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Na web

Sites conectam “freelas” e clientes no mundo todo

Com apenas um cadastro e um perfil detalhado, profissionais de diversas áreas podem conseguir boas oportunidades de trabalho por encomenda

  • Cíntia Junges
O designer Wilian Soares divide o tempo entre o emprego formal, freelas e projetos pesssoais, como a mesa recreacional acima |
O designer Wilian Soares divide o tempo entre o emprego formal, freelas e projetos pesssoais, como a mesa recreacional acima
 
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Quando terminou a faculdade, em 2007, o designer de produto Wilian Soares não tinha nenhum contato no mercado, mas precisava ganhar dinheiro. Sem experiência, seus primeiros trabalhos como freelancer vieram por meio do Centro de Design Paraná e do Odesk, uma plataforma norte-americana que conecta clientes em busca de profissionais à procura de trabalho. Depois de fechar trabalhos nos Estados Unidos e na Inglaterra, fazer reuniões com clientes de madrugada por causa do fuso horário e receber em dólar e libra esterlina, Wilian recomenda a experiência, sobretudo para quem está começando a vida de freela.

Além do Odesk, centenas de outros sites prestam esse tipo de serviço no mundo, alguns deles com foco específico em determinado segmento, como o ITJobs, destinado a clientes e profissionais de tecnologia de informação (TI). De forma geral, desde que haja demanda, não há limitações para projetos freelance, que podem ser de fotografia, design, tradução, jornalismo, publicidade, marketing, arquitetura, moda, ilustração etc.

Com exceção de alguns sites nacionais, como o Freela.com, muitas plataformas que atendem ao mercado brasileiro são startups de outros países que viram no Brasil um mercado com bastante potencial, entre elas a argentina Workana, que lançou recentemente uma versão em português para atender profissionais brasileiros. Em novembro de 2012 também chegou ao país a startup australiana Freelancer.com, que tem quatro milhões de projetos e seis milhões de profissionais cadastrados. No Brasil, em menos de três meses já são 20 mil usuários.

Segundo o diretor-regional para a América Latina da Freelancer.com, Sebastian Siseles, no Brasil existem excelentes profissionais de tecnologia – desde projetos gráficos e logotipos até desenvolvimento de sites – que vêm para suprir a alta demanda nesse segmento. “Estamos com expectativas otimistas com o mercado brasileiro. Até o final de 2013, a meta é chegar a cerca de 100 mil usuários”, projeta Siseles.

Como funciona?

Os freelancers fazem um cadastro no site onde podem detalhar seu perfil e habilidades profissionais, ofertando seus serviços. Geralmente é possível cadastrar um portfólio que serve de vitrine para os clientes interessados. Por outro lado, os empregadores precisam expor seus projetos e elencar as competências que estão buscando para a realização do mesmo. Ambas as partes podem demonstrar interesse e iniciar uma negociação por meio do site. Cada projeto tem um prazo para ser concluído.

Em geral, não há custo para fazer o cadastro e a publicação dos projetos na plataforma. O site recebe uma porcentagem quando um negócio é finalizado. “Na Freelancer.com, quando um trabalho é fechado com sucesso é cobrado da empresa ou contratante um valor que pode chegar a 3% e do freelancer de 3% a 10%”, detalha Siseles.

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