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Coluna do leitor

Catarata

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TOPO

Fiquei triste ao ler a notícia do fim da cirurgia de catarata (Gazeta, 19/4) como uma prioridade da saúde pública para a lista comum de espera do SUS. A cirurgia traz vida nova àqueles que recuperam a sua visão. Conheço alguns pacientes idosos que fizeram essa cirurgia pelo SUS e a alegria de enxergar novamente que eles possuem. Tomara que o governo federal reveja essa tomada de decisão porque é uma cirurgia de custo alto para as pessoas de baixa renda e elas certamente não poderão arcar com os custos dela. Respeito aos mais velhos. É tudo o que eles precisam e certamente nós precisaremos algum dia, se tivermos a sorte de envelhecer.

Yayá Petterle Portugal, por e-mail

* * * * * *

Insegurança

É bom verificar de forma jornalística (investigativa) os números de crimes em São José dos Pinhais. Por exemplo, temos tido assaltos quase que diariamente em bares e restaurantes na cidade, alguns estabelecimentos chegam a ser assaltados até duas vezes na semana, havendo inclusive assassinatos durante essas ocorrências. Os canais que fazem cobertura policial não noticiam estes fatos.

José Aroldo Pallu, por e-mail

Publicidade e exemplo

O grande problema não é a propaganda veiculada e sim a mensagem que a criança vai ter. Dependendo da educação que ela tiver em seu lar, não adianta proibir um comercial de um tênis de marca caríssimo e seus pais andarem com um mesmo tênis de igual valor ou maior! Tudo começa pelo exemplo e formação dentro de casa. Se não, não tem o porquê de tantas proibições e leis que não servem para nada neste nosso maravilhoso país.

José Antônio, por e-mail

Lixo 1

Participei como representante dos trabalhadores no Conselho Municipal de Saúde há quase 4 anos e desde lá um engenheiro ambiental já fazia o alerta de que o aterro da Caximba estava esgotado e que outra solução deveria ser encontrada. A diretora de resíduos da Secretaria do Meio Ambiente, que aliás está no cargo há muitos anos, preocupa-se mais em se manter no cargo do que em se esforçar e criar alternativas de solução. O problema é de natureza política e competência técnica.

Michel Deolindo, por e-mail

Lixo 2

A empresa concessionária jamais poderia ser doadora de campanha, pois isso influencia na opção da prefeitura pela alternativa tecnológica que a beneficia; a remuneração dessa concessionária jamais poderia ser por peso de resíduo depositado no aterro, pois isso estimula a que uma quantidade cada vez maior de resíduo seja levado para lá, independentemente da possível reciclagem; o cidadão deveria ser cobrado por peso de resíduo entregue à coleta, o que estimularia a redução e a compostagem.

Rafael Filippin, por e-mail

CPI

Por mais que seja um pensamento utópico e evidente, é inconstitucional, pois uma das coisas que melhor fazem é legislar em causa própria, principalmente quando a questão é se protegerem. Seria sair da alçada do Congresso, das Assembleias e Câmaras e passar para o Judiciário, contando com a investigação séria, competente e de alto nível da Polícia Federal, pois quem não deve não teme e seria uma maneira dessas instituições terem, novamente, a credibilidade e o respeito da sociedade.

Ivone Pregnolato, por e-mail

Meirelles e Lula

Depois de uma longa e estranha ausência, reapareceu o ministro-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. O local foi o fórum que reuniu na Bahia empresários, governadores e parlamentares. Analisando friamente o seu discurso, qualquer pessoa lúcida percebe que o sr. Meirelles pede ao presidente Lula e ao seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, para “irem devagar”, sem “otimismo exagerado”, e que não confundam os sinais de melhora com a superação do problema. Como estamos na temporada de jogos decisivos nos campos de futebol, esta decisão para saber quem realmente manda no Brasil deverá ser emocionante. O ministro Meirelles deve ter descido do palco cantando igual ao João Gilberto: “Se você disser que eu desafino amor, saiba que isso em mim provoca imensa dor...”

