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Filho de Sinatra, Frank Jr. traz clássicos ao Teatro Positivo

Regente se rende ao sucesso do pai e apresenta grandes sucessos em turnê brasileira. Outras opções musicais em Curitiba neste fim de semana vão do pagode ao heavy metal, com shows do Inimigos da HP, Nação Zumbi e Grave Digger

O músico Frank Sinatra Jr. | Divulgação
O músico Frank Sinatra Jr. (Foto: Divulgação)
Inimigos da HP: grupo veio a Curitiba para acertar ar os últimos detalhes da gravação do seu terceiro DVD |

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Inimigos da HP: grupo veio a Curitiba para acertar ar os últimos detalhes da gravação do seu terceiro DVD

A banda Grave Digger |

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A banda Grave Digger

A banda Nação Zumbi |

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A banda Nação Zumbi

A banda Wandula |

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A banda Wandula

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    Filho de um dos maiores nomes da música internacional, Frank Sinatra Jr. apresenta neste sábado (2) no Teatro Positivo os eternos clássicos da carreira de seu pai. Em grande turnê pelo Brasil, o músico chega com a mesma idade que Sinatra tinha quando fez o show histórico em 1980 no Maracanã aos 64 anos.

    Além dos fãs da música orquestral, as opções musicais deste fim de semana abrangem todos os estilos – do heavy metal ao pagode. Na Pedreira Paulo Leminski, o Inimigos da HP grava o novo DVD do grupo neste sábado (2), no show que conta com estrutura especial para evidenciar a beleza do cenário.Os metaleiros podem conferir o show da banda de heavy metal alemã Grave Digger, que chega a Curitiba com o show da nova turnê, "Liberty of Death". O manguetown também tem seu espaço com o show da banda Nação Zumbi, que se apresenta na sexta-feira (1) no John Bull Music Pub.

    Para os amantes do jazz, a opção é o Curitiba Jazz Meeting, que acontece de sexta a domingo no Teatro Positivo – Pequeno Auditório. A banda Wandula também faz sua apresentação no circuito musical, e traz músicas do mais recente CD, "La Récréation".

    Sinatra na voz de seu filho

    Na turnê "Sinatra by Sinatra", o filho do compositor do clássico "New York, New York" apresenta neste sábado no palco do Teatro Positivo o que herdou do DNA artístico. O cantor e maestro Frank Sinatra Jr. se manteve fiel ao longo dos anos à tradição da música orquestral das Big Bands, e apresenta repertório de clássicos que atravessaram décadas na voz de um dos maiores cantores de todos os tempos.

    O show já passou por Manaus e Brasília, e segue depois da capital paranaense para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

    Sinatra Jr. chega ao Brasil aos 64 anos, mesma idade que seu pai tinha quando se apresentou no Brasil em 1980 no Maracanã. Além de canções como "I’ve Got You Under My Skin", "Night and Day" e a própria "New York, New York", o cantor reserva no repertório espaço para uma homenagem a Tom Jobim, com quem Sinatra trabalhou várias vezes.

    No início de sua carreira, Frank Sinatra Jr. não tinha pretensão de se tornar cantor. Ele se formou em regência na University of South California e, por acaso, substituiu um cantor da big band em que tocava durante uma apresentação. Apesar dos inúmeros convites que recebeu durante a adolescência, ele permaneceu frente à corais, orquestras e big bands como regente.

    Foi depois da morte de Frank Sinatra, em 1998, que o filho se rendeu aos convites e começou a apresentar com maior freqüência o repertório do seu pai, apesar de se tratarem ainda de apresentações raras. Os shows no Brasil se tratam da primeira turnê de grande porte do músico fora dos Estados Unidos.

    No palco, Frank Sinatra Jr. é acompanhado de 15 músicos – alguns deles tocaram durante anos com o pai. Além da orquestra que o acompanha, o cantor trabalha em cada cidade com músicos locais para compor o time de 38 pessoas no total. Serão usadas partituras com arranjos originais de Sinatra assinados por nomes como Don Costa, Nelson Riddle e Billy May.

    Gravação do novo DVD do Inimigos da HP

    Na busca por um cenário diferente para gravar o novo DVD, o grupo Inimigos da HP escolheu a Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba. O espetáculo acontecerá neste sábado (2), após um pedido de suspensão do evento por parte dos moradores da região. "A gente já rodou o Brasil e fez shows em muitos lugares. A Pedreira foi o local que mais impressionou", disse Alemão, percussionista do grupo.

