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Mais um para briga

Volks lançará crossover inédito no Brasil baseado na nova geração do Polo

Projeto inspirado no conceito T-Cross, crossover estreia no Brasil em 2018 e terá cidadania nacional. Deverá usar motores 1.6, 1.0 e 1.4 turbo

O conceito T-Cross Breeze foi revelado no Salão de Genebra do ano passado. Servirá de inspiração para o futuro crossover compacto da marca. | Newspress/Divulgação
O conceito T-Cross Breeze foi revelado no Salão de Genebra do ano passado. Servirá de inspiração para o futuro crossover compacto da marca. (Foto: Newspress/Divulgação)

O novo Polo está previsto para estrear no Brasil até o fim de 2017, aposentando uma possível mudança de geração do Gol. E será montado sobre a nova plataforma MQB A0, uma versão encurtada da atual MQB, usada pelo Audi A3 Sedan e Golf - ambos feitos no Complexo Volkswagen-Audi, em São José dos Pinhais.

E o Polo não virá sozinho. A marca prepara também um crossover compacto inspirado no conceito T-Cross Breeze, que foi apresentado no Salão de Genebra (Suíça) na edição de 2016. Flagras publicados pelo site britânico AutoExpress confirmam isso, apesar da camuflagem pesada.

Segundo o site, o modelo terá um visual bem esportivo, dificultando até que as pessoas o identifiquem como um Volkswagen. Além disso, deve manter o nome T-Cross, seguindo a política da marca em batizar seus utilitários com nome que começam com a letra ‘T’.

O futuro modelo se posicionará abaixo do Tiguan e será fabricado no Brasil a partir do segundo semestre 2018. Irá encarar os líderes do segmento Honda HR-V e Jeep Renegade, além de Ford EcoSport, Hyundai Creta e Nissan Kicks.

Pouco se sabe sobre a motorização. Em Genebra, o T-Cross Breeze vinha equipado com o motor 1.0 turbo, o mesmo já utilizado pelo up! TSI, só que recalibrado para gerar 110 cv.

A expectativa é de que a Volkswagen siga a mesma tendência vista no Golf, com três opções de propulsores: 1.6 16V MSI, de 120 cv, nas configurações de entrada; 1.0 turbo, de 125 cv nas intermediárias; e 1.4 turbo, de 150 cv, para as versões topo de linha.

No entanto, é certo que o T-Cross nacional será mais simples e com menos equipamentos do que o vendido na Europa, bem como ocorrerá com o novo Polo brasileiro em relação ao europeu. O SUV por lá contará com o câmbio automatizado DSG de dupla embreagem, enquanto por aqui possivelmente adotará a versão Tiptronic, mais antiga, tal qual fez com o Golf nacional.

Espera-se, pelo menos, que seja oferecido também com tração integral, diferenciando-se assim de rivais como HR-V e Kicks - já o Renegade a diesel vem com o sistema.

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