
Ser dono de um carro com motor potente não implica mais em virar freguês assíduo do posto de combustível. A boa performance deixar de estar diretamente ligada a propulsores grandes e beberrões. A tecnologia downsizing diminuiu o tamanho das litragens ao mesmo tempo que proporcionou uma tocada mais arisca e bons índices no consumo.
E o responsável por essa mudança é o uso cada vez maior do turbo, que veio como solução para as fabricantes se adequarem às regras de eficiência energética mais rigorosas e assim fugirem de multas e pesados impostos.
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A tendência global conhecida como downsizing diminui a cilindrada, porém aumenta a potência específica, refletindo no menor consumo de combustível e emissões de poluentes.
No Brasil, virou uma tendência. Nos últimos anos, vários modelos passaram a emitir um ronco mais grave por debaixo do capô, típico da presença da turbina. Chevrolet Cruze 1.4 Turbo, Peugeot 408 1.6 THP e VW Golf 1.4 TSI são alguns exemplos de motores menores que 1.6 - concorrentes aspirados precisam recorrer a a propulsores 2.0 ou maiores para entregar performance semelhante.
Para comprovar que o downsizing veio para ficar, listamos os dez modelos mais potentes no Brasil com litragem até 1.6 (incluindo na mesma posição os modelos que compartilham motor).
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O ranking é dominado pelos carros turbos, mas há exceções, como o Ford EcoSport e seu motor 1.5 de três cilindros, que aparece na oitava posição como o aspirado mais potente.



