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Dabliu Junior mostra seu pop açucarado no Paiol

  • Rafael Rodrigues Costa
O músico apresenta faixas de seu primeiro disco, de 2012 |
O músico apresenta faixas de seu primeiro disco, de 2012
 
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O cantor e compositor curitibano Dabliu Junior se apresenta no Teatro do Paiol neste sábado. O show passa por faixas do álbum de estreia do músico, Sobre os Ombros de Gigantes, lançado em 2012, e estreia canções que devem estar em seu próximo trabalho – como “A Borboleta e o Vagalume”, que dá nome à apresentação.

O cantor e compositor explica que a concepção do show já é influenciada pela estética do novo disco, O Jardim da Perpétua Primavera, cujo lançamento está previsto para o fim do ano: mais “pressão sonora” e influência do folk americano sobre o pop com ares de MPB bastante elementar que se ouve em seu primeiro disco.

“Quando fiz Sobre os Ombros..., a base era voz e violão”, conta. “Agora, passei a tocar o violão de aço, a banda tem flauta, saxofone, percussão, guitarra. É mais elaborado”, explica o músico, que vai ao palco com Eduardo Karas (guitarra), Bogdan Skorupa (trompete, glockenspiel e escaleta), Emerson Luiz Gogola (baixo), Luís Fernando Diogo (percussão) e Stéfanos Pinkuss (teclado, flauta e sax), que assina a direção musical da apresentação.

O show é uma homenagem de Dabliu Junior a Robb Lima, seu amigo de infância e parceiro musical morto em outubro de 2013, aos 24 anos, vítima de câncer.

Caminhos

Dabliu Junior diz que caminha em direção a canções mais livres e experimentais, citando como referência Carlos Careqa – que já citou o cantor como promessa musical – e, como influência, o Clube da Esquina. Mas diz se manter ligado ao lirismo que marca seu trabalho de estreia – sentimental, melancólico e um tanto açucarado (baixe gratuitamente o disco em http://dabliujunior.com.br).

“Os temas sempre foram assim, ligados à poética”, diz Dabliu, que recentemente foi encorajado a escrever canções sobre amor por Leo Fressato – cantor convidado em Sobre os Ombros de Gigantes. “No primeiro disco, tive impressão de que olhava para trás. Nesse, estou olhando mais para frente.”

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