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Trajetória

Junior Durski estranhou quando se viu um ícone empreendedor

Chef conversou com a Gazeta sobre as diferenças entre ser um líder na cozinha e de um grande conglomerado de restaurantes

  • Naiady Piva
O ponto de virada do Chef Junior Durski aconteceu quando o Madero tinha 5 unidades. Hoje são mais de 100. | Henry MilleoGazeta do Povo/Arquivo
O ponto de virada do Chef Junior Durski aconteceu quando o Madero tinha 5 unidades. Hoje são mais de 100. Henry MilleoGazeta do Povo/Arquivo
 
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Era uma noite de festa em um buffet chique de São Paulo, com alguns dos empreendedores mais “hypados” do país. Fui encontrar Junior Durski em um canto, rodeado por alguns conterrâneos. Foi com ares de uma timidez curitibana (embora seja de Prudentópolis) que ele admitiu: demorou a se acostumar que eram os eventos de negócios, e não mais os de gastronomia, os que mais demandavam seu tempo. "No começo isso me incomodava".

Durski sempre empreendeu, em diferentes áreas. "E acho que não existe fórmula mágica para o sucesso, o que existe é o suor na testa". Mas o Madero foi seu ponto de virada. Eram só cinco unidades quando ele resolveu baixar o preço do hambúrguer e viu os salões explodirem de gente. Hoje são mais de 100. 

"O madero é referência no seu setor. É uma empresa que cresceu de uma forma incrível e rápida, com muita resiliência, mas dentro de uma estrutura de princípios e de propósito muito forte, contínuo e sustentável", resumiu Claudio Gonçalves, diretor executivo da EY em Curitiba. 

Foi Claudio quem indicou o paranaense ao prêmio "Empreendedor do Ano" da EY, realizado em São Paulo. Durski foi finalista, ao lado de gigantes como Marcio Kumruian, da Netshoes, e Rubens Menin, da MRV Engenharia (vencedor da etapa 2017/2018). 

Por essas e outras, Durski foi migrando para o empreendedorismo. Não que ele tenha abandonado a gastronomia, pelo contrário. Em 2012, ele conquistou o patamar Hors-Concours no Prêmio Bom Gourmet, da Gazeta do Povo. E de lá para cá se manteve como figura presente. 

Mas a gastronomia já não é seu único mundo. "No começo isso me incomodava, porque eu sou chef! Eu pensava: 'será que eu estou cozinhando mal?'". E foi percebendo que eram mundos diferentes. 

"Eu sempre quis ser um exemplo para as minhas filhas, para a minha família. De repente eu percebi que tinha que ser um exemplo para a minha diretoria, e cada vez mais a gente se vê influenciando pessoas. A responsabilidade vai aumentando." 

Aos poucos, ele percebeu que não tinha deixado o lado gastrônomico de lado. Mas mudado de patamar. "Depois fui entendendo. É diferente cozinhar para três restaurantes e gerenciar 100". 

A projeção do chef como empreendedor, hoje, é nacional. Em setembro, ele ajudou a escolher o "melhor hambúrguer do Brasil" no programa Mais Você, da Rede Globo. Também ganhou destaque sua parceria com o carioca Luciano Huck, na rede Jerônimo. No prêmio da EY, ele concorreu com outros seis grandes empresários do Brasil todo, nenhum outro era paranaense.


Saiba mais: http://bit.ly/2nBC4YQ #LivreIniciativa

Publicado por Vida Financeira e Emprego em Quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

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