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Média de um emprego por hectare

Uma das maiores preocupações dos fruticultores é também um dos pontos mais positivos de culturas como as frutas de caroço para as comunidades rurais. A cada hectare de pomar, abre-se um emprego direto e até dois indiretos no campo, o que significa que 2 mil pessoas trabalham na colheita de pêssego no estado. O cálculo é dos próprios fruticultores.

Depois de gastar cerca de R$ 7 mil para implantar um hectare de pêssego, ameixa ou nectarina, a principal despesa do produtor será com mão-de-obra. Ele desembolsa valor equivalente ao da implantação da cultura para pagar salário mínimo a um funcionário. Como forma de reduzir despesas, contrata por dia. Ainda assim, dispende perto da metade da renda bruta.

Esse dinheiro movimenta a economia regional e cria oportunidades mesmo para quem nunca lidou com as frutas. É o caso de Élcio Homiak, que há seis meses aprende na prática a cultivar pêssego e ameixa em Irati. "Eu dou as instruções e ele segue", conta o patrão, Natalino Mascarello. (JR)

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