
Amigos e familiares dizem adeus a Amy Winehouse nesta terça-feira (26) numa cerimônia privada em Londres. O produtor Mark Ronson e a cantora Kelly Osbourne, filha de Ozzy Osbourne, estavam entre as pessoas que chegaram para o serviço religioso no cemitério Edgwarebury, norte de Londres. Fotógrafos e alguns fãs ficaram do lado de fora.
O serviço religioso deve ser seguido por uma cerimônia de cremação e de uma reunião familiar numa sinagoga local. A cantora, que lutou contra a dependência de álcool de drogas, foi encontrada morta em sua casa no norte de Londres no sábado. Ela tinha 27 anos.
A autópsia realizada na segunda-feira não determinou a causa da morte e a polícia aguarda os resultados dos exames toxicológicos o que deve demorar entre duas e quatro semanas.
Ontem, o pai da cantora, sua mãe e o irmão visitaram a casa onde ela morreu e agradeceram os fãs que deixaram flores, velas e cartas no local. O pai, Mitch Winehouse, disse que "Amy representava uma coisa e isso era amor". "Ela devotou toda a sua vida à sua família e amigos e a vocês também", afirmou ele aos fãs.
Winehouse lançou apenas dois álbuns em sua curta carreira e conquistou cinco prêmios Grammy com o segundo
"Back to Black". Ela costumava frequentar as manchetes dos jornais por causa do consumo exagerado de álcool e drogas, problemas alimentares, relacionamentos destrutivos e interrupções em suas apresentações.
Desde a sua morte, seus discos voltaram às listas dos mais vendidos em todo o mundo e ela recebeu muitas homenagens de fãs e músicos.
O cantor George Michael a chamou de "a vocalista mais sentimental que este país jamais viu" e a cantora de soul Adele afirmou que "ela abriu o caminho para artistas como eu e deixou as pessoas empolgadas com a música britânica novamente".




