos, 22/06/12 3:00:00 PM

Scientists in Congregations aproxima fiéis da ciência

Uma iniciativa muito interessante nos Estados Unidos está ajudando grupos de fiéis cristãos a entender melhor a ciência e compreender que ela não é inimiga da religião. O projeto Scientists in Congregations, financiado pela Fundação John Templeton, oferece apoio para que cientistas, professores de ciência ou pessoas envolvidas de uma ou outra maneira neste campo possam colaborar com comunidades religiosas das quais já fazem parte, para incentivar uma melhor compreensão de temas científicos, especialmente aqueles com maior propensão a causar controvérsia entre os fiéis.

Joel Mozart
Ninguém melhor que cientistas que também são pessoas religiosas para ajudar a dissipar qualquer desconfiança que os fiéis tenham em relação à ciência.

A ideia surgiu quando um pastor da Califórnia, Greg Cootsona, que já se interessava por temas de ciência e religião, parou de apenas ficar imaginando se os fiéis estariam interessados nesse tipo de assunto, botou a mão na massa e organizou um evento; a procura foi grande e o feedback indicava que ele deveria fazer isso mais vezes.

Até o momento, quase 40 comunidades nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa receberam valores de até US$ 30 mil para incentivar o diálogo entre cientistas, líderes religiosos e fiéis. Há católicos, luteranos, presbiterianos, batistas, metodistas, anglicanos e várias outras denominações protestantes (só não encontrei ortodoxos). Os tipos de colaboração são bem diversos: encontros mais reservados, envolvendo apenas os cientistas e padres/pastores para reforçar a compreensão mútua; orientação científica na preparação de sermões e homilias que envolvam certos assuntos; criação de bibliotecas de ciência nas instalações da igreja; cursos de ciência para adultos ou jovens, inclusive como parte da preparação para cerimônias como a Crisma.

Em outra ocasião já comentei aqui que a participação de um cientista que já faz parte da comunidade é fundamental para ajudar a dissipar qualquer eventual desconfiança que as pessoas tenham em relação à ciência. Isso vale para qualquer atividade humana: quando a informação vem de alguém que consideramos “um dos nossos”, costumamos ser mais receptivos em relação ao que nos é dito. Quanto mais confiança mútua houver, mais fácil será mostrar às pessoas que o conflito entre ciência e fé é ilusório.

Aqui em Curitiba, a paróquia Cristo Rei iniciou encontros de ciência e fé. Vocês conhecem iniciativas parecidas com o Scientists in Congregations em outros locais do Brasil?

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      Miguel Carqueija | 17/07/2012 | 17:50

      Lauro, você está totalmente errado. O contra-testemunho sempre existiu, desde Judas Iscariotes. Não obstante, temos muitos católicos de escol como o próprio Felipe Aquino, e pode crer (assista um pouco a Canção Nova ou a Rede Vida) é cada vez mais emocionante ser católico. E, aos ateus somam-se os indiferentes, ou ateus práticos, não são tão inofensivos assim, veja-se o tal "ônibus do ateísmo que percorreu o Brasil.

      Lauro | 12/07/2012 | 09:17

      Miguel, é exatamente essa a questão. Ao invés de vocês realmente se "policiarem" mais, acabam achando que o novo mal do século é o ateísmo ou o ceticismo, e que esse é o problema do mundo moderno. Os ateus/céticos são poucos. Os crentes são maioria absoluta no mundo. Se a própria Igreja de vocês não consegue ser relevante para os próprios membros, não consegue passar (ou "imprimir") melhores valores éticos e morais, algo está errado. Não é a toa que o número de evangélicos aumenta cada vez mais.

      Miguel Carqueija | 09/07/2012 | 09:22

      Wilson, concordo com você. É o que Felipe Aquino chama o "contra-testemunho".`Para a Igreja, o mau católico é pior que o ateu. Mas quando defendo a igreja Católica, neste blog, é a verdadeira que eu defendo e não a falsa.

      Wilson | 07/07/2012 | 20:32

      Existir conceitos de: moral; religião; bem e mal, não torna as pessoas melhores ou piores. Algumas pessoas ou ignoram tais conceitos ou os usam de forma nociva a quem se aproxima. Felizmente há quem se deixa guiar por estes conceitos e melhoram o mundo em que vivemos. Ter moral e buscar o bem, nem sempre é lucrativo, é necessário que a pessoa aceite o prejuízo e busque um "bem maior" que esteja fora da evolução natural, então prejudicada.

