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Cassiano Fagundes, do Magog à Barbária

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Se Curitiba teve sua versão grunge (estilo do rock surgido em Seattle, no final dos anos 80 e começo dos 90, e que teve os grupos Nirvana e Pearl Jam como dois de seus maiores representantes), no centro desta tendência estava a banda Magog, formada por então garotos que sonhavam em ser o “Kurt Cobain das araucárias”. Mas a Magog nunca foi só uma cópia. Começou com intenções country e teve também influências punk, heavy e até mesmo de música medieval. Por trás desta inquietação, que agora completa 20 anos de surgimento, estava (e está) o compositor, cantor, guitarrista, programador eletrônico e produtor Cassiano Fagundes (foto à dir.), que também comemora duas décadas cheio de ações e projetos.

Cassiano, ou Cassim, tem uma história ligada à música. Além do Magog, também foi fundador da banda Bad Folks, que está completando 10 anos de atividades – frequentes no começo da carreira e mais espaçadas agora, com cada integrante com outros projetos, mas que fazem um som quando se encontram.

Também está na Cassim & Barbária, que fincou raízes em Florianópolis, mas bateu perna pelo mundo, com excursões internacionais e continua em atividade na ponte aérea Curitiba-Florianópolis.

Morou nos Estados Unidos e em Florianópolis e agora volta a Curitiba sem abandonar a Barbária, mas com a cabeça a mil em seus tantos projetos. Vamos a eles:

A Magog se reunirá novamente para um show comemorativo de 20 anos, no dia 4 de maio no Bar 92 Graus da Manoel Ribas – O 92 foi onde tudo começou, mas ainda no antigo endereço, na Visconde do Rio Branco.

Se as agendas permitirem, a Bad Folks também se reúne neste ano para comemorar os 10 anos de estrada.

Cassiano ainda tem um projeto solo, que mistura influências brasileiras, rock e música industrial e eletrônica, sem letras, em que a voz aparece apenas para fazer ruídos sem sentido. No ano passado, ele lançou o disco solo Cavalo de Fogo, só pela internet. Um estilo apelidado pelo jornalista Guga Azevedo de “subtropicália” – que, aliás, é nome de uma das músicas do trabalho.

Tem dois projetos aprovados em leis de incentivo para novos discos. Um todo em português, com influências de ritmos brasileiros. E uma releitura de Cavalo de Fogo.

Além disso também tentará organizar, junto com a banda Uh La Lá!, um circuito musical para o Paraná, em que os grupos viajam pelo estado mostrando seus trabalhos. Algo que as políticas públicas de cultura deveriam fazer, mas não fazem.

Falando em viagem, Cassim também dá assessoria para bandas que procuram turnês pela América do Norte. Faz isso com conhecimento de causa, pois percorreu Estados Unidos e Canadá em uma van, tocando e fazendo 11 mil quilômetros em 45 dias.

Ele ainda produz trilhas musicais para teatro e cinema.

Foi com esse espírito laborioso e de dedicação total à música que Cassim voltou a Curitiba e promete agitar bastante a cena local.

SOBRETUDO | 21:25

Confira a entrevista com Cassiano Fagundes

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