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Damien Hirst

Leilão de Damien Hirst em Londres desafia pessimismo econômico

O artista plástico multimilionário Damien Hirst superou todas as expectativas na terça-feira ao romper recordes com a venda em leilão de 218 trabalhos por 111 milhões de libras (US$ 198 milhões), chamando a atenção para a força e resistência do mercado de arte.

Outros dois trabalhos foram vendidos de modo privado na segunda, e três ficaram sem comprador na terça, após o leilão inusitado que passou ao largo da rede tradicional de vendas por marchands, indo diretamente para a sala de leilão da Sotheby's em Londres.

"É algo icônico, inerentemente britânico", disse um comprador no leilão da Sotheby's que pediu para ficar anônimo. "O trabalho dele [Hirst] desafia as pessoas, e em termos visuais é estarrecedor."

Apesar do desaquecimento econômico global, o leilão jogou por terra os temores de que o grande leilão de Hirst pudesse inundar o mercado de arte e prejudicar os preços. Depois de arrecadar 70,55 milhões de libras na noite de segunda, outros 41 milhões foram obtidos na manhã e tarde da terça.

As casas de leilões vêm apelando para os compradores "à prova de recessão" do Oriente Médio e da Rússia, onde os preços recordes do petróleo agigantaram mais ainda fortunas já maciças, e também aos super-ricos de economias emergentes como a Índia.

Pelo fato de ter leiloado seu trabalho, Damien Hirst poderá ficar com uma parte muito maior do dinheiro levantado.

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