      Wilson | 07/07/2012 | 20:17

      Caro Lauro. Me perdoe pelo uso do termo "pacote", faz soar depreciativo. Mas a intenção era chamar a atenção para o fato de que a evolução é uma sequência de eventos físicos e químicos amorais e se não recebem um componente moral externo, a tal "moral" gerada, se isto fosse possível, seria obra do acaso e nunca baseada em valores maiores que as reações que a proporcionaram. Se somos obra do acaso e de interações químico/físicas até minhas opiniões sobre moral ou religião não tem valor.

      wilson | 04/07/2012 | 20:02

      Caros O Estado É o que a maioria decidir que seja. - - - O Brasil há muito não tem maioria católica, infelizmente os frequentadores de Igreja católicas que conheço, não VIVEM a religião, até mesmo certos "padres" seriam melhor compreendidos em círculos "laicos". - - O Trabalho a ser feito, não é discutir com "ateus", mas converter católicos, o resto viria de forma natural. - - Seria melhor que os falsos católicos saíssem das estatísticas, apenas atrapalham o planejamento de estratégias.

      Ronald Rahal | 04/07/2012 | 14:11

      Sr. Wilson até entendo sua raiva. Mas desconsiderar o "amontoado de moléculas" que compõe os neurônios, dos quais se utiliza para filtrar seus conceitos, é paradoxal, não acha? Já que são eles que lhe dão o senso de realidade, seus conceitos e sua moral. Foi a simples eletro-quimica que lhe permitiu conceber suas afirmações "transcendentais" e não manifestações fantasmagóricas e sobrenaturais em seu cérebro. Um abraço.

      Lauro | 04/07/2012 | 12:37

      Wilson, não sei quanto aos outros ateus e/ou céticos, mas não conceituo como "um pacote de elementos químicos" ou algo do gênero. E você comete o equívoco em misturar moralidade com religião. É arrogância sua achar que a religião torna alguém moralmente superior. Se fosse assim, o mundo não seria como é hoje. Os crentes são absoluta maioria no mundo, e ele está como está. Não necessariamente crença no sobrenatural/Deus quer dizer que a pessoa se torna mais virtuosa.

      Lauro | 04/07/2012 | 12:32

      Miguel, compreendo o seu ponto de vista. E, por mais que eu queira, sei que o Estado ainda não é laico. Ele já é leigo; não é a toa que existe um "Deus seja louvado" impresso no dinheiro... ou que exista uma "bancada evangélica" na política ;) O Estado é leigo, mas DEVERIA ser laico, para representar a todos de acordo.

      Miguel Carqueija | 02/07/2012 | 17:47

      Pois a meu ver, Lauro, o uso do termo "laico" está sensivelmente acompanhado de histilidade à religião. Por isso mantenho, o estado é leigo. Aliás mesmo na Idade Média, com excessão do Estado Pontifício, os estados eram leigos. E nem por isso ignoravam a Fé. Deus é mencionado na Cobstituição dos EUA, embora seja um estado leigo. E ser leigo significa apenas cuidar dos assuntos temporais, não rejeitar a Deus.

      Wilson | 02/07/2012 | 12:29

      Quando alguém se considera sem religião, não acredita na transcendência da alma, acredita que ele mesmo é apenas um pacote de elementos químicos sem um projeto de existência... eu respeito sua forma de se auto conceituar, mas do mesmo modo como não discuto moralidade com qualquer outro amontoado de moléculas juntadas ao acaso, também não acredito de delas venha qualquer conceito que mereça respeito. Gostaria que estas pessoas aplicassem estes "seus conceitos" apenas a si mesmos.

      Lauro | 02/07/2012 | 08:17

      Miguel, vamos parar em um estado para todos, não apenas para os cristãos católicos. As regras da sua religião não são deixadas de lado, cabe a cada crente nelas segui-las. E, por mais que você não goste da palavra "laico", por definição o estado deve ser Laico sim, não leigo. Por mais que hoje em dia ele não seja laico integralmente, devido a interferência constante da religião em assuntos do estado (suprimindo até o conhecimento científico).

      Ronald Rahal | 30/06/2012 | 15:11

      Sr. Carqueija, creio que está equivocado. A moralidade não está implícita na religião. Creio que a moral religioso é tão perniciosa quanto à libertinagem. Não aprovo como o sr., os costumes de hoje, pelo menos alguns deles, e não quero aqui apontá-los para não ser taxado de retrógrado. Não vejo diferença entre uma sociedade que a exerce e outra que não a exerce. A moral está na educação. Na conscientização dos deveres e direitos de cada indivíduo dentro da sociedade.

      Miguel Carqueija | 29/06/2012 | 10:06

      Quando da Constituinte, o deputado Roberto Freire, então líder do partido comunista, disse que, não obstante ser ateu, votou contra retirar o nome de Deus da Constituição tendo em vista o respeito para com a população crente, imensa maioria. AQlém disso, um Estado que ignora Deus sob o pretexto de ser "laico" (leigo) acaba desprezando as leis morais, que vem de Deus, aí libera a pílula do dia seguinte, abortivas, ou o suicidio assistido como agora no Canadá. Onde é que vamos parar?

