Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Integração

Terminais dão fôlego às exportações

Contêineres sobre linha férrea em Paranaguá. Redução de custo de 15% a 20% estimula uso maior das ferrovias. | Hugo Harada/Gazeta do Povo
Contêineres sobre linha férrea em Paranaguá. Redução de custo de 15% a 20% estimula uso maior das ferrovias. (Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)

O fluxo de cargas de frango promete melhorar com integração de rodovias e ferrovias. Para isso a indústria aposta em terminais de transbordo que facilitam a recepção e expedição da produção. No Oeste do Paraná, em Cascavel, o terminal da Cotriguaçu garante economia de R$ 700 por contêiner que troca as estradas pelos trilhos rumo ao porto de Paranaguá, conforme o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. “É uma economia de 15% a 20% em relação ao caminhão”, compara. A cooperativa é uma das sócias do empreendimento, junto com a Copacol (Cafelândia), Lar (Medianeira) e C. Vale (Palotina).

Com proposta semelhante, a Unifrango mobiliza 19 empresas de diferentes regiões do Paraná. Como seu centro de distribuição de Apucarana (Norte) ainda não está conectado às ferrovias, a saída tem sido fazer os embarques em Cambé, distante 42 quilômetros.

Ainda assim, 80% dos embarques rumo ao Porto de Paranaguá já são feitos via trem, explica um dos gerentes do negócio, Roberto Pelle. “Atualmente estamos com 90% de ocupação nos armazéns, que têm capacidade para 10 mil posições [um pallet equivale a uma posição, com peso variável]”, pontua.

A otimização também foi possível graças à diversificação, já que hoje a operação não inclui apenas frigorificados. “Somos o pulmão das empresas. Quando os preços do frango caem, formamos estoques para ganhar poder de venda”, complementa Pelle.

Você pode se interessar

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.