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Colheita menor, mas recebimento acelerado

Recém-inaugurada, a unidade de Dwight da Consolidaded Grain and Barge Company (CGB), uma das maiores empresas receptoras de grãos dos Estados Unidos, está funcionando a todo vapor. Os caminhões descarregam soja e milho na nova planta, localizada na região central de Illinois, o segundo estado no ranking de produção norte-americano, não chegam a formar grandes filas, mas o movimento é ininterrupto. Assim que um caminhão deixa uma das quatro moegas da unidade, outro já aparece no pátio de triagem. A movimentação é considerada boa pelos diretores. A colheita da safra norte-americana 2011/12 ainda está apenas começando.

Soja para o porto, milho para ração

A planta de Dwight é uma das mais de 70 unidades da CGB espalhadas pelo país. "Custou milhões de dólares, é totalmente automatizada e tem flexibilidade total para se ajustar à demanda, podendo trabalhar com mais soja em um dia e mais milho no outro, se for o caso", explica Anthony Jones, um dos responsáveis pelas instalações, sem dar maiores detalhes sobre o montante investido na nova planta. Com capacidade para estocar perto de 60 mil toneladas de grãos, a unidade pode carregar quase 200 toneladas e despachar mais de 169 toneladas por hora. As cargas, que chegam de caminhão e saem de trem, têm destinos variados. "Cerca de 90% da soja vão para os portos para serem exportados e aproximadamente a mesma proporção do milho segue para os estados do Sudoeste para serem usados pela indústria de ração", calcula Jones.

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