    Boa parte do repertório do show será composto das músicas do recém-lançado CD "Ao Vivo "Gravamos o CD antes do DVD porque como todas as músicas eram inéditas. Achamos importante que as pessoas conhecessem as músicas", disse o percussionista Gui.

    O vocalista Sebá garante, no entanto, que não faltarão grandes sucessos do grupo na gravação do DVD, como "Toca Um Samba Aí", "Nosso Filme" e "O Dia Do Nosso Amor", entre outras.

    O grupo esteve em Curitiba na última quarta-feira (23). No bate-papo com a Gazeta do Povo, os integrantes da Inimigos da HP falaram sobre o novo trabalho e também o estilo do grupo, que foge aos padrões de outras bandas de pagode. "Se você pegar uma música nossa como 'Toca Um Samba Aí', você vai ver que ela tem uma pegada diferente, entra com guitarra elétrica, tem um timbal no meio que é de música baiana. Essa mistura que é Inimigos da HP", disse Sebá.

    Nação Zumbi

    A Nação Zumbi, banda que começou com Chico Science nos vocais, chega a Curitiba para apresentar o mais recente trabalho, "Fome de Tudo", nesta sexta-feira (1), no John Bull Music Hall. Em entrevista à Gazeta do Povo, o baixista Dengue contou que apesar da tentativa por um caminho independente, a banda optou por voltar ao "mainstream". "Não abrimos mão de bons produtores e de fazer os discos nas melhores condições de gravação. No segmento independente, isso é impossível", disse ele.

    "Fome de Tudo", produzido por Mario Caldato (que já trabalhou com Beastie Boys, Marcelo D2 e Bebel Gilberto), é o quinto trabalho sem Chico Science, que morreu em um acidente em 1997. Além disso, o trabalho representa a volta a uma grande gravadora de grande porte – a Deckdisc, responsável também por artistas como Pitty e Strike. Antes disso, foram quatro álbuns em gravadoras independentes depois da saída da Sony Music, que abrigou os três primeiros discos da banda.

    Heavy metal alemão

    Com 28 anos de estrada, a banda alemã de heavy metal Grave Digger se apresenta na Hellooch neste domingo (3). O grupo apresenta show da turnê "Liberty of Death", considerado pela crítica um dos melhores da carreira. O álbum homônimo atingiu a segunda maior colocação da carreira nas paradas alemãs.

    Esta é a segunda vez que a banda se apresenta no Brasil. A primeira foi em 2005, quando se apresentaram em São Paulo no show que foi cenário da gravação do DVD comemorativo dos 25 anos de banda, chamado "25 to Live".

    Encontro de jazz

    De sexta-feira (1) a domingo (3), o Teatro Positivo – Pequeno Auditório recebe o Curitiba Jazz Meeting, evento que propõe a fusão entre diversas tendências musicais e o jazz. Seis grupos se apresentam na capital paranaense, incluindo nacionais e internacionais.

    Na sexta-feira, a programação começa com os escandinavos do Ulf Wakenius, que apresentam interpretações do bep pop e do cool jazz, ao lado dos brasileiros do Zimbo Trio.

    No sábado, o multiinstrumentista Egberto Gismonti apresenta repertório de sua sólida carreira na experimentação ao lado de outros músicos. No mesmo dia, o pianista Andre Dequech Noneto, com um repertório que inclui Richard Carpenter – gravado nos anos 1950 por Miles Davis – e originais compostos por Dequech.

    O encerramento acontece no domingo, às 20 horas, com a apresentação de Scott Henderson, que forma trio com Alan Hertz na bateria e John Humphrey no contrabaixo, misturando ritmos de diversos países – incluindo o Brasil – ao jazz.

    Também no domingo acontece a apresentação da Camerata Brandão, orquestra de cordas formada por 20 instrumentistas de Curitiba, com um repertório do compositor Hélio Brandão.

    Música Contemporânea com Wandula

    Com estilo baseado em música contemporânea, o grupo Wandula se apresenta nesta sexta-feira (1) no Jokers Bar. O repertório será composto de músicas do terceiro álbum da banda, "La Récréation", lançado em novembro passado. O trabalho independente conta com 23 composições inéditas.

    Como diferencial, o Wandula apresenta um som composto por músicos das mais variadas vertentes. Com isso, chega do popular ao erudito, do rock ao jazz, em harmonizações que compõem o som da banda.

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