Wilson Gordon Parker, por e-mail

Mártir

Se a polícia seguisse o que diz o sr. secretário da Segurança, todos os políticos deveriam ser condenados a 94 anos de prisão. Não é o que fazem o tempo todo, com desvios de verbas, superfaturamentos, “remanejamentos” orçamentários? Não defendo a dona da butique famosa, apenas acho que se as elites se acham no direito de passar por cima do direito, os políticos fazem muito pior.

Claudio Ribeiro, por e-mail

Terminais

Reforma é um problema em qualquer setor. Se não fizer acaba apodrecendo. Então, calma pessoal, vão melhorar os terminais, o embarque e o desembarque. Vai ficar com mais espaço, e mais limpo. Vamos dar um voto de confiança ao pessoal da Urbs e da prefeitura, porque se não fizer a reforma como é que ficará nossa cidade?

Pedro P. Girardi, por e-mail

Motoqueiros

Por terem a possibilidade de transitar entre os carros, a única vantagem prática que um motoqueiro tem é o fato de não ficar preso nos congestionamentos. Se forem impedidos disso, não há por que comprar motos. Grande parte dos motoristas de Curitiba convive em harmonia com os motoqueiros, salvo algumas exceções e este convívio não tem trazido prejuízo a nenhuma das partes. O trânsito vai piorar, os prejuízos serão divididos e as desavenças irão se intensificar. Que o bom senso prevaleça sem a lei.

Osni Pedroso Cubas, por e-mail

Cinto de segurança

Engraçada, ou de péssimo gosto a determinação que “desobriga “ os passageiros de ônibus coletivo de usarem cinto de segurança. Isto porque é muito conveniente para as empresas que exploram esse tipo de transporte, e neste quesito estamos entre os mais subdesenvolvidos do mundo. Me parece muito conveniente transportar centenas de passageiros como gado no interior de um veículo de transporte coletivo. Foi mera sorte o acidente da última semana não ter maiores vítimas. No entanto, os guardas de Guaratuba adoram multar motoristas sem cinto. Penso, contudo, que o exemplo do uso do cinto deveria vir “de cima”, e que, com certeza, todos nós devemos utilizá-lo e lutar para que o transporte coletivo acomode apenas pessoas sentadas, como nos países de primeiro mundo. Afinal, Curitiba vive se vangloriando que é capital de primeiro mundo, não é? Mas ainda falta muito.

Valéria Gardai, por e-mail

MST

O procurador do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, Gilberto Trums, jogou a toalha e desistiu de lutar contra a instituição das escolas itinerantes do MST, que, por possuírem currículo em desacordo com o que determina a Secretaria de Educação, foram impedidas de funcionar. Podemos deduzir que as escolas itinerantes devem voltar a funcionar, incutindo nas mentes de seus jovens alunos não só visões distorcidas das questões sociais, como toda uma parafernália de ações contra a ordem pública, principalmente aquelas que intimidam e desmoralizam o Estado de Direito.

Sergio Villaça, por e-mail

Servidor virtual 1

Até quando vamos ter que aguentar deputados que legislam em causa própria, gastando o nosso dinheiro? Essa lei dos funcionários virtuais (Gazeta, 16/4) é uma imoralidade sem precedentes. Sou a favor do fechamento da Assembleia Legislativa imediatamente e aguardar as eleições de 2010, sendo que todos os atuais deputados seriam impedidos de concorrer. Afinal, eles não fazem nada pelo povo mesmo.

Paulo Cabral, Curitiba – PR

Servidor virtual 2

Às vezes ouço comentários que temos que pensar bem em quem vamos votar. Adianta, se quando eles estão no cumprimento de seus mandatos mudam a maneira de ser e de pensar e só legislam em causa própria? Será que esses três deputados que souberam honrar seus eleitores, na sequência, vão também se beneficiar disso? Lá na frente veremos. Se não aceitarem, será um forte requisito para que eu, nas próximas eleições, vote em um deles.

Vilson Bonacin, por e-mail

Servidor virtual 3

Isso é um acinte à sociedade brasileira, seja para os que pagam impostos ou não! Se querem pessoas trabalhando para eles, que paguem do próprio bolso. Isso é o que dá ter tanto “representante” nos legislativos. Quando teremos um basta?

Álvaro N. Malaguini, por e-mail

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