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Universidade e trânsito

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TOPO

Tem de partir das universidades a preocupação com o trânsito (Gazeta, 27/4), pois é de onde flui o conhecimento que vemos a melhores iniciativas. Sou acadêmico do curso de História da UTP e minha monografia contesta o predomínio do automóvel nas ruas da cidade. Vejo que meu estudo é um pequeno ponto para este assunto tão discutido ultimamente. A bicicleta é uma das soluções. Não podemos ver apenas grupos como o Bicicletada Curitiba levantar esta bandeira em nossa cidade, que a pouco tempo era chamada de capital ecológica. O conhecimento acadêmico também tem de se aliar a esta ideia. E o que a PUC está fazendo, ao incentivar o uso da bicicleta e da carona solidária é uma boa solução. A política urbana tem que se render à sustentabilidade, à energia renovável e às vantagens de se andar “a pé” ou pedalar pela Curitiba da qualidade de vida.

Rodyer Ferretti da Cruz, por e-mail

Bullying

Sou professora da rede pública de educação há algum tempo e minha opinião sobre o bullying (Gazeta, 30/4) é que a educação vem de berço. Os pais têm a obrigação de ensinar os seus filhos desde a tenra idade para, quando crescerem, saberem se comportar nos devidos ambientes. Hoje a realidade é que alguns pais transferiram essa responsabilidade para a escola, pois nós que estamos em sala temos que lidar com certos comportamentos agressivos, que às vezes nos coloca numa posição até de risco.

Sandra Cristina Morais, por e-mail

Enem

O falecido senador Antônio Carlos Magalhães, um expert no assunto corrupção, declarou certa vez que 40% da arrecadação de impostos destinava-se ao custeio da corrupção no Brasil. O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) revela que, das mil escolas com as piores notas, 965 são públicas (Gazeta, 29/4). Em contrapartida, entre as mil melhores, apenas 36 são públicas. Sem querer entrar em detalhes técnicos, que sempre são usados com o único intuito de enganar a opinião pública, se os 40% que são roubados dos cofres públicos fossem destinados para a educação e saúde do povo, não existiria essa tragédia na educação dos jovens menos privilegiados do Brasil.

Wilson Gordon Parke, por e-mail

Farra aérea 1

A moral atual no Congresso é duvidosa, pois ética no gasto com o dinheiro público não se vê há muito tempo. Em um país sem boas políticas para educação, saúde e segurança, é urgente terminar com as mordomias dessa natureza (passagens aéreas). Já existe verba indenizatória de gabinete, moradia e tantas outras. Poder levar a família a passeio com viagem e telefone celular pagos com o dinheiro do contribuinte é demais. Reforma política já.

Maria Irmina C. Vieira, por e-mail

Farra aérea 2

Ficamos sabendo que 117 ex-deputados usaram bilhetes aéreos após o fim do mandato. Já se passaram quase dois anos. Será que a ex-deputada devolveria o dinheiro se não fosse descoberta? Cada vez que há notícia de certa irregularidade a classe política perde mais credibilidade. Acho que é hora de o povo sair às ruas. Ninguém aguenta mais tanta desculpas de corrupção e desvios do dinheiro público. Não era e nunca fui a favor, mas um fechamento temporário das câmaras e congresso viria numa boa hora.

Hermani Licinio Marques Neto, por e-mail

Vacinação

A vacinação anual da gripe deveria ser para todos e não apenas para o segmento idoso da sociedade. As crianças, principalmente, são acometidas várias vezes entre os meses do outono e do inverno por essa patologia. Uma população imunologicamente mais protegida contra a gripe anual teria uma resistência fortalecida contra um novo vírus. Um organismo já fragilizado pela gripe de outono/inverno do Hemisfério Sul tem mais facilidade para ser novamente contaminado por outros microrganismos mais virulentos. Qualquer sinal da doença como coriza, tosse e febre nessa época do ano ocasionará pânico, pois os pacientes não vacinados não saberão se é gripe sazonal ou pandêmica. O resultado será óbvio: unidades de saúde, hospitais e clínicas abarrotados de pessoas com medo da nova gripe mais virulenta e agressiva. Talvez seja o momento de se repensar nessa questão da vacinação da gripe para as pessoas de todas as idades.

