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Rumo à eleição: nanico de Bolsonaro ganhou o debate; Oriovisto ameaça Requião

Ogier Buchi. Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo.
Ogier Buchi. Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo.

Efeito 17
Análises qualitativas feitas pelas campanhas mostraram que o candidato que o eleitor mais gostou de ver no debate do RPC foi Ogier Buchi (PSL). E por um motivo principal: a repetição infinita de que ele é o representante de Jair Bolsonaro (PSL) no estado. Prova maior de nacionalização da campanha não há.

Ratinho, tremei
Quem se anima com isso é o pessoal que depende dos nanicos para forçar um segundo turno. Há quem acredite que na urna Ogier poderá chegar a três por cento dos votos, o que equivale a mais de 200 mil pessoas. Seriam mais votos para ajudar a soma da “rapa” a ultrapassar Ratinho Jr. (PSD).

Licenciados
Por outro lado, a favor de Ratinho está pesando a campanha pesada que os prefeitos dos Campos Gerais vêm fazendo por ele. Vários, como Marcelo Rangel (PSDB), de Ponta Grossa, se licenciaram do cargo para entrar de corpo e alma na campanha.

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Família Tio Patinhas
Outro fator a favor de Ratinho: dinheiro. O pai de Júnior, o apresentador Ratinho, acaba de colocar mais R$ 500 mil na campanha. Com isso, o “investimento” da família já soma R$ 1 milhão do pai e R$ 1 milhão do filho.

Rei da web
Maurício Requião, o deputado Requião Filho (MDB), viu se multiplicar o número de seguidores de seu Instagram de uma hora para outra. Tudo porque um perfil famoso gamou na boa imagem do menino. Usando uma imagem de um debate de 2016, o perfil simulava uma interação: “Candidato, minha pergunta é sobre comunicação. Qual é o seu WhatsApp?” Em poucas horas, houve 14 mil comentários.

Ele pode?
Tem gente séria achando que a disparada de Oriovisto Guimarães (Podemos) na reta final ameaça inclusive o primeiro lugar de Roberto Requião (MDB) na disputa pelo Senado.

Quem mandou
Pode ter sido um tremendo tiro no pé a ideia de Joanir Zonta de divulgar voto em Bolsonaro. Além de ter de se explicar no Ministério Público e ser ameaçado de multa, o dono do Condor viu a página de seu mercado no Facebook tomada de reclamações acusando-o de coagir os funcionários.

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