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O gol de empate aos 52 minutos do segundo tempo, praticamente o último lance agudo da partida (o duelo ainda foi até os 54 minutos), poderia ter provocado reações indignadas dos jogadores e comissão técnica do Sport. Mas não foi isso que se viu.

“A arbitragem não tem culpa se o jogo tem um pouco de tempo a mais ou a menos. Não podemos baixar a concentração. Se jogarmos dez minutos a mais, temos que jogar esses dez minutos a mais”, afirmou Eduardo Baptista, técnico do Sport.

A partida ganhou quatro minutos de acréscimo no primeiro tempo e sete no segundo por causa das paradas técnicas para reidratação dos atletas e da própria arbitragem.

ZERO cartão

Nenhum cartão foi distribuído durante o jogo. A partida, apesar de bastante movimentada, não apresentou lances violentos e foi marcada pelo baixo número de faltas cometidas. Em todos os mais de 90 minutos, o Atlético cometeu apenas seis infrações, enquanto o Sport fez somente 12, média de uma marcação do árbitro a cada cinco minutos.

Segundo dados do Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná), durante o horário do confronto, das 11 às 13 horas, a temperatura subiu dos 20° C aos 24° C. Já a umidade relativa do ar caiu de 60% para pouco mais de 50%.

Dentro do estádio, porém, a sensação de calor, com 27 mil pessoas, mesmo com o teto retrátil aberto, era bem maior.

Talvez por isso o volante Rithely também não tenha reclamado do acréscimo. “Não podemos tomar um gol com 50 minutos. Não pode acontecer isso. Nós jogamos assim fora ou dentro de casa, tivemos a chance de matar o jogo. Não vou colocar a culpa em ninguém porque nosso time é bom, mas não podemos vacilar fora de casa”, afirmou.

“Dói tomar o gol aos 52 minutos. Faltou concentração nessa cobrança de escanteio, logo no último minuto”, lamentou Baptista.

O técnico, considerado uma das revelações do Campeonato Brasileiro, avançou a marcação e colocou seu time para contra-atacar o Atlético no primeiro tempo. No segundo tempo, com a vantagem, tirou o atacante Élber e colocou o volante Ferrugem em campo.

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