Paulo Abrahão, Curitiba – PR

Barulho

Quanto à barulhos que incomodam (Gazeta, 25/4), eis minha observação. Moro num bairro onde predominam residências unifamiliares, o Jardim das Américas. Pelas bandas de cá. o que mais desassossega é o frequente latido de cachorros, pois a maioria das casas possui cães. Várias têm até cinco animais, geralmente soltos pelo jardim. Os bichos precisam e/ou, digamos, têm o “direito” de latir quando passa ou chega o carteiro, o entregador de pizza, o vendedor de gás, o leiturista de água e de luz, o entregador de encomendas, jornais e revistas e ainda quando os demais abnegados donos levam seus bichos para passear e aliviar o estresse nas ruas da vizinhança, deixando imundícies pelas via públicas. Torço para que a ciência desenvolva genéticas para a criação de cães que sejam imensamente meigos com os seus donos e que não latam.

Peno Ari Juchem, por e-mail

Saúde

Referente a reportagem “UFPR é condenada por gaze esquecida dentro do coração de paciente” (Gazeta, 30/04), é interessante e até gratificante saber que em “apenas” seis anos uma causa como esta já esteja julgada. Porém não me recordo de ter lido algum comentário ou nome da equipe médica que realizou essa trágica cirurgia. E fico a pensar se serão eles julgados? E que Justiça é essa que leva seis anos para julgar uma barbárie dessa e ainda condena o povo brasileiro a pagar por ela? Quantos outros cidadãos continuam e continuarão sendo atendidos por esta equipe de médicos? E quantos deixarão de ser atendidos por falta de verba, enquanto uma entidade Federal arca com R$ 700 mil mais pensão mensal devido a um “erro” médico, se é que pode ser assim chamado este fato.

Franciele R. Mayer, por e-mail

Código florestal

Compartilho da opinião do ministro da agricultura, Reinhold Stephanes, no tocante às alterações que estão sendo propostas no projeto de lei que reforma o Código Florestal Brasileiro. Entendo e defendo que a proposta prioritária e mais urgente diga respeito ao prazo para a averbação da reserva legal, que expira em 11 de dezembro, sob pena de multa e outras punições. O país e os agricultores clamam pela aprovação de mudanças que aliviem a pressão sobre as obrigatoriedades do produtor rural e entre esses pontos considerados chaves está a incorporação das áreas de proteção permanentes (matas ciliares) no cálculo dos 20% da reserva legal; garantia de exploração em áreas consolidadas, como várzeas e encostas de morros; relocação da reserva para outra área ou bacia hidrográfica e tratamento diferenciado para o pequeno produtor, aquele que comprovadamente teria seu negócio inviabilizado do ponto de vista econômico com a destinação de 20% da área.

Dina Cardoso, Farol – PR

Suínos

Sou criador de suínos e tenho uma pequena granja com 800 animais. A gripe suína é mais um dos problemas que teremos que enfrentar, já não bastasse o preço baixo e um projeto do IAP para usar restos de alimentos de um shopping como comida para os porcos. Agora eu pergunto: quem vai comer esses porcos que foram engordados com lixo? Como faço para saber quem vende essa carne? Faz muito tempo de deixamos de servir lavagem para nossos animais e adotamos a ração certificada pelo orgãos competentes. É mais caro, mas podemos garantir ao consumidor que a carne que ele compra é de boa qualidade. O Ministério da Agricultara deveria averiguar as condições em que essa lavagem é preparada, pegar as amostras desse “alimento” e mandar para um laboratório, de modo a garantir à população que ela não oferece risco. Dessa forma nós, suinocultores, podemos fazer essa opção com segurança.

Joao M. Correia, por e-mail

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