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Embora não tenha informado no comunicado público que fez sobre a reforma administrativa na manhã desta sexta-feira (2), a presidente Dilma Rousseff também irá cortar o seu próprio salário em 10%. Os rendimentos mensais do vice Michel Temer também será afetado no mesmo percentual. Os salários dos dois é o mesmo, de R$ 30.934,70. E com a redução, vai para R$ 27,841,23.

O corte de 10% no salário dos ministros foi anunciado por Dilma durante a apresentação da reforma administrativa do governo. A presidente reduziu oito ministérios, extinguiu secretarias, cortou 3 mil cargos de confiança e também anunciou redução de 20% nos gastos em custeio.

Reforma corta 30 secretarias, 3 mil cargos e proíbe viagem em 1ª classe

A reforma administrativa que a presidente Dilma Rousseff anuncia nesta sexta-feira (2), em conjunto com sua nova equipe ministerial, vai cortar cerca de 3.000 cargos comissionados dentro do governo e também em torno de 30 secretarias da Esplanada dos Ministérios.

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Também serão limitados os gastos dos funcionários com viagens e telefone e vendidos imóveis do governo federal porque, segundo a presidente, “a União não pode continuar sendo uma grande imobiliária”. A presidente também criou uma comissão permanente da reforma administrativa. As mudanças, disse, são para dar mais eficiência ao Estado e contribuir para que o país saia da crise o mais rapidamente possível.

Conforme o jornal O Globo adiantou, a presidente não cortou dez pastas, como foi inicialmente anunciado. Ela desistiu de acabar com o Desenvolvimento Social, que seria fundido ao Trabalho e Previdência. Dilma também desistiu de tirar o status de ministério da Controladoria Geral da União (CGU).

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