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Para entender melhor a rejeição

 
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Há dois tipos de rejeição: a primeira diz respeito ao candidato que já exerceu cargos públicos – prometeu e não cumpriu. É a rejeição forte, do tipo “você não era tudo aquilo que eu pensava.”

A outra é a rejeição fraca, do candidato pouco conhecido. “Por que vou votar em você, se não o conheço e não tenho como avaliá-lo?”

Na cabeça do eleitor, Beto Richa, com avaliação estabilizada em 71% – prometeu e cumpriu – por isso tem a menor rejeição da história das eleições em Curitiba – apenas 7%. Ao escolhê-lo, automaticamente, rejeitam-se os outros candidatos. Duas semanas de campanhas eleitorais trazem os seguintes resultados: Carlos Moreira e Fabio Camargo disputam empatados o amargo índice de 23% de rejeição e a candidata Gleisi conseguiu pular de 15% para 24%.

Não é que a oposição esteja tão rejeitada, ela não tem como ser avaliada

O difícil para a oposição é que os candidatos começaram com potencial de crescimento baixo, fruto da impossibilidade da avaliação. O que sobra para o Richa falta para os outros. E não tendo como ser avaliada, por falta de histórico de trabalhos, a oposição tenta desesperada aumentar o índice de rejeição daquele que está melhor no páreo.

O recurso das críticas não está colando porque a cada uma o candidato governista responde com fatos e números. Ter registrado suas promessas anteriores e mostrar os resultados parece ter sido uma boa tática.

Prepare-se para o vale-tudo – o telecatch vai começar

Só resta à oposição partir para o ataque pessoal. Prepare-se para ouvir denúncias e expedientes pouco éticos e recomendáveis. Se vai funcionar ou não, ainda não sabemos, o tiro pode até sair pela culatra.

Curiosidade do dia

A cantora Dione Warnick reclamou aos organizadores do seu show que a televisão à sua disposição no camarim estava com defeito, pois só aparecia o mesmo programa em todos os canais. Quando foi explicado que era o horário eleitoral e que éramos obrigados a conviver com isto, ela caiu em sonora gargalhada.

Eloi Zanetti é especialista em marketing e comunicação corporativa e escreve às quintas-feiras.

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