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As 5 melhores peças de teatro do (meu) mundo

Repórter arrisca selecionar espetáculos de que gostou muito – em meio a tantos outros. Conte quais são os seus

  • Helena Carnieri
“A Dama do Mar”, de 2013, com elenco brasileiro. | Luciano Romano/
Divulgação
“A Dama do Mar”, de 2013, com elenco brasileiro. Luciano Romano/ Divulgação
 
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TOPO

Pediram para eu fazer uma lista das piores peças a que já assisti. Um pouco antiético, pensei. Que tal destacarmos o lado positivo?

Nesses cinco anos de cobertura da cena teatral, é claro que vi muita coisa boa. Muito, muito mais coisa do que cabe aqui.

Obviamente correndo o risco de também esquecer muitas experiências que se perderam na efemeridade da mídia ao vivo, aqui vão 5 escolhas. E que venham muitas outras!

Se você se animar a indicar suas peças favoritas, é só escrever no espaço dos comentários:

*

1. “Anticlássico”

Primeira da lista. Qualquer lista é subjetiva e eu revelo aqui toda a minha. Adoro sarcasmo. Palmas para Alessandra Colasanti em sua sátira aos trejeitos acadêmicos e ao “culto do não sentido”. Vi no Teatro da Caixa em 2010.

Assista a um trecho:

*

2. “Him”

Essa escolha vai pelo inusitado da performance pela qual o italiano Marco Cavalcoli dublava todas as vozes de “O Mágico de Oz”, de costas, enquanto nós assistíamos ao filme. Detalhe: caracterizado como Hitler, ele ressaltou todo o simbolismo nefasto da obra.

*

3. “Ficção”

Os cinco monólogos trazidos ao Festival de Curitiba em 2013 pela Cia. Hiato partem de vivências pessoais para extrapolar artisticamente o tema. As criações são potentes e jogam com a verdade e a ficção.

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4. “O Malefício da Mariposa”

O espetáculo de estreia do grupo curitibano Ave Lola trouxe muita poesia e delicadeza à adaptação da obra de García Lorca. No meio, humor inteligente.

*

5. “A Dama do Mar”

A montagem do diretor norte-americano Robert Wilson foi realizada em 2013 com atores brasileiros. Apesar de causar estranheza a junção de seu estilo contemporâneo a um enredo do século 19, ainda que adaptado pela grande Susan Sontag, foi a oportunidade de ver uma produção ricamente iluminada, com treino de atores exemplar.

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