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Lista vermelha

PF prende russo incluído na lista vermelha da Interpol

Ação da PF em São Paulo ocorreu em parceria com escritório da Interpol.
Ação da PF em São Paulo ocorreu em parceria com escritório da Interpol. (Foto: Fernando Bizerra/EFE)

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A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (12), um foragido da justiça da Rússia. Acusado de fraude, ele foi incluído na lista de Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). O Supremo Tribunal Federal (STF) já havia determinado a sua extradição. O nome e o caso não foram revelados pela PF. A ação ocorreu em cooperação da Superintendência da PF em São Paulo com o escritório da Interpol em São Paulo.

O alerta vermelho baseia-se em um mandado de prisão emitido pelas autoridades de um dos 196 países membros da Interpol. No sistema, os policiais conseguem visualizar dados para a identificação do procurado (nome, data de nascimento, nacionalidade, cor do cabelo e dos olhos, fotografias e impressões digitais) e informações sobre o crime pelo qual é acusado.

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Atualmente, os sistemas do STF registram três processos de extradição solicitados pelo governo da Rússia, distribuídos a três relatores diferentes: Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

O Instituto Anjos da Liberdade, presidido por Flávia Fróes, advogada de membros do Comando Vermelho, tentou entrar no caso relatado por Moraes, para debater o risco de violações de direitos humanos no país presidido por Vladimir Putin. Moraes, no entanto, negou a participação: "A admissão de terceiro para reiterar argumentos defensivos não agregaria elementos novos ao debate, servindo apenas para conferir reforço argumentativo à defesa, em desvirtuamento da finalidade do instituto."

O Brasil é membro da Interpol desde sua fundação, em 1923. Em novembro de 2024, o delegado brasileiro Valdecy Urquiza foi nomeado secretário-geral da organização.

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