Carga é embarcada em caminhão rumo ao exterior. Rodovias dominam fluxo de cargas de aves. (Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)
A Expedição Avicultura 2015 encerrou na semana passada roteiro de 1,2 mil quilômetros pelas principais regiões produtoras de aves em Santa Catarina. Em pauta temas como logística, sanidade, mercado e as tendências da produção avícola. Confira nas imagens do fotógrafo Hugo Harada alguns flagrantes dessa jornada:
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Jornada da Expedição por SC começou por viagem pela Rodovia do Frango, que promete reestruturar vias de exportação do Oeste catarinense.
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Roteiro incluiu visita a produtores. Investimento em tecnologia aumenta margens do frango, garante o produtor Celmir Haiduk, de Ipuaçu, no Oeste.
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Granjas de alta tecnologia são mais escuras e recebem menor influência da temperatura externa. Controle de temperatura e luminosidade é decisivo para conversão de ração em peso para os frangos.
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Granjas sem pressão negativa custam menos, mas não conseguem garantir que aves expressem todo seu potencial genético, defende a indústria.
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Produtor Ivalmir Rampazzo, de Xavantina, mostra o inlet, que garante entrada de ar nas granjas sem estressar aves com corrente de vento.
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Sem apoio da prefeitura para terraplanagem de área para construção de granjas, família Maraskin protesta com placa em frente a pequena propriedade em Jupiá (SC).
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Equipe da Expedição também faz contato com representantes da indústria para aprofundar discussões sobre os desafios da avicultura para o futuro.
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Na Embrapa Suínos e Aves , em Concórdia, o diagnóstico é de que país avançou em questões de sanidade e conseguiu mitigar amplamente o risco de entrada de doenças como a Influenza aviária.
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Combinação de sanidade do frango e eficiência das granjas determina qualidade do produto que passa pela indústria.
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Exigências também buscam atender demanda dos mercados externos, que fazem controle minucioso da produção.