      Miguel Carqueija | 29/06/2012 | 10:03

      Lauro, o fenomeno oposto é que está ocorrendo em larga escala no mundo: Felipe Aquino noticiou que,m na Inglaterra, uma enfermeira foi punida por dizer que ia rezar por um doente. E, repito, vamos parar com essa história de dizer que o estado é laico; ele é leigo, no sentido de civil, ou seja, não é militar nem eclesiástico; mas nem por isso vai ignorar Deus e a religião.

      Lauro | 29/06/2012 | 09:57

      Mais outra matéria, relacionada a questão do estado laico, saiu na gazeta de hoje, em relação a tal "Lei do Pai Nosso" de Apucarana: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1270039&tit=Camara-aprova-lei-do-Pai-Nosso-em-escolas-de-Apucarana

      Miguel Carqueija | 28/06/2012 | 18:26

      O que o talibã fez com monumentos budistas foi crime contra a humanidade. O mesmo, se partisse de ateus. Mas sem dúvida no atesimo moderno está havendo intolerancia iconoclasta.

      Lauro | 28/06/2012 | 14:54

      Outra questão sobre o "laico" a ser observada, agora com a religião misturada à política: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1269848&tit=Camara-debate-proposta-de-cura-de-gays

      Lauro | 28/06/2012 | 14:23

      Miguel, acredito que você deva dar uma olhada nesta matéria, em relação ao "laico": http://tnonline.com.br/noticias/politica/4,126203,27,06,projeto-de-deco-determina-pai-nosso-nas-escolas-de-apucarana.shtml - O mais tragicômico é que o vereador diz que nenhum aluno será obrigado a rezar junto, mas a oração deve ocorrer no início da primeira aula. Vai expor crianças e adolescentes a pura pressão social para rezarem. Fé agora é obrigatória?

      Miguel Carqueija | 27/06/2012 | 18:23

      AlÔ, Ronald, não sou eu quem pôs essa conotação no termo "laico", de tanto ouvirem a propaganda ateia-laicista já tem muita gente repetindo como papagaios que o Estado é laico, ou até que é laicista - expressão que sugere militancia - o Brizola já tinha a mania de defender o ensino "laico", palavra pouco harmonica com a lingua portuguesa, em vez de dizer "leigo". Parece que estamos falando em Latim.

      Ronald Rahal | 27/06/2012 | 14:24

      Não digo que eclesiásticos não devam participar de cerimônias públicas, já que somos um país de maioria católica e se ocorre é mais por tradição. Sou contra a destruição de qualquer estátua, mas pergunto-me o que ocorrerá com o monumento, com seitas que abominam o culto a imagens, caso se tornem maioria. Mas posso lhe dar um exemplo concreto de como a religião se comporta com monumentos, lembrando-lhe do Taliban e as estatuas budistas em Bamiyan no Afeganistão. C

      Ronald Rahal | 27/06/2012 | 14:15

      Caro Carqueija, o sr. está dando uma conotação ao laicismo que não existe: "ódio." A expressão origina-se do francês. Em resumo significa: um conceito que denota a ausência de envolvimento religioso em assuntos governamentais, bem como ausência de envolvimento do governo nos assuntos religiosos. Deve-se recordar que assim que a República foi proclamada no Brasil, separou-se Estado da Igreja. A

      Miguel Carqueija | 26/06/2012 | 18:52

      Prezado Ronald, oponho-me a dizer que o estado é "laico" pois essa palavra em nossos dias ganhou uma conotação de indisfarçável ódio contra a religião (e se você é contra os simbolos religiosos, seria a favor da explosão do Cristo Redentor?). O estado é leigo, não laico; e leigo não quer dizer ateu ou inimigo da religião. Na verdade, quanto mais harmonia houver melhor, daí as cerimonias onde participam autoridades civis, militares E eclesiásticas.

      Roney Prete Leite | 26/06/2012 | 16:08

      Acredito que para um religioso entender os principios da criação através dos olhos lucidos da ciencia geraria duvida no entendimento destas pessoas, que são extremamente limitadas a um livro que condena acentuadamente a duvida sobre a Fé. Prefiro as coisas como são, conclusões concretas obtidas através de estudos de coisas reais, ao acreditar que magicamente as coisas foram criadas.

      os396 | 26/06/2012 | 14:03

      Outro de furiosa "tolerância" com o blog. Essa hostilização é Lamentável!

