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Poupança

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TOPO

O governo Lula vai acabar com a credibilidade da poupança. Levamos muitos anos para que esse instrumento de popular se tornasse um hábito. Até agora ninguém falou em ressarcir os meses de rendimento da poupança abaixo da inflação ou abaixo da remuneração dos fundos de investimento. Ora, o rendimento atual mínimo de 0,5% mensal é igual à inflação da cidade de Curitiba. E ainda chamam isso de ganho. Na verdade, existe uma aliança entre a equipe de Lula e os grandes banqueiros interessados na mudança.

Antônio Rezende

Opinião pública 1

Com relação ao deputado Sérgio Moraes (PDT-RS) que recentemente disse estar “se lixando para a opinião pública” e que não adianta a imprensa publicar nada a respeito dele que o povo vota nele de qualquer jeito, tenho a declarar que nenhuma instituição merece mais confiança do povo que a imprensa, nem a mais alta corte jurídica deste país. Além disso, as pessoas que votam neste tipo de político, provavelmente o fazem em troca de cesta básica, talvez o único alimento em quantidade que podem obter. Temos três tipos de eleitor no país: os que trocam votos por comida ou algum outro favor; os que trocam os votos por cargos e uma minoria que vota consciente, tentando limpar a podridão que assola a política nacional. É impressionante o quanto os políticos riem da nossa cara. Urna neles, pessoal.

Mario T. Stocco

Opinião pública 2

Estou começando a ouvir vozes reais ordenando o meu silêncio total. Elas avisam que a minha opinião não vale nada. Não mando nada, sou um zero à esquerda. Eu penso, estudo, trabalho, voto, pago impostos, mas não tenho direito a ter opinião. Estou apavorado com a descoberta da minha total inutilidade. O deputado Sérgio Moraes diz que está se lixando com a minha opinião. Agora, o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, me chama de “sujeito da esquina”. Quem sou eu afinal de contas? Eu só existo como coisa pública para pagar impostos? Descobri que penso, mas não existo. Gostaria de saber como peço internamento psiquiátrico no SUS?

Wilson Gordon Parker

Reforma política 1

O ponto mais importante na reforma política é a adoção do voto distrital. Só assim teremos uma representatividade legítima.

Jorge Muniz Ventura

Reforma política 2

Já que as coisas (não) funcionam com a estrutura política atual (lamaçal), a própria população deve tomar o controle. Como? Com um orçamento participativo. Funcionou no Rio Grande do Sul e é um mecanismo justo, democrático e transparente, pois qualquer pessoa podia apresentar projetos, engajar uma comunidade, acompanhar a execução e cobrar resultados. Acima de tudo, ninguém pode votar o próprio salário nem surrupiar nada. Todos mundo podem, pelos informativos, verificar pessoalmente obras e custos.

Cristina Schuster

Farra aérea

Foi muito cinismo do ex-senador Jorge Borhausen (Gazeta, 8/5) apoderar-se do dinheiro público para seus parentes e amigos viajarem. Quem tem caráter sabe que coisas desse tipo podem não ser ilegais, mas são imorais.

Cassia Noronha, empresária

Delúbio

Então o STF foi compelido a decidir que Delúbio e Valério são inocentes da acusação de gestão fraudulenta porque os relatórios feitos pela Polícia Federal não eram conclusivos o suficiente para condená-los? E quem comanda a Polícia Federal, a mesma que produziu estes relatórios tão providencialmente falhos? Tarso Genro, do PT. Agora é capaz de Delúbio poder voltar ao seio do partido, já que é inocente, ou melhor, já que foi declarado inocente. Existe uma sutil diferença nisso. Para mim, esse julgamento já estava com as cartas marcadas desde o início. Só não vê quem não quer. Conclusão: não há poderes confiáveis no governo “democrático e republicano” de Lula.

Mara Assaf

Saúde

A OMS mostrou grande capacidade de mobilização e esclarecimento da sociedade através dos meios de comunicação no caso da epidemia de gripe. O que mais me preocupa no momento é deixarmos de priorizar epidemias nossas com letalidade já comprovada e tornarmos meritório o medo e os consequentes desvios comportamentais prejudiciais e inúteis.

Herbert Richert, engenheiro mecânico

Letra de médico

Todos nós já fomos ao médico. Quem retornou para casa com a famosa “receita médica”, certamente já passou mal bocados. Uma iniciativa a respeito da ilegibilidade da letra dos médicos, como ocorreu em Londrina (Gazeta, 8/5) já deveria ter sido tomada há tempos! E, sem exagero: a solução é começar por aulas de caligrafia, incluindo até mesmo um “caderninho”.

Felipe Martins Greiner

Preços maiores

Com relação ao comentário de Celso Nascimento referindo-se à alta nos preços dos alimentos básicos (Gazeta, 7/5), gostaria de complementar que não foram somente os gêneros alimentícios que subiram, mas também os remédios. Até 1º de abril, as farmácias davam descontos de até 30% na compra de medicamentos. Após esta data ocorreu o aumento dos remédios determinado pelo governo federal, porém no Paraná, como deveriam baixar os preços em função da redução do ICMS, o consumidor poderia imaginar que pelo menos os valores fossem mantidos no mesmo patamar. Qual não foi minha surpresa ao verificar que as farmácias reduziram os descontos de 30% para no máximo 17%. Daí deduz-se que os remédios aumentaram cerca de 13% – ou até mais. Fica a pergunta: se alimentos, remédios, combustíveis, energia elétrica e telefone tiveram seus preços majorados, quem foi realmente beneficiado com a minirreforma tributária? Certamente a população carente é que não.

Iniberto Hamerschmidt, engenheiro agrônomo, Curitiba – PR

Farra aérea 1

É incrível a inversão de valores em nossos dias. O presidente da República chegou a dizer que a imprensa dá muita importância a um assunto banal, como ele classificou a ‘’farra aérea.’’ Então, para Lula e companhia, dinheiro publico é banalidade e por isso podem gastá-lo a vontade. A democracia entristeceu-se e retirou-se do país, os políticos a expulsaram e o povo perece sem forças para trazé-la de volta. É aí que entra o papel e o poder dos demais meios de comunicação de massa, que têm o objetivo informar e mostrar a verdade à população.

Nelson da Silva

Farra aérea 2

O presidente Lula defendeu o Congresso de suas obscenas atitudes no uso do dinheiro público para lazer de seus familiares e amigos ao vir a público e “com orgulho” dizer que ele “não vê crime algum” no fato de um político levar a mulher ou um sindicalista para Brasília com o dinheiro público”. E ainda afirmou que a imprensa dá muita importância a algo “banal”. Moralidade e respeito ao povo e ao uso do dinheiro que o povo paga através de seus impostos não existem mais. São considerados pelos governantes como “coisa banal e sem importância”. O que é importante para esses senhores?

Geraldo Buss

Fiscalização das estradas

Acredito que a Polícia Rodoviária Federal está melhor aparelhada para atender as rodovias federais (Gazeta, 5/5). Vi uma reportagem mostrando um aparelho onde o policial consultava o veículo para verificar se era roubado e tambem pessoas para constatar se eram procurados da Justiça. A quantidade de carros roubados e recuperados e de drogas apreendidas pela PRF no estado do Paraná fala por si.

Marcos V. dos Santos

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