      Marcio Antonio Campos | 26/06/2012 | 11:59

      Caro Kent, só liberei seu comentário porque me dá a oportunidade de reforçar uma coisa que, para minha surpresa, alguns leitores aparentemente não conseguem captar. O blog não é "de ciência" e "de religião"; é sobre temas de intersecção entre ciência e religião. Aqui não comento, por exemplo, algo como o Vatileaks, que é só religião; ou uma missão espacial, que é assunto apenas científico. Quanto ao resto do seu comentário, recomendo ler Carl Sagan sobre o argumento ad hominem.

      everton fernandes tavares | 25/06/2012 | 20:18

      "Quanto mais confiança mútua houver, mais fácil será mostrar às pessoas que o conflito entre ciência e fé é ilusório." uhum! sei...

      Kent View | 25/06/2012 | 16:50

      pra começo de conversa o que se espera de um blog sobre ciencia eh que ele seja esrito por um cientista, ou ao menos alguem do ramo. segundo, queria ver esse marcio campos debatendo com alguem do cet.net, bule ou ateia. nao tem envergadura moral tampouco capacidade intelectual para tanto. jornalista metido a padre (sem ser teologo) que se acha cientista (mal sabe enunciar a equaçao de clapeyron. e ainda se acha com "moral" pra falar de quem debate com o craig. haha! cria vergonha nessa cara.

      Joe | 25/06/2012 | 16:42

      Como semrpe o amigo não apresentou fontes, apenas balelas...

      Lauro | 25/06/2012 | 08:07

      Qualquer iniciativa que leve o conhecimento científico à população é válida. Se isso ocorre em um ambiente religioso, excelente terem obtido permissão para esse tipo de abertura. O difícil será tocarem nos pontos mais "delicados", mas já é um avanço.

      Ronald Rahal | 24/06/2012 | 15:25

      Prezado Carqueija, por natureza todo Estado é Laico. Pelo menos nos países ocidentais. A constituição brasileira advoga a professão livre de todas as religiões mas deixando claro, que é laica. Ou seja, não defende este ou aquele credo, ou tem preferêndia ou dá importância a esta ou aquela religião. É questão de lógica que tanto o judiciário,o legislativo e mesmo o executivo, paradoxalmente ostentem quaisquer simbolos religiosos.

      Ronald Rahal | 24/06/2012 | 08:45

      A iniciativa é alentadora. Espero que promova nos crentes, a ideia de que o mundo possa ser explicado, sem se recorrer a fatores sobrenaturais. Pelo menos aceita-se o método científico, mas ainda resta a tradição de que ele só pode ser levada a sério, desde que todos tenham Deus no coração e acreditem em Jesus Cristo, nosso salvador. Mas e se tirarmos isso, as explicações cientificas deixam de fazer sentido?

      Joe | 23/06/2012 | 15:28

      ...e bullying não é hostilizar?

      Joe | 23/06/2012 | 15:25

      Como assim voltou?

      Ronald Rahal | 23/06/2012 | 12:44

      Amigos. O problema não é a hostilização em si. A questão principal reside em como se explicar o mundo e a forma como interagimos com ele. Para o crente, a ausência de Deus retira o peso de qualquer explicação. Para o cético/ateu, não há necessidade de se apelar para Deus para explicar-se as coisas que nos rodeiam.

      Miguel Carqueija | 23/06/2012 | 12:41

      Isso mesmo, Juca. O nosso amigo escorregou feio, aliás com frequencia eles lançam essa confusão. Ciencia é uma coisa, ateismo é outra completamente diferente. A hostilidade dos ateus é tão evidente nos dias de hoje - veja a tentativa de proibirem a cruz encontrada nos escombros das torres gemeas - que só falta requererem a demolição do Cristo Redentor. Mas vão chegar a isso.

      Juca | 23/06/2012 | 09:54

      Olha só quem voltou! Mas, Joe, aprenda a ler antes. O Carqueija falou de "crentes hostilizando a ciência", não tem nada a ver com bullying religioso. E, bullying por bullying, pegue a ATEA, os livros do Dawkins, do falecido Hitchens, veja os Facebooks da vida e você vai ver que o bullying anti-religioso deve ser bem maior. Pelo menos tem mais espaço na mídia.

      Joe | 23/06/2012 | 00:47

      Carqueija, poste suas fontes. Eu posto a minha, que mostra o contrário. https://www.google.com.br/#hl=pt-BR&sa=X&ei=4TvlT4D6E4uK8QSc55XDAQ&ved=0CAYQvwUoAQ&q=bullying+religioso&spell=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=4ce356db617725a0&biw=1440&bih=809

      Marcos A. | 22/06/2012 | 23:25

      Carqueija, nessa você mesmo que uniu ateus e ciência no mesmo balaio. Agora me diga quem hostiliza mais: Ateus hostilizando crentes ou crentes hostilizando ateus? Basta alguém se declarar ateu que já vem a crentalhada encher o saco.

      Miguel Carqueija | 22/06/2012 | 17:47

      Interessante é notar que porcentualmente, há muito mais ateus que hostilizam a religião que crentes que façam o mesmo com a